Beijo de Mae p Filha

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​"Gosto do café amargo porque ele me ensina a tolerar o desconforto. É a lição que levo para os 21km e para as decisões difíceis da vida."

O céu não é o lugar onde você encontrará homens bons, o único homem bom a pisar na terra foi posto em uma cruz, no céu encontraremos aqueles que Ele chamou de filhos

A VOZ — PURIFICAÇÃO




Você pode ter todos os sonhos do mundo.
Pode ter fé, talento, visão, propósito…
Mas nada acontece —
até que você aja.


A diferença entre quem vence e quem desiste
não é sorte.
É movimento.
É o passo dado quando ninguém mais acredita.
É o “eu vou tentar mais uma vez”
dito com os olhos cheios de lágrimas.


Deus abençoa o movimento.
A fé parada enferruja,
mas a fé em ação abre mares.


Não espere estar pronto.
Não espere o medo sumir.
Não espere a dor passar.
Porque quem espera demais, vê a vida passar também.


Levanta.
Faz o que precisa ser feito.
Mesmo cansado. Mesmo sozinho. Mesmo sem aplausos.


A ação cura a dúvida.
O movimento cala o medo.
E o primeiro passo…
sempre vale mais do que mil intenções.
Então vai.
Faz o teu hoje valer.
Porque o tempo não volta,
mas o que você constrói com coragem…
fica pra sempre.




✍️ Purificação

Não queira o milagre de Deus, porque o milagre são os sinais para os descrentes, o sistema já está pronto, só usar o método racional com a atitude para fazer a sua parte, o resto já está pronto.

A certeza que o amanhã me espera é a certeza que tenho para te amar custe o que custar.
N/M p.s

Ele: Por que você me ama?
Ela: Por que eu te amo?? 🤔


Te amo pelo homem incrível que você é,
por ver que meu menino cresceu,
por ver o quanto evoluiu nesses anos que passamos juntos.


Te amo pela admiração que tenho por você
e pelo seu potencial.
Sei que seu futuro será brilhante,
sei o quanto você é merecedor,
e quero poder apoiar e ajudar você a evoluir
e ter sempre o melhor pra sua vida.


Te amo porque você desnuda sua alma pra mim
e me deixa à vontade pra fazer o mesmo.
Te amo porque meu coração dói quando penso
no quanto gosto de você,
porém é um “aperto” gostoso de felicidade,
um abraço com o coração,
um sorriso largo que nunca encontra limites.


Te amo porque, mesmo sabendo que poderia estar em qualquer lugar,
o único lugar em que eu gostaria de estar é ao seu lado.


E mesmo conhecendo você nos seus piores momentos,
eu te amei tanto, que aprendi a amar até seus defeitos.


Eu amo quando, olhando nos seus olhos,
consigo ver a sua alma,
e quero poder cuidar de você
pelo resto das nossas vidas.


E, mesmo sabendo que não preciso de você pra ser feliz,
quero dividir minha felicidade com você.


Só quero saber se você também quer…
Quer casar comigo? 💍






16/07/18 — 00h52
Karina Megiato

Memórias, lembranças, histórias, passado... Como viver o presente, como planejar o futuro, se tudo parece ter ficado lá atrás? Como seguir? Recomeçar?


Mas como recomeçar, se a dor do que foi vivido ainda atormenta o que será escrito?


Talvez o tempo seja apenas um consolo, uma promessa de que a dor diminuirá.


Ilusão.


O tempo não cura.


Ele apenas continua.


Indiferente ao seu destino.


Ele gira, e gira, até que nós sejamos o que ficou para trás.

Faça atividades físicas, faz bem para a saúde física e mental, aumentará a sua qualidade de vida e prolongará o seus dias de vida.

Proa da Decadência
William Contraponto


Nos barcos que navegam
Em rios cor de sangue,
Nos pífios que se negam
Em desviar a rota beligerante.


Nos olhos que se fecham
Ao clarão das ruínas,
Há sombras que festejam
O preço das doutrinas.


O vento sopra o mesmo
Em todas as bandeiras,
Mas muda o que é terno
Em marcha e trincheira.


E o homem que se julga
Senhor de cada instante,
Desconhece o que pulsa
Na margem vacilante.


Quando enfim se afoga
Na própria confiança,
Descobre que sua proa
Aponta para a decadência.

"ESCOLHA o que REALMENTE é IMPORTANTE para a sua VIDA.
O RESTO, é CONVENIÊNCIA disfarçada de PRIORIDADE."

​"Nós não derretemos o fogo, mas somos forjados por ele, como o ferro, e saímos mais fortes e prontos para a batalha."

"Minhas palavras não produzem apenas sons ou melodias. Produzem história e eternidade. Minhas palavras, termino dizendo, não são sintéticas. Minhas palavras são minha honra, meus valores e meu legado."

Alguns filósofos dizem "Prefiro saber e ser preso do que ser preso e não saber."


Eu prefiro saber e não ser preso.

A VESTIMENTA DA GUERRA


(Poema sobre os horrores dos conflitos e a injustiça dos inocentes que pagam o preço)


Vestida de cinza, de fogo e de pranto,
a guerra caminha sem rosto e sem canto.
Não tem coração, mas tem ordens em punho,
e assina sentenças num frio conjunto.


Nos salões do poder, bebem vinhos, decidem.
Assinam destinos — mas nunca os vivem.
Mandam soldados, filhos de alguém,
pra morrer por um trono, por petróleo ou por “bem”.


A criança que chora, não sabe o porquê.
Só sabe que a mãe não vai mais lhe acolher.
Que a casa virou entulho no chão,
e que seu brinquedo jaz sob explosão.


