Baiana Linda
Há uma passagem linda na bíblia que diz: "Quando for a hora certa, Eu, o Senhor farei acontecer." Isaías 60:22
LUZGIRASSOL
No sertão da Paraíba,
onde o mandacaru vigia,
nasceu uma linda donzela
feita de encanto e poesia.
Chamaram-na Luzgirassol,
nome de ouro e claridade,
mistura de flor e estrela,
de beleza e suavidade.
Tem os olhos da manhã
quando o sol vem despontando,
e um sorriso tão sereno
que faz a seca ir passando.
No jardim onde ela mora,
entre rosas e alecrins,
parece um girassol vivo
enfeitando os seus caminhos.
As abelhas a cortejam
com seu canto laborioso,
vendo nela o doce néctar
de um destino venturoso.
Os passarinhos do campo,
do canário ao corrupião,
fazem festa em sua volta
como num grande mutirão.
Obra da mão da natureza,
mas também do Criador,
que moldou sua presença
com ternura e muito amor.
Quando passa pela estrada,
o vento muda de tom;
até a sombra das árvores
quer seguir seu caminhar bom.
Privilegiado será
aquele que ela escolher,
pois em seu jardim de afetos
há sementes a crescer.
E dos frutos desse encontro,
regados por devoção,
florescerão novas vidas
como espigas no sertão.
Luzgirassol é assim:
sol que nunca perde o brilho,
flor que transforma a paisagem
e ilumina cada trilho.
No sertão paraibano,
entre a terra e o firmamento,
vive essa deusa de luz,
girassol do sentimento.
O CÉU OLHA PRÁ MIM!
O céu olha prá mim
pelo brilho das estrelas,
fala dos sonhos reais
lindas histórias de amor,
variadas formas de nuvens.
O céu olha prá mim
pelo reflexo dos cristais,
pelo calor do sol,
na carícia dos ventos.
Pelas retinas do universo
a vida se eterniza,
para o céu olhar prá mim,
entre coração e estrelas
astros, planetas , luas...
no amor escrito,
nas entranhas do infinito.
O céu cuida de mim,
embalando dias e noites
risos , lágrimas, sol e chuva.
Alivia as minhas dores
espanta os meus pesadelos.
O céu olha prá mim,
pois tenho certeza
que nele estão os olhos de Deus!
JOÃO BATISTA BARBOSA.
-A lua hoje tá assim...redondamente linda!
Acho que ela tá grávida..rs
"Hoje é noite de LUAR."
Haredita Angel
12.08.14
O meu primeiro amor foi uma rosa, bem rosa, linda, e tinha o cheiro da minha mãe.
Mas ela murchou!
O meu segundo amor foi uma borboleta, linda, dourada feito ouro, tentei guardá-la numa caixa.
Mas ela fugiu!
O meu terceiro amor foi uma estrela, linda,
mais brilhante que um diamante, pensei que seria minha para sempre.
Mas, ela caiu no mar!
- Então eu aprendi que o amor é desapegar-se sem jamais esquecer a luz que nos tocou um dia .
Haredita Angel
07.03.26
✨️💕"...brilha...brilha...linda estrelinha...estrela brilhante no infinito estrelar...brilha...brilha...linda estrelinha✨️...no céu foi morar...ilumina...ilumina...nossas vidas...na terra caminhou...o mundo encantou...brilha...brilha...linda estrelinha✨️...no meu coração 💕...eternamente...vai estar...brilha...brilha...linda estrelinha✨️...qualquer dia...a gente se encontra...e neste dia...iluminado...pelo brilho de nosso olhar...mais uma estrela✨️...o céu vai conquistar...brilha...brilha...linda estrelinha...para sempre...vou te amar...para sempre..."💕✨️
Tinha comigo a melhor das rosas,
A mais linda das flores.
Junto ao meu corpo, conduzia um regador.
Regava-a até o seu florescer.
A rosa, ainda tímida, encolhia-se quando via perigo.
Contudo, levantava as pétalas quando via seu amigo.
Faça Sol, faça chuva, ele sempre estava lá para a regar.
Quando a tristeza batia, a flor, de sua mão, nunca saía.
Ela dava-lhe o seu olhar.
A lua cheia daquele mês avisou da sua chegada;
O rapaz - com ânimo excepcional - beijou-lhe a mão para irem ao encontro da convidada.
A flor aceitou com um grande pulo de alegria, chocando assim os olhos daquele que lhe propôs o divertido encontro.
A flor e o rapaz correram pelo vale campestre e escorregaram no campo.
A moça - comovida com tudo aquilo - gargalhou um canto.
O rapaz - com os olhos presos ao fio que a prendia - sorria para a situação.
Ela levou-lhe sua mão; ele beijou-lhe mais amavelmente que antes.
Eles dançavam,
Eles se amavam,
Eles riam,
Eles se viam.
A noite se foi como o sopro de uma forte ventania;
Os dias - carregados por um coche - não paravam para deixar seus cavalos aspirarem o ar, que lhes dava energia.
A moça não o via mais com tanta frequência;
O rapaz - tomado por um ato de desespero - pedia-lhe a mão para correr pelo céu.
