Aviao sem Asa Fogueira sem Brasa sou eu assim sem
E a cada taça que esvazia
ela se sente mais serena.
Assim já não mais temia
o que a distrai e a envenena.
Se você acha que tá bom assim. Ou prefere assim. O que posso te dizer. A não ser ok. Mais tente se manter intacta das quedas e dos tombos que a vida te da. Porquê tudo que desejo é o seu precioso bem. Mantenha a mente aberta. Não se feche pra sua própria vída. Não se esqueça apenas quero o seu melhor. E o seu melhor só você que deve sabe o que realmente é melhor. As vezes por experiência própria ou por ter um simples gosta por ti. Me faz o seu íntimo invadir.
J. A. N
Somos desejo se tornando vontade, assim sofremos pelos desejos que buscamos em nossas vontade, corremos tanto atrás de nossos desejos que esquecemos que somos movido pelas nossas vontade, vivemos querendo o mundo conguistar, e nem sabemos que aqueles que partiram também os seus desejos foram buscar, as vezes sofremos em busca de um desejo descontrolado e perdemos o sentido da vontade, vida que vivemos em tantos desejos que esquecemos do nosso maior desejo, que é amar, escrito por Armando Nascimento
Muitas vezes, o erro está em querer tanto estar certo, em insistir em ter razão e, assim, acabar ignorando a voz de Deus.
Pior q a vida é assim...a gnt quer muito fazer planos e tá tudo certo, devemos!
Mas ficamos tão presos no amanhã que não vivemos o suficiente, o extraordinário hoje!
Minha cabeça é muito forte, trabalhei muito para ser assim. É uma coisa boa que tenho, não só o futebol, mas a cabeça bem centrada.
Há amores que não pedem casa, pedem abismo. O nosso foi assim: intenso, especial, mas inabitável. Não por falta de sentimento, mas por excesso de medo. Não por ausência de amor, mas por incapacidade de o sustentar no mundo real. O que existiu entre nós nunca foi pequeno... apenas nunca encontrou chão.
Nós nos amamos no território onde tudo é permitido: na palavra, na promessa, na eternidade abstrata do “para sempre”. Ali, o amor era livre, belo, absoluto. Mas quando se aproximava da vida concreta (do tempo, das escolhas, das consequências) ele recuava, tremia, se escondia. Amar, para nós, não era encontro: era vertigem.
Você me amou sem me escolher. Eu te escolhi sem poder te ter. E nesse descompasso, criamos um laço feito de presença e ausência, de retornos e fugas, de silêncios que gritavam mais do que qualquer declaração. Não foi mentira. Também não foi completamente verdade. Foi sentimento sem morada.
O que nos uniu não foi a possibilidade de ficar, mas a impossibilidade de partir por completo. Eu fui o lugar onde você sentia sem precisar decidir. Você foi o lugar onde eu esperava sem poder avançar. Um amor clandestino não por traição apenas, mas por existir fora do tempo certo, fora da coragem necessária.
E ainda assim, isso não me diminui. Nem te transforma em vilã. Mas nos impede de seguir.
Porque há amores que não adoecem por falta de afeto, e sim por falta de destino. Eles não morrem... suspendem. Ficam pairando como uma música bonita demais para ser interrompida, mas dolorosa demais para ser repetida.
Talvez seja isso que fomos: um amor real demais para ser esquecido, e impossível demais para ser vivido. E amar assim é belo, mas ninguém mora no abismo.
Corremos em velocidade máxima, mas ainda assim não alcançamos o que é essencial. A pressa nos empurra para frente, porém não nos ensina o caminho. Somos corredores do cotidiano, gastando forças dia após dia, sem direção clara e sem a certeza de que estamos indo para onde realmente importa. Avançamos muito, conquistamos pouco, e quase nunca paramos para compreender o sentido da própria corrida.
Vivemos cercados por mistérios, enigmas e segredos que a vida nos apresenta como metáforas e parábolas silenciosas. Elas não existem para confundir, mas para provocar consciência. No entanto, preferimos ignorá-las, tratando o tempo como inimigo, quando ele é, na verdade, o juiz que pesa nossas escolhas. Tudo é colocado na balança do tempo, e nela se revela o que foi superficial e o que teve valor.
O grande problema não é a falta de respostas, mas a ausência de equilíbrio. Não aprendemos a medir nossos passos, nem a reconhecer o momento de parar, refletir e corrigir a rota. Enquanto não entendermos que correr não é o mesmo que avançar, continuaremos exaustos, carregando perguntas sem respostas e repetindo erros antigos. A verdadeira evolução começa quando trocamos a velocidade pela consciência e aprendemos, enfim, a caminhar com sentido.