O velho, cansado, sem pátria ou abrigo,
sente o chão sumir — não tem mais abrigo.
A sopa que faltou, a reza que escapa,
a lágrima muda que desce e desaba.


A mãe que amamenta no meio do medo,
vê o filho ir pro front — sem querer, sem segredo.
Briga que não é sua, dor que não tem fim,
mas que corta a carne, invade o jardim.


O pai, sem paredes, sem teto, sem pão,
carrega nos braços o resto do chão.
Os olhos perguntam: “Por que, meu Senhor?”
Mas as bombas respondem com mais desamor.


E o soldado que parte, coração em pedaços,
com fuzil nos ombros e culpa nos braços.
Cumpre ordens que o peito não quer,
e destrói o que resta de algum outro lar qualquer.


Ele ora em silêncio, enquanto avança,
lembrando do filho, da esposa, da dança.
Mas precisa apertar o gatilho, sem ver —
que o homem que cai poderia ser você.


Ele não quer matar.
Mas foi enviado.
Com uniforme limpo, mas o espírito rasgado.
Porque é fácil mandar, de poltrona e discurso,
e pôr na mão dos pobres o peso do absurdo.


Enquanto isso, em terno, gravata e cifrão,
os homens da guerra tomam decisão.
Covardes demais pra pisar a trincheira,
valentes demais pra matar por bandeira.


E a vida se perde em nome da glória,
escrevendo de sangue a mesma velha história.
Ganância, poder, dominação, vaidade —
e a morte batendo à porta da humanidade.






A guerra tem roupa, mas não tem alma.
Tem fúria no peito, mas não tem calma.
Quem veste essa dor é sempre o pequeno —
que morre calado, que sofre, que é pleno.

As adversidades cotidiana são obstáculos que impedem a consolidação dos objetivos previstos, e para ultrapassar tais barreiras é preciso determinação e persistência no que se pretende realizar...

Coisas que eu sei

1. gosto de mim.
1.1 embora me odeie repentinamente.

2. Me deixo por onde passo.
2.1. e guardo algo também.

3. Odeio despedidas.
3.1. por isso vou embora sem avisar.

4. O vazio é como estar cheio,
4.1. de nada

5. Nunca me calo.
5.1. tão pouco falo.

Estação Paraíso

Acordei numa manhã de domingo.
O que mais temia... aconteceu.
Minha esposa em prantos me chamando:
Acorda... nosso filho morreu!

Foi uma sentença dura, imperativa da parte de Deus,coisa dura de suportar, coração apertado, grito cravado no peito.

Então o vi meu filho,entrando naquele trem, aquele que o levaria, onde nós todos iremos também.
Para Estação Paraíso, lá onde não sofre ninguém, as lágrimas já passaram, para lá, iremos também.

Foi uma devolução dura, coisa que não espera ninguém, ver seu filho ir adiante, deixando luto e pranto sem fim.

Segunda feira


A semana é longa
Como os trilhos da saudade
A dor se prolonga
A vida não faz por maldade...


Mais longa é a queda
Que tenho por você...
É bom começar a semana
Com um pouco
Do muito
Que te tenho pra te dizer...


Bom dia!
Você me faz tão bem
Desejo que minha poesia
Te faça
Tão bem
Também...
Meu bem.




(José Aroldo...)

Carta ao que ainda sente

Anápolis, 27 de outubro de 2025

Hoje, escrevo não para o mundo, mas para mim. Para aquele que há vinte anos rabiscou num caderno uma verdade que ainda pulsa:
“O verdadeiro solitário é aquele que, mesmo rodeado de milhares, ainda se sente sozinho.”

Essa frase me define mais do que qualquer outra. Porque, ao longo da vida, não busquei apenas coisas — busquei sentidos. Amor que não machuca, felicidade que não se esconde, alegria que não precisa de plateia. Busquei companheirismo sem cobrança, aceitação sem máscaras, silêncio que não fosse abandono.

Mas o mundo mudou. Ou talvez tenha apenas se revelado. As relações se tornaram rasas, os sentimentos, ensaiados. Aprendemos a fingir tão bem que esquecemos como é sentir de verdade. E, nesse teatro diário, o “está tudo bem” virou nosso papel principal. Dizemos isso mesmo quando não está. Porque admitir tristeza virou sinônimo de fraqueza. E fraqueza, hoje, não é aceita.

Estar doente, estar triste, se sentir sozinho — tudo isso virou sinal de que algo está errado com você. Então nos condicionamos. A sorrir por fora e chorar por dentro. A incentivar o outro quando, na verdade, era a nossa alma que pedia por incentivo. A oferecer colo quando o que mais queríamos era um abraço silencioso.

Ser forte o tempo todo cansa. Mas fingir força o tempo todo… isso esgota.

E aí, aquela pergunta que me fizeram anos atrás volta a ecoar:
Você vive ou morre todos os dias?
A resposta continua a mesma:
Eu não sei.

Mas talvez escrever isso seja um começo. Talvez admitir que não sei seja, enfim, um ato de coragem. Porque sentir não é fraqueza. Sentir é o que nos torna humanos.

Com verdade,
Pablo

Entre paredes e silêncios


Encosto a alma no concreto,
como quem pede licença ao dia.
O copo pesa menos que o pensamento,
mas mais que a ausência que me visita.

Fecho os olhos, não por cansaço,
mas por querer ver o que não se mostra.
Há um mundo atrás das pálpebras,
onde o tempo não exige resposta.

A camisa branca guarda segredos,
como se o tecido soubesse demais.
E os muros, cúmplices mudos,
não perguntam, apenas me deixam ficar.

Não é tristeza, tampouco paz.
É esse meio-termo que me veste,
feito sombra que não quer ser noite,
mas também não se atreve a ser luz.