Avivamento
A igreja que faz um avivamento espiritual é tocada, guiada e movida pela ação do Espírito Santo, trazendo com seus esforços e propósitos os frutos da santificação.
Quando buscamos por avivamento estamos pedindo que Deus continue fazendo justiça em relação ao pecado, e agindo com misericórdia em relação ao pecador.
Aqueles que andam em santidade reconhecem que ela é a base do avivamento e do arrependimento. Portanto, aqueles que desejam viver continuamente nessa realidade devem compreender que o amor é o princípio fundamental, pois o amor é o vínculo com a perfeição.
Só haverá Avivamento comunitário e pessoal quando a Palavra de Deus for o centro do culto e das nossas vidas. O resto é manipulação e emocionalismo fabricado pelos charlatães gospels.
Dias chuvosos, céu profundamente emocionado, desabafo, avivamento, angústia, acolhimento, razão para uma boa leitura, um descanso necessário, quiçá, para uma aventura, o enaltecimento do sabor de um lugar confortável, do calor durante o frio através de sentimentos simplesmente acalorados, transmitidos pelas gotas da chuva em diversos momentos, um diferente do outro, reflexo de um coração emotivo que faz os olhos choverem, menção a uma mente que necessita de equilíbrio, que em pensamentos expressa o que sente semelhante ao poeta que se utiliza da inspiração para criar versos que expressem aquilo que está presente no seu íntimo, uma forma de aquecer o seu próprio coração, de conseguir um certo alívio, um nexo de muita emoção, uma interação inconfundível.
Avivamento é uma expectativa de todo homem nascido de Deus que deseja ganhar muitas almas para Cristo. Mas é notório o exagero em muitos ministérios. Vemos com naturalidade divulgação de congressos e seminários nas igrejas com o temas como: “Avivamento aqui às 19 horas de domingo”. É como se pudéssemos simular um avivamento.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Um cessacionista tentando ensinar sobre Avivamento seria tão patético como um ateu ensinando sobre o lugar secreto de comunhão com Deus.
"AVIVAMENTO,É O DESPERTAR DA HUMANIDADE A CONÇIENÇIA DE DEUS MEDIANTE O INTERIOR ATRAVÉIS DO ESPIRITO SANTO".
Agosto de 1946, cidade de Camden, Arkansas. É o segundo avivamento conduzido por William Branham, mas, devido à sua importância para o movimento evangélico, foi considerado como o "Divisor de Águas". O avivamento de Camden destruiu o paradigma evangélico de que Deus não atuava mais milagrosamente entre seus filhos. Camden, uma cidade com apenas 15.000 habitantes seria o começo verdadeiro do ministério evangelístico que resgataria a fé apostólica em cura divina e os dons espirituais. O primeiro avivamento de William Branham aconteceu em St. Louis, Missouri. As novas das curas e milagres acontecidas em St. Louis espalhara-se como "fogo na palha" pelos estados do Sul e meio-oeste americanos, surpreendendo a todos que ouviam a história de como um anjo comissionara um pregador a levar um dom de cura divina a todo o mundo. A campanha de Camdem, organizada pelo Rev. Adams, iniciou-se com uma carga excepcional de ceticismo entre os presentes. As novas de que aleijados, cegos, surdos e outras enfermidades foram curadas em St. Louis, Missouri, pela oração , em nome de Jesus, do até então desconhecido William Branham, trouxe uma audiência totalmente movida pela curiosidade, esperando ver com seus próprios olhos o que se ouvia de boca em boca. Durante seu sermão, o Rev. Branham tentou convencê-los de que Deus enviara seu anjo e que ele estava ali, presente. Em dado momento, a atmosfera de incredulidade e ceticismo mudou repentinamente. Parecia que uma presença sobrenatural se fazia sentir pois as pessoas começaram a olhar ao redor, incomodados por um sentimento indefínivel, que não conseguiam compreender. O Rev. William Branham