Basta

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Para se chegar onde quer, não é preciso força, basta controlar a razão.

Para ser príncipe basta ser homem. Para ser encantado basta ter atitude.

Hoje, neste momento nós estamos de pé. Mas basta instantes pra que a gente deite e nunca mais acorde, nunca mais levante. Todos os nossos sonhos, todas as nossas vontades, nossas virtudes, tudo que a gente é, todas as pessoas que a gente ama, se vão. Ás vezes em muito menos de um segundo.

⁠Tudo que você pensa e sente tem importância.
Basta você acreditar.

Não basta ter um bom salto, se não souber caminhar com elegância.

A gente escolhe o que quer ser na vida. Ser grande é uma escolha. Basta acreditar.

Não tenha medo de ser feliz, abra seus olhos e veja que basta você querer e ter a coragem de seguir, que a felicidade está bem embaixo do seu nariz.

Apenas sete notas musicais são necessárias para se compor a mais bela sinfonia. No entanto, basta um gênio para colocá-las no lugar certo.

Não basta reconhecer um erro. É preciso atitude forte para repará-lo e perseverança para jamais repeti-lo.

É hora, de uma vez por todas, de dizer basta a esses erros, e lutar por um mundo melhor, mas um mundo construído por nossas mãos e pela nossa inteligência, por todos nós, responsáveis de tudo quanto acontece, e não apenas por alguns iluminados, que se julgam os porta-vozes da divindade, super-homens que nada mais são que super-pigmeus, cuja única grandeza é a sombra imensa, que projetam nos entardeceres humanos.

Para assegurar a liberdade pessoal, não basta proteger a de locomoção. O indivíduo não é livre, porque pode mudar de situação na superfície da terra, como o animal e como os corpos inanimados. Há liberdades, que interessam a personalidade ainda mais diretamente, e que são a égide dela. Tal, acima de todas, a liberdade de exprimir e comunicar o pensamento, sob as formas imprescindíveis à vida intelectual, moral e social do homem. Dar-lhe a faculdade mais extensa de deslocar-se, retirando-lhe a de pôr em comunhão as suas idéias com as de seus semelhantes, é infringir-lhe a violência mais degradante, a coação mais dolorosa, a ilegalidade mais provocadora, o mais insolente dos abusos de poder.

Para mim basta que tu existas em algum lugar, e não perderei a vontade de viver.

Fiódor Dostoiévski
Os irmãos Karamázov. São Paulo: Editora 34, 2019.

Basta um abraço. Nada mais que o silêncio de um abraço. Bastam uns braços. Os teus braços ao meu redor. Nada mais que a força do teu abraço em mim.
Basta um abraço. Um abraço que tudo acalma. Uns braços que nos protegem. Uns braços que nos envolvem e seguram. Que nos aquecem e acalmam.
Basta um abraço. O teu. Em mim.

⁠Existir, basta.

Consciência é Papel


Escrevo porque, às vezes, falar não basta.
Porque minha voz se perde no ar, mas as palavras escritas… elas permanecem.
Cada linha é um pedaço meu, uma confissão silenciosa que não precisa de plateia.


Aqui, não existe medo de julgamento.
Aqui, eu não preciso sorrir para suavizar minha dor nem me explicar para ninguém.
O que deixo escrito é a minha consciência escancarada, crua, nua.
É o reflexo do que penso quando tudo silencia, quando ninguém está olhando.


E não, não é drama.
Não é exagero.
É apenas o retrato de existir com o peso que carrego, tentando não incomodar, tentando caber no mundo sem fazer barulho demais.


Escrevo porque é o que me resta quando falar não funciona.
Porque aqui, neste papel, posso ser inteira.
Posso admitir o cansaço, a confusão, o vazio.
Posso dizer que às vezes a vida dói mais do que deveria, e que seguir em frente parece uma vitória silenciosa que ninguém vê.


Se você lê, talvez se reconheça.
Talvez sinta que essas palavras também são suas.
E, nesse instante, é como se eu não estivesse tão sozinha dentro delas.