Ela não o respondia da mesma maneira.
Ele enviava-lhe cartas recheadas, mas, de sua querida, recebia meia dúzia de letras.
Os pássaros pararam de gorjear, mantiveram-se quietos em respeito à lucidez daquele que, com sua voz, ajudava-lhes a cantar das mais diversas canções.
As árvores - cuidadas e podadas todo ano por ele - encontravam-se turvas, em luto por aquele que lhes dedicava tanto zelo; suas folhas murcharam e destacam-se dos galhos que lhes davam sustentação.
O campo - que costumava ser rodeado e cuidado pelos lindos animais e pela cadeia alimentar destes - perdeu suas gramíneas, sua vivacidade e aquilo que mais temia: aqueles que, em seu solo, desfrutaram da mais bela benção que o ser humano é capaz de ser presenteado; em compasso com os outros, observava o rapaz e o lia.
O jovem - em prantos com a vida que levava - prostrou-se no chão e suplicava a Deus com a mão no coração.
“Por que me deste aquilo que tanto Te pedi para que, com uma frieza cruel, tirar-me?”
O cenário convergia sua visão àquele que implorava por respostas. A partir deste momento, tudo estava íngreme.
“Por que quando experimento da felicidade dada pelas Tuas mãos, tu a tiras de mim? Então, Pai Celestial, meu Deus, por que me concedeste a dádiva do amor se tinha em Tuas mãos, Pai, um fio amarrado em Teu mindinho para puxá-la de volta a Ti?”
As aves - com as penas caídas e descoloridas - aconchegaram-se no rapaz, que, naquele instante, com as lágrimas na mão e regando o chão com elas, era dominado pela mais intensa sanha.
Ele batia contra o chão; o campo soltava um gemido doloroso a cada vez que sofria, mas não se importava, pois aquele que mais lhe regou se sentia desconexo com aquele que lhe deu a vida.
“Diga-me, Senhor dos Céus, com qual objetivo Tu me sopraste com a vida? Fora para teres o luxo de me ver o sofrimento alheio?”
“Por qual razão, Deus, Tu, com um arsenal infinito de força, fazes da minha vida um grande paraíso para o Diabo?”
O campo, as aves e as árvores, todo o meio campestre derramava o gelo derretido de suas faces.
O jovem - ainda prostrado - prosseguiu com um longo silêncio.
Ele estava sem meio,
Enxugando as lágrimas, caminhou para longe.
Não se sabe em qual sege adentrou, mas que a razão não é mais aquilo que o tange.
Ele desmoronou sua estrutura no campo;
Este - gentilmente - enrolou-o num grande cobertor que lhe protegeria do frio que ali costumava a castigar.
As aves lhe beijaram o lábio;
As árvores, suor que escorria em seu olhar;
O campo, o braço que costumava regar.
O céu, cansado de tanto azul, se esvaiu.
Essa cara linda vai mudar, aproveite enquanto a tem.
Exiba a sua beleza, deixe seu peito bronzeado, caia no mar.
Prenda linda do Rio Grande,
Perfeita que nem à Natureza,
Em qualquer chão que tu ande,
Deixa para os fãs à beleza...
Sérgio o Cancioneiro.
Manhã de Primavera,...
Em meio à Natureza,...
Visão linda que impera,...
Aos olhos de quem vê tua beleza,...
Bela feliz e sorridente,...
Adoro ver-te contente,...
Por que te amo minha Princesa....
Mulher linda, divina,
Esse jeitinho de menina,
Que o meu instinto seduz,
Vejo no teu olhar a luz,
Impulsionando-me para um mundo,
De um desejo profundo,
Deste teu corpo macio,
Que me faz sentir calafrios,
Na ânsia de beijar tua boca,
Te fazer ficar bem louca,
Realizando esse meu vício...
Olá minha musa Sher Leide, linda meu ENCANTO,
Olhos tão lindos que me fascinam de ALEGRIA,
És a inspiração do meu CANTO,
Também da minha FANTASIA,
És meu sorriso és meu PRANTO,
És a loira da minha POESIA...
Sérgio O Cancioneiro
Musa linda MINHA,
Aqui estou a te ESPERAR,
Vem minha BONEQUINHA,
Estou indo te ENCONTRAR,
Faze-la minha RAINHA,
Num jeito louco de te AMAR...
Por mais linda china que tu SEJA,
E não é pela tua BELEZA,
Que eu vou pra ti CABRESTIÁ, (cabrestear)
Sou bem assim desde PIÁ,
Minha estrada é longa XIRUA,
Não vai ser por causa TUA,
Que vou viver CHORAMINGANDO,
Por que em qualquer lugar que ANDO,
Eu sempre encontro um APEGO,
Pra deitar nos meus PELEGO, (pelegos)
E me fazer um CAFUNÉ,
E se fazer minha MULHÉ, (mulher)
Se curvando nos meus BRAÇO, (braços)
Preenchendo meu ESPAÇO,
Se acomodando no meu NINHO,
Pois tudo que quero é um CARINHO,
Pois com esse teu jeito empinado e MESQUINHO,
Tudo contigo é ESCASSO...