Quando as pessoas decidem trilhar caminhos diferentes, mesmo assim, até o epílogo, permanece um reino de sentimentos, apreço, consideração e respeito. Este capítulo será registrado no diário de bordo de suas vidas e, assim, jamais será deletado ou esquecido.
Nada mais gratificante do que ser lembrado e ser lembrado com carinho. Assim, agradeço ao Criador por ser merecedor e dizer que o meu carinho está nas estrelinhas no firmamento sorrindo sempre com o olhar daqueles que me querem bem.
O mal não pode vencer o bem. O bandido não pode vencer o mocinho, assim como Tom nunca pode derrotar Jerry. Ao olhar ao redor, vemos, ouvimos e sentimos uma desesperança que tenta nos confinar — mas este é o momento de reagir e jamais aceitar.
Há pregadores da esperança que vivem órfãos dela — e, assim, encontram nobre sentido para suas vidas.
Jeremias 17:5
“Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem,
que faz da carne mortal o seu braço
e aparta o seu coração do Senhor.” Esse versículo ensina que colocar a confiança total nas pessoas, e não em Deus, leva à frustração espiritual.
Escreveu Nietzsche:
"A serpente que não muda de pele, perece. Assim também os espíritos que não mudam de opinião, deixam de ser espíritos"
Trilhe pelos jardins dos seus pensamentos e mude o que for necessário; assuma com coragem o que se é e celebre com amor a existência!
ASSIM NASCEM OS ANJOS
Em algum lugar, um novo país nasce — com muitas cores e várias raças.
Em assembleia, os líderes desse nascente país, incomodados com a diversidade do povo, se reúnem e decidem que determinados grupos da sociedade são inferiores devido à sua cor, religião ou origem humilde.
Bombardeado com propagandas pseudocientíficas encomendadas, piadas racistas em programas de televisão e reuniões de família, além de mitos e deuses religiosos criados com os traços e os valores desses líderes, parte do jovem povo começa a interpretar que aquilo é realmente verdadeiro. Que aqueles grupos são, sim, intelectual, racial e moralmente inferiores e, portanto, não são merecedores de respeito e empatia.
Os grupos estigmatizados começam, então, a ter dificuldades para encontrar emprego e, quando encontram, geralmente recebem salários muito mais baixos que os demais — sempre em profissões de pouco ou nenhum reconhecimento dentro da sociedade.
Como consequência, tem o acesso aos serviços básicos prejudicado.
Empurrados para as periferias, sem casa própria, sem acesso à água, esgoto, saúde, segurança, justiça, cultura ou educação transformadora, não conseguem aparecer. Não de forma positiva. Toda a estrutura à sua volta tem o único objetivo de inviabilizar seu desenvolvimento.
Comem mal.
Dormem mal.
Sonham mal.
Relacionam-se mal.
Morrem mal.
E como morrem!
Subir um degrau qualquer na escada social não é explicitamente proibido, mas é praticamente impossível. Os grupos são capazes, mas foram desacreditados de tal modo que às vezes chegam eles próprios a desacreditar. Mesmo assim lutaram. Lutaram muito. Sem muito sucesso.
E os líderes tornaram-se a elite do jovem país.
Gente apta, meritocrática, com uma superioridade moral e ética de causar inveja a qualquer humanista.E confirmam, orgulhosos, a decisão tomada inicialmente e que serviu de base para a nova nação:
— Tá vendo como tínhamos razão!
"deveria haver um pre-requisito antes de certas pessoas tentarem ser pai ou mãe...assim teríamos pais de verdade e filhos bem melhores e como consequência..um mundo melhor."
Não há ideia que nasça no amanhã.
O que chamamos de hoje já foi pensado ontem
e, mesmo assim, chega atrasado.
Arquivamos decisões como quem acredita
que o tempo obedece prazos.
Mas o hoje não executa promessas,
apenas revela o que foi adiado.
Não existe ideia antecipada,
existe coragem ou fuga.
O amanhã não cria —
ele apenas expõe
o que o hoje teve medo de fazer.
Quem vive esperando o momento certo
descobre tarde demais
que o tempo não espera ideias,
apenas passa
e cobra.
Nós, os livros e a vida.
A vida é assim: somos como livros.
Lemos, e somos lidos.
Vamos escrevendo nossa história, e somos escritos por Deus também;
Lá um dia, seremos fechados e depositados numa grande estante, onde já se encontram outros livros.
Mas por ali sempre vai passar alguém que irá tomar um livro daqueles e o lerá.
E o que aprender daquela história lhe ajudará na escrita e compreensão do próprio ser.
Somos letras, e escrita. Somos como livros.
Assim é a vida.
(Fabi Braga, 15 e 16/11/2025)