também sentiu. Do púlpito onde estava ele viu um redemoinho, um círculo de fogo entrando pelas portas do fundo do ginásio. "Eu não preciso mais falar sobre o anjo, pois ali vem ele", disse o reverendo. O fogo sobrenatural adentrou o ginásio, movendo-se pelo corredor. Ao verem aquela forma inacreditável movendo-se acima de suas cabeças, a multidão alvoraçou-se. Mulheres e crianças desmaiaram. Outros recuaram assustados. A presença sobrenatural abalou a multidão presente. A incredulidade dissolveu-se como "fumaça ao vento". O ginásio, lotado, viu aquele fogo sobrenatural. Não foi uma, duas, três pessoas, mas umas três ou quatro mil pessoas (quantidade incerta). A presença sobrenatural do anjo de Deus se fêz visível, dissolvendo o ceticismo. Quando a luz adentrou o ginásio, um ministro Batista, assentado em uma cadeira de rodas, estava posicionado no corredor, na frente. Quando a luz passou sobre sua cabeça, ele rapidamente se livrou de sua cadeira, louvando a Deus em alta voz, entusiásticamente. A multidão, em estado de choque, ao ver um aleijado lançar fora sua cadeira de rodas, foi elevada a um estado de fé indescritível, já pujante devido à manifestação sobrenatural. Eles estavam ali para verem com seus próprios olhos as curas e milagres. Mas, o que eles viram foi muito mais do que isto. A manifestação sobrenatural diante de milhares de pessoas era, para eles, uma prova incontestável do poder de Deus. A luz sobrenatural avançou até o púlpito, até´pairar sobre a cabeça do Rev. Branham. O reverendo Adams estava do outro lado do púlpito. Neste instante, um repórter presente levantou-se rapidamente e tirou uma fotografia (foto no site: www.biblebelievers.org) da luz sobrenatural. Diante deste quadro inacreditável, inusitado da presença de Deus, a fé das pessoas atingiu um patamar, uma intensidade indescritível. Curas e milagres aconteceram às centenas. O reverendo orou pelos enfermos até depois da meia-noite, encerrando o culto quando seu braço ficou totalmente dormente. Já de manhâ, enquanto orava em seu quarto, ouve-se uma discussão próximo à sua porta. Era o repórter que estava na reunião da noite. Um funcionário do hotel barrara-lhe, quando tentara abrir a porta do quarto do reverendo, situação resolvida quando William Branham interviu, convidando-o para entrar. Este estende-lhe uma foto, em preto e branco, tirada na reunião anterior. Nela, William Branham estava de pé, na plataforma, enquanto sobre ele pulsava a luz sobrenatural. "Irmão Branham" , diz o repórter: "Eu admito que no inicío eu era céptico. Pensei que a história do anjo e cura era psicologia. Mas aqui está nesta foto. Há quatro luzes espaçadas e uniformemente posicionadas abaixo da galeria. Eram as únicas luzes atrás de você. Isto significa que esta luz pulsando ao redor de sua cabeça é algo sobrenatural." "Eu pertenço à igreja Batista, mas eu quero o Espírito Santo da forma que você o tem." Antes que o reverendo pudesse abrir a boca, alguém bate à porta. Era a gerente do hotel. William Branham mostra-lhe a foto. "Esta é a razão pelo qual estou aqui", diz ela. "...eu estava ali a noite passada e vi esta luz também." "...irmão Branham, eu - eu quero ser nascida de novo". Os três, humildemente ajoelham-se e ambos, a gerente e o repórter, rendem-se completamente à Deus. Um pouco mais tarde, um garoto vem entregar ao reverendo um telegrama de um desconhecido Rev. G.Brown, pedindo a Branham para ter reuniões em Litlle Rock, Arkansas. O garoto se dirige ao reverendo, comovido: "Meu papai tinha algo errado em suas costas por anos. Na noite passada ele foi curado e hoje ele está diferente. É como ter um novo papai. Eu quero conhecer Jesus também." "Abençoado seja seu coração, filho", diz o reverendo: "Entre e feche a porta. Você pode encontrar Jeus bem aqui. Não é difícil". Colocando