No fim, é isso:
O que deixo escrito não é só texto.
Sou eu, inteira, existindo em palavras.
Mesmo quando o mundo prefere que eu me cale.

Nem tudo está perdido, basta você ter
força de vontade para lutar até alcançar
seus objetivos.

Não basta dizer que ama, tem que existir sentimento; se não há, pare com o fingimento.

Amando uma Mulher
(Santaroza)

Para se ter o amor de uma mulher
basta tão pouco...
Elas pedem tão pouco...
Elas querem tão pouco.

Elas querem companhia,
Elas querem alegria.
Se possível...
uma poesia!
Um beijo, uma flor
Um sincero amor.
Um parceiro de confiança.
Nem precisa aliança.
Pois no fundo,
são como crianças!

Mulher é um ser tão
especial e superior,
que sorri mesmo sentindo dor.
Ama sem complexo ou pudor.
E ainda nos faz pensar
que somos o ganhador,
quando na verdade,
sem elas somos o perdedor.

Portanto,,
para ter esse presente,
basta ser presente.
Ser sincero e permanente.
Ser carinhoso, depois amoroso!

E antes de ser gostoso,
ser jeitoso.
Dar antes de pedir.
Calar para ouvir.
Amar como
a flor e o beija-flor.

No juízo de Deus basta ser bom no último instante da vida para ser eternamente bom: No juízo dos homens basta ser mau em qualquer tempo da vida para ser eternamente mau. Se fostes bom, e sois mau, julgam-vos mal pelo que sois; se fostes mau, e sois bom, julgam-vos mau pelo que fostes; e se sois e fostes sempre bom, julgam-vos mal pelo que podeis vir a ser.

EXERCITANDO O PERDÃO

Perdoar é menos difícil do que pedir perdão. Para perdoar basta um pouco de compreensão, mas para se pedir perdão é preciso uma dose muito grande de humildade. Reconhecer o erro, desculpar-se e repará-lo é uma das atitudes mais nobres do ser humano. Alguns acreditam que agir dessa forma é rebaixar-se. Entretanto, esse pensamento só prevalece na mente das pessoas vítimas do orgulho e da vaidade.
Aqueles que têm a coragem de retratar-se, experimentam um bem estar tão grande que, por si só, vale por todo o esforço empreendido.
Experimente! Se você algum dia ofendeu ou desprezou alguém, deite-se num lugar confortável e, se puder, coloque no aparelho de som uma música orquestrada ou a que você mais gosta de ouvir, relaxe e converse mentalmente com essa pessoa, imaginando-a na sua presença, e se puder abrace-a carinhosamente. Use estas palavras que foram extraídas de uma mensagem do livro "Pedaço de Estrela" ditado a mim por diversos espíritos e editado pela Editora Aulus, as quais transcrevo a seguir:

"Perdoa-me, se na minha ignorância feri você. Talvez eu tenha sido um crítico muito severo detendo-me apenas na observação dos seus erros e falhas, esquecendo das enormes qualidades que você possui. Tive olhos para ver o argueiro em você, sem perceber a trave empanando-me a visão. Reconheço em mim algumas das fraquezas que encontrei em você, portanto, jamais poderia ter atirado a primeira pedra.
Compreendo, agora, que todos estamos matriculados na escola da vida na condição de eternos aprendizes e que somos passíveis de erros e falhas, por isso mesmo lhe peço, perdoa-me. A partir de hoje reconheço-lhe alma querida do meu coração.
Talvez você ainda não consiga perdoar-me e, com razão, mas tenho a certeza de que o Advogado Divino vai absolver-me porque nestas palavras coloquei toda a força do meu coração arrependido.
Guarde a certeza, alma querida, nas minhas preces lhe envolvo com especial carinho e, quando não puder exaltar suas qualidades, saberei calar as fraquezas que você e todos nós ainda possuímos e que só o tempo poderá apagá-las em nós.
Sonho um dia poder abraçar-lhe e, no clima do entendimento fraterno, lavar as nossas diferenças com as lágrimas do perdão.
Rogo a Deus que você encontre a paz e a felicidade que deseja, assim como, nesta atitude, encontrei a paz e a felicidade que tanto necessitava."