Aviao sem Asa Fogueira sem Brasa sou eu assim sem

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⁠Eu não sou mais o que era
Do tempo que já passei
Eu libertei minha fera
Sou hoje o que me tornei.

Santo Antônio do Salto da Onça RN

Inserida por gelsonpessoa

⁠Sem amarras

Eu não preciso dizer
O que eu sou realmente
Eu não preciso fingir,
Preciso ser eu somente
Eu não preciso agradar
Pra poder me destacar
E viver aparentemente.

Santo Antônio do Salto da Onça/RN
23/11/2023

Inserida por gelsonpessoa

⁠Cidadão do infinito

Certa vez me perguntaram
Se eu sou de algum local
E eu fui e respondi
Que eu sou universal
Pois onde quer que eu esteja
Eu me sinto bem normal.

Santo Antônio do Salto da Onça/RN
23/11/2023

Inserida por gelsonpessoa

Eu sei que cometo erros,
Sou carne & osso e poesia.
Eu sou centelha de luz,
Sou real, sou fantasia.
Sou memória e esquecimento,
Um ponto no firmamento
Que some no fim do dia.

Santo Antônio do Salto da Onça RN
18/04/2024

Inserida por gelsonpessoa

⁠⁠Eu sou feito de pedaços
Sou retalhos de cetim,
Sou uma longa canção
Sou melodia sem fim
Sou verso, sou poesia
Sou algo que contraria
Eu sou o não, sou o sim!

Santo Antônio do Salto da Onça RN
10/04/2024

Inserida por gelsonpessoa

Quando falam mal de mim
Aí então me pergunto
Será que na mesa deles
Eu sou o melhor assunto?

⁠Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
18/11/2024

Inserida por gelsonpessoa

⁠Não sou antissocial
Eu tenho idéias boas
Ás vezes acho que eu sou
Anti algumas pessoas.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
23 Fevereiro 2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Calem-se os Sábios nesta hora! Pois Deus diz..
Eu sou o Senhor, O Deus que ao Ser existencial, fiz!

Inserida por Helder-DUARTE

Ouve as minhas palavras!... E saberás quem eu sou!

Inserida por Helder-DUARTE

Não Sou do Niilismo! Nem desse movimento.
Está totalmente errado, esse sentimento.
Eu sou antes de tudo, um sofredor...
Mas sei em quem creio, apesar da dor!!!


EU CREIO EM DEUS, EM DEUS, EM DEUS...
NÃO ESTOU NO VÁCUO, COMO ESSES.
APENAS SOFRO, SOFRO... PESARES MEUS.
E NÃO, COMO AQUELES, DELES...

Estou mal , em baixo, sem força...
Mas tenho esperança, ainda...
Ainda... Contudo, carrego una pesada trouxa.


Mas espero em Deus, em Deus,,,
E na sua nova, aqui vinda!...
Por isso canto, cânticos, estes seus!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Os Cisnes


O que sou?!...
Já que só estou.
Sou eu...
Só, neste ser meu.


E este eu...
É ainda amigo, teu.
Estando nesta solidão,
Se deixares, te darei a mão...


Para ânimo, darmos,
Aos brancos cisnes...
Para com eles, juntos nadarmos...


Em lago este. E às aves, cantarmos.
Novos cânticos rítmicos...
Para que nadem firmes, os cisnes!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Pintor

Eu sou um pintor de lindos poemas,
que falam do meu muito amar!...
Pinto desenhos de palavras feitos, de temas,
de pelo bem ter tanto mas tanto lutar.

Os meus quadros, são obra de grande arte.
Eles ficam para sempre no museu belo,
do cântico eterno que no universo faz parte.
Porque afinal, por isso eu sempre velo!

Pinto o que me vai na alma, de profundo,
até que em mim vá aparecendo o total,
do ser lindo e todo para sempre unido.

Pinto o fim das coisas, como serão,
no dia em que o existir, será sem mal,
Nos sempre dias, que cedo, virão!
HelderDuarte

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Estrada

Não penseis que sou contra Deus, isso não sou.
Antes em ele, muito eu sempre muito estou...
Não sou nenhum "santinho" de um altar edificado,
e pelos humanos sempre muito adorado !...

Caminho em uma estrada longa, com muitas pedras,
que a meus pés magoam e ferem tanto! Tanto! Tanto!
Que com dificuldade caminho e com muito pranto.
É a estrada de muitas e tantas, caminhantes pessoas.

Caminhantes no meu longo caminhar, até ao fim chegar,
Comigo caminham, mas não me dão a sua mão a me levantar.
Neste caminho em que todos nos devíamos sempre ajudar.

Mas comigo vai o meu guia, que das pedras me desvia,
até que na cidade eu tenha o meu lindo e desejado entrar,
e nela eu cante, uma canção, ao som da música que já se ouvia!

Inserida por Helder-DUARTE

Liberdade


⁠Eu sou eu, igual a mim só eu, não outro,
com os defeitos muitos em meu ser.
Eu existo, para fazer todo o meu dever.
De outro ou deste meu sempre modo.

Eis que muita gente eu incomodo, pois sei.
Mas também por muita gente, já eu passei,
que muito me incomodaram tanto a mim.
Mas não é por isso que eu incomodo assim.