seu chapéu no chão e ajoelhando-se tal qual o repórter e a gerente do hotel momentos atrás, o garoto entrega seu coração a Cristo. A jornada de fé e milagres, no avivamento de Camden continuou ao longo da semana. Cada vez mais a multidão crescia, movidos pela inacreditável história de que Deus estava manifestando-se de maneira estraordinária na cidade, de maneira sobrenatural, visível e palpável aos olhos humanos. Os cultos de cura prolongaram-se até depois da meia-noite, com o reverendo Branham orando por uma interminável fila de pessoas. E assim foi até o último dia de avivamento. Ao término da campanha, na mesma cidade, estava agendado para o Rev. Branham pregar em uma congregação local, no domingo de manhâ. Após o culto, escoltado por quatro policiais, o reverendo se dirige ao carro do Rev. Adams. A multidão se espremia para ver o Reverendo, enquanto este passava. Os policiais continham a custo a multidão afastada. Enquanto se dirigia ao carro, entre a massa de pessoas, o Rev. Branham ouve alguém gritar: "Tenha misericórdia! Tenha misericórdia!" Procurando ao redor, ele vê um ancião de cor, junto a uma mulher, distante da multidão de cor branca, em um outeiro. William Branham pára, um sentimento indefínivel, de alguma maneira ao Sr. de cor, de pé no outeiro próximo. O reverendo caminha em sua direção. Um dos policiais que o escoltava pergunta-lhe: "Aonde você vai, reverendo?" " O Espírito Santo quer que eu vá onde está o homem de cor," responde-lhe. "Não faça isto", adverte o policial. "Com todas estas pessoas brancas ao teu redor, você vai causar uma revolta. Isto é o Sul". "Eu não me importo quais são suas leis . O Espírito Santo está me dizendo para ir falar com aquele homem" . William Branham, juntamente com os policiais, dirigem-se ao outeiro onde estava a mulher e o homem de cor. "Querido, aí vem o pastor", avisa ela ao seu acompanhante, alto o suficiente para o reverendo ouvir. Os poilicais formam um anel protetor ao redor de William Branham para manter a multidão afastada, enquanto este pergunta ao ancião: "Posso te ajudar, tio?" O homem levanta a cabeça na direção errada da do reverendo, demonstrando que era cego. O ancião gagueja: "É - é você, pastor Branham?" "Sim, tio." O ancião passa as mãos por sua face. "Oh, você é um jovem", surpreende-se ele. "Não muito", diz o reverendo. "Eu tenho estado enclausurado em um pensão para cegos por dez anos. Eu moro a 320 quilômetros daqui. Eu nunca ouvi falar de você em minha vida até esta manhâ. Por volta das três horas da manhâ eu acordei em meu quarto - é claro, eu não posso ver nada - e olhei, e bem distante de mim estava minha velha mâe. Ela já morreu há muitos anos; mas quando estava viva, ela tinha uma religião como a que você tem. Minha mamâe nunca mentiu em sua vida. Esta manhâ ela estava ali e disse: ´Filho querido, levante-se, coloque suas roupas e vá até Camdem, Arkansas. Pergunte por alguém chamado Pastor Branham e você terá sua visão´. Então aqui estou eu. Você pode me ajudar?" O reverendo comove-se, ao ouvir o ancião. Colocando sua mão sobre os olhos do homem, ele ora: " "Pai celestial, eu não entendo sua mâe vir até ele em um sonho, porém eu te peço no nome de Jesus para dar de volta sua visão". A multidão ao redor começa a alvoraçar-se, deixando os policiais em dificuldades. William Branham vira-se para sair, não sem antes ouvir o homem dizer calmamente: "Obrigado, Senhor, obrigado". Sua esposa pergunta-lhe, espantada: "Querido, você vê?". "Certamente que eu vejo. Eu te disse que se eu viesse aqui eu veria. Olhe ali", apontou o carro usado por William Branham. "Vê aquele caro ali? Ele é vermelho". "Oh Jesus !" Grita sua esposa, abraçando-o entusiasmada. A multidão entusiasma. Os policiais escoltam o Rev. Batista William Branham em segurança ao seu carro.
