Autores desconhecidos
Quando começamos a nos esconder dos outros, é sinal de que temos receio de nos permitir a alegria da convivência. Trata-se, em essência, de uma enfermidade. É necessário compreender por que insistimos em não nos curar da solidão.
Eu espero que você aprenda com as pessoas que te machucaram. E que mesmo que elas não se desculpem você possa se perdoar e as perdoar em silêncio. Algumas pessoas nunca enxergarão o mal que fizeram e está tudo bem. Algumas pessoas são tão soberbas ao ponto de nunca reconhecerem seus erros. E ESTÁ tudo bem também. Algumas pessoas são más, não sentem a dor ou se preocupam com o próximo. Aceite isso Esse é o karma delas. Isso não faz mais parte da sua história. Que toda dor causada pelo outro sem arrependimento vire paz e aprendizado pra você. Quando você não conseguir mais sofrer por aquilo, só conseguir desejar o bem e enviar luz para essa pessoa. Assim você saberá que está curado.
Essa é uma carta que não será enviada.
Não porque falte coragem, mas porque ela não precisa mais de destino.
Ela é sobre mim.
Sobre o que eu precisei aprender para continuar inteiro (a).
Eu te amo.
E dizer isso não me diminui.
Não apaga o que vivemos, não invalida o que senti,
não transforma tudo em mentira.
O amor existiu...
e isso basta.
Mas hoje eu sei:
amar não é sinônimo de permanecer.
Durante muito tempo eu confundi amor com espera,
com adaptação excessiva,
com silêncios engolidos para não perder.
Confundi amor com suportar o que doía.
Mesmo quando meu corpo já pedia descanso.
Eu tentei.
Mesmo quando a reciprocidade não vinha.
Eu tentei.
Essa carta nasce quando algo muda por dentro.
Quando o amor deixa de ser um pedido
e passa a ser uma constatação serena:
eu te amo, mas eu não te quero mais ...
Não te quero mais ocupando um espaço que me custa a paz.
Não te quero mais como projeto de salvação,
nem como esperança que me adia.
Não te quero mais se, para isso,
eu preciso diminuir as minhas necessidades,
anestesiar meus limites ou negociar minha dignidade emocional.
Isso não é frieza.
É amadurecimento emocional.
E quando o afeto encontra o limite e aprende a respeitá-lo.
Eu te amo, mas agora escolho a mim.
Escolho o silêncio que organiza,
a ausência que cura,
o vazio que prepara um espaço mais saudável.
Escolho não insistir onde só eu me esforço.
Escolho não romantizar a falta,
nem chamar de amor aquilo que me fragmenta.
Talvez essa seja uma das despedidas mais difíceis:
aquela em que não há ódio, não há briga,
não há culpados.
Só há consciência.
E consciência dói, mas também liberta.
Essa carta não precisa ser lida por você.
Ela precisava ser escrita por mim.
Porque quando eu consigo dizer "eu te amo,
mas eu não te quero mais,
é sinal de que o amor-próprio finalmente encontrou voz.
Das dores do estômago, da falta no bolso e das feridas do coração, nascem as lições mais duradouras.
Gosto de gente com a cabeça no lugar, de conteúdo interno, idealismo nos olhos e dois pés no chão da realidade.
Gosto de gente que ri, chora, se emociona com um simples e-mail, um telefonema, uma canção suave, um bom filme, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço, um afago.
Nota: Trecho de um poema de autoria desconhecida.
Não tratemos uns aos outros apenas com base na justiça, mas sim com misericórdia, já que somos tratados assim por Deus em Cristo.
Existem pessoas na minha vida que transformam o meu sol numa simples manha amarela. Mas vc amiga, transforma minhas manchas amarelas, no meu sol!
Sabrina&Kelly forever
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