Antes eu faço isso, porque nas minhas entranhas,
há uma lei, que me faz não ter de falar, vergonhas.
Isso faço eu, para os outros eu muito edificar.
Neste tempo em que há tanto, mau julgar.

A lei que me faz tanto eu escrever e falar,
Essa lei me vai naquele dia também julgar.
Ouvi pois povo do mundo, a lei do vosso interior,
mas ao mesmo tempo ouvi também, a lei superior.

Pois assim deveis vós sempre isso fazer,
para que possais em vós muito ter,
Uma lei de toda a verdade,
e ensinar o povo a ter sempre liberdade!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Laodiceia

«Igreja de Laodiceia»!...
De novo contigo falo...
Eu que Pai sou, da existência,
Em relação a ti, ainda não me calo.

Lembra-te, que não estás em mim!
Mas em ti estás.
Caminhas para o teu fim,
Pois em ti não há paz.

A verdadeira espiritualidade,
É a minha...
Que é a verdade.

Precisas de amar...
Mas sem vida,
Amor não podes dar!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Inferno

Paixão infame, tenho eu em mim, como todos os humanos,
não sou mais santo, que outros e que todos os homens.
Sinto o calor da volúpia, dos meus tormentosos enganos,
que levam aos actos, de todas e muitas arrogantes desordens.

Meu corpo é um poço de águas quentes, nesta ação de viver,
em que a consciência me sanciona, por este fogo eu ter.
Sossega, alma minha nesta infernal e ardente paixão.
Demónios me tentam, quem me livrará desta situação?

Cessa já paixão desumana e mentirosa, nesse teu agir!
Espírito do céu me envolve no teu manso vento...
A este calor com a tua água, me faz resistir!


Antes que vá ao inferno, me ajuda a não lá entrar!
Antes que venha a noite e venha a sentir tormento,
me salva, ó Deus neste meu muito já clamar!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Nova Construção

Eu sou o homem, que viu a aflição, pela vara do seu furor,
me levou e me fez andar, nas trevas e não na luz, mas na dor.
Deveras ele volveu a sua mão contra mim, o dia todo sim!
Fez envelhecer a minha carne e a minha pele, está contra mim!


Quebrou os meus ossos, levantou contra mim muitas trincheiras,
e me cercou de amargura e trabalho, fez-me habitar em trevas,
como os que morreram à muito em antigas e longínquas eras.
Cercou-me com um muro alto, com muitas e grandes pedras.


Eu assim já não consigo mesmo sair, agravou os meus guilhões.
Ainda quando clamo e grito ele exclui a minha de sempre oração.
Fechou meus caminhos com pedras bem lavradras em montões.


Fez tortuosas as minhas veredas, como o leão em esconderijos,
como o urso de emboscada, ele desviou todos os meus caminhos.
Ele Deus, me fez em pedaços, para de todo fazer, uma nova construção!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Assumir


E eu falei a mim mesmo, eu sou mau, com verdade!
Sou mau de todo, eu assumo com sinceridade!...
O que há em mim de bom? Diga isso meu ser, então!
Eis que faço o mal, com os meus membros em ação!

Penso mal de meu próximo, quando sou pior do que ele.
Não reparto com os pobres, os meus bens que tenho!...
Digo no meu coração, sou mais santo do que aquele!
Faço o mal, mas ninguém me vê, nisso me empenho!

Confio nas minhas ações, que acho que me justificam,
E digo bem alto, vede como eu sou tão bom, nas obras!
E ainda tenho o desplante de ir à presença de Deus!...

Mas não passo de um hipócrita, sim admitirei, oiçam!
Eu sou o hipócrita de lindas e belas sempre trovas!
Mas hoje disse: Ajuda-me Deus com ensinos teus!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Eis que cedo venho! Bem-aventurado,
o que guarda esta profecia, com agrado!
Eu João sou quem ouviu e viu isto tudo!
Que vem Jesus Cristo de novo, ao mundo!


E o anjo me disse: Não escondas estas coisas,
Porque próximo está já seu cumprimento!...
Jesus vem ao mundo muito brevemente!
Quem é injusto, aí dele! Fazendo o mal!


Quem está sujo, que se continue a sujar pois!
Mas quem é justo! Faça Justiça ainda hoje!
E quem é Santo, santifique-se pois ainda!


Eu cedo voltarei, à terra,! Na segunda vinda!
A minha recompensa está comigo, sempre!
Eu sou o princípio e o fim do tempo!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Caminhar


Onde vou eu neste meu caminhar? Irei ao céu?
Eis que não sei se vou! Pois sou mau, todo eu.
Os meus inimigos são muitos! Sem conta!
Murmuram de mim, como a espuma da onda!


Eu estou de veras muito de todo cansado!
Eu terei, algum amigo neste meu fado?
Eis que nem eu, estou comigo! Sim!
De todo eu já sou louco, enfim!


Isto segundo as vossas palavras!
Mas sendo demente, ainda em Deus,
espero pois sim, em atos só seus!


Vou nele ainda sempre esperar!
Até que vá à terra, sem mágoas,
e talvez depois ao céu chegar!

Inserida por Helder-DUARTE