Quando a graça e o amor de Deus se unem em favor das pessoas, nasce em cada coração o avivamento e o quebrantamento mostrando-nos que mesmo presos interiormente, somos livres quando cremos nas verdades de Deus.
É lindo o avivamento da chuva na sutileza de um linda flor com sua essência de ternura e austeridade, uma demonstração de amor, um ato de bondade de um grande resplendor.
O passar do tempo vem deixando-te cada vez melhor
por trazer avivamento à tua alma,
a cada dia ficas mais bela,
o teu resplendor não se apaga,
permaneces relevante,
cada vez mais intensae mais excitante
semelhante à "Noite Estrelada"
de Van Gogh,
um vinho de uma rica safra,
atrais muitos admiradores,
uma música que ser torna clássica
por não deixar de causar a sensação
que causa, por continuar a fazer sentido,
esta última parte pode ser comparada com a luz do teu sorriso,
portanto, quero tomar várias taças
de ti, quero contemplar os teus belos e intensos traços, ouvir o que tens a dizer, quero poder fazer-te sorrir,
aquecer-te em meus braços,
és uma mulher muito interessante
que inspira os meus versos,
deixa o meu ânimo renovado,
muito mais do que eu mereço,
então, se eu te enalteço,
é o mínimo que faço a teu respeito.
O Avivamento Wesleyano do Século 18 veio Para Transicionar a Igreja Para outro Nível.
Até a primeira geração de Metodistas, o protestantismo era moroso, frio e intelectualizado. O protestantismo precisava ser purificado, avivado e revitalizado. E isto aconteceu com o Avivamento Wesleyano no século 18.
John Wesley viveu na Inglaterra do Século XVIII, quando o protestantismo, em todas as suas denominações, estava definhando, perdido em discussões filosóficas, sem nenhum impacto na sociedade. O protestantismo daqueles dias ao invés de influenciar, estava sendo influenciado, de maneira alarmante, pela apatia religiosa e pela degeneração moral. Dentre aqueles que não se conformavam com esse estado paralisante da religião cristã, sobressaiu-se John Wesley. Wesley e seus amigos do clube santo, não se deixaram influenciar pelo ceticismo cínico e nem pela libertinagem.
Foi nesse contexto, que o Avivamento Metodista de um novo e maior dinamismo no protestantismo daqueles dias, marcando gerações inteiras até os nossos dias.
Oremos para que Deus aqueça nossos corações novamente e façamos do mundo a nossa paróquia.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor e Unção do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Avivamento Cessacionista
Eu sei que é o cúmulo do absurdo, mas vamos fingir demência e prosseguir no raciocínio.
Quando um “pastor” CESSACIONISTA diz à sua igreja cessacionista: "Vamos orar por um avivamento", a que avivamento eles se referem?
A) Ao avivamento de Jerusalém, em Atos 2, onde os dons foram abundantes?
B) Ao avivamento da Alemanha, no século 16, Reforma Protestante, onde sonhos, os dons da fé e da profecia foram abundantes?
C) Aos avivamentos dos grandes avivalistas John Wesley, George Whitefield, Jonathan Edwards, Charles Finney e D. L. Moody, nos quais revelações especiais e manifestações físicas incomuns foram abundantes?
D) Ao avivamento pentecostal da Rua Azusa, onde línguas, profecias e curas foram abundantes?
E) A um avivamento que não existe, no qual os dons do Espírito Santo não possam ser distribuídos, reações físicas sejam as mais contidas possíveis e nenhum barulho exista?
Como disse Leonard Ravenhill:
“Quando oramos, cometemos a imperdoável arrogância de suplicar que o Espírito Santo venha a nós com sua graça - mas não com seus dons”.
Pense nisso, ore por um avivamento e ótimo final de semana!
Que o Fogo de Deus aqueça nossos corações, Marcelo Rissma.
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