Autores desconhecidos
“Romantizo tudo, não consigo fugir disto. Hoje mesmo, durante a manhã, passei em frente a uma escola infantil onde as crianças brincavam descontraidamente no pátio. Um menino e uma menina, não mais de cinco anos cada um, estavam sentados no canto brincando com as mãos um do outro e sorrindo com uma graça que há tempos eu não via. Eram, ingenuamente, a espécie mais bonita de amantes: puros, sorridentes, aleatórios ao resto do mundo. Ele só olhava para ela, enquanto ela só olhava para ele. As outras crianças eram meras coadjuvantes daquela cena. Ela batia na mão dele, que não conseguia retribuir na mesma força, com um medo de machucá-la que nem mesmo ele entendia. Era amor. Quem pode dizer que não era amor no olhar daquelas crianças? Ganha de muito casal que convivo, de muitos casamentos de décadas. Ganha de muitos amores perdidos por aí. Por fim, cansados da brincadeira, emudeceram e ela encosto a pequena cabeça no ombro dele, que fez pose de homem protetor. Tão pequenos e ingênuos, mas já tão adultos nos detalhes. Ou serão os adultos que são eternamente crianças? Deveriam ser. A brincadeira entre aquelas duas crianças renderia um romance inteiro na minha cabeça. Não adianta: eu vejo presságios de amor em todos os cantos.”
"Tudo que eu sempre procurei em alguém, eu encontrei em você. Mas eu te perdi, então hoje eu volto a procurar, só que já sei por quem."
"Tem horas que da vontade de largar tudo, chutar o balde, e sair correndo sem parar, sem a intenção de voltar, correr para qualquer lugar e só parar para descansar, não da corrida, mas dos problemas da vida."
Nada é tirado de nós, acredite. Tudo aquilo que sai de nossa vida, é porque já não cumpre mais o papel de nos fazer feliz.
A luz viaja mais rápido que o som. É por isso que algumas pessoas parecem brilhantes antes de falar.
Felicidadefobia: Você tá tão acostumado a sofrer que, quando começa a ser feliz de novo, fica com medo da felicidade.
"Não gosto de coisas fáceis, pois já dizia o ditado que tudo que vem fácil vai fácil." -imaturo (via p-o-l-i-s-i-p-o)
Perdoar as pessoas que me magoaram, perdoo de coração, mas voltar a amá-las é uma tarefa para os anjos...
Não é pai, mas dá sermão. Não é mãe, mas cuida. Não é irmão, mas irrita. Não é anjo, mas protege. Não é namorado, mas ama muito mais. Não é amigo, é melhor amigo.
E se nós dois casássemos um dia? Seria mais ou menos assim, nossa casa teria uma sala grande, uma cozinha, e um banheiro, bem simples. A gente botaria um colchão na sala, pintávamos a parede, nós mesmos. Poderíamos deixar marcas das nossas mãos na parede também. Eu pintaria seu nariz com tinta, e você iria revidar, eu ia arrancar esse seu sorriso e ia te lambuzar ainda mais. Você ficaria com essa cara de irritada, e ficaria mais linda do que já é. Eu iria rir e sair correndo pelos cômodos. A gente escovaria os dentes juntos, você ficaria com a escova de dente verde e eu com a rosa. Você riria só de lembrar nisso. Eu iria olhar pra sua cara todo dia, não seria nem um pouco difícil pra mim. E a nossa distância enorme seria você na cozinha pegando algo na geladeira e eu na sala vendo televisão. E em dias de frio, a gente deitava no colchão, se cobríamos com a coberta e ficaríamos vendo filmes até tarde. Você dormiria nos meus braços e eu iria dizer: boa noite, eu te amo, e te daria um beijo na testa. Você poderia me acordar pulando em cima de mim, a qualquer hora, eu não me importaria; muito ao contrário, iria sorrir e te jogar bem longe. Nós seríamos tipo dois bobos apaixonados, e todo dia ficaríamos mais infantis um com outro, e eu nem ligaria; correria atrás de você, te abraçaria por trás, te levantaria no colo e te tacaria no colchão, você iria gritar comigo e eu te mandaria calar a boca. Você ficaria irritada, cada um em um cômodo, por um tempo sem se falar, até eu ir até você com aquela cara de “eu não consigo viver mais um minuto sem você, por favor me perdoa” você iria me abraçar e não falaríamos nada por um bom tempo. Você iria ficar cada vez mais carente de mim e eu de você. E no jantar? Já falei que viveríamos de miojo, brigadeiro e lasanha de microondas? Pois é. E eu não iria me arrepender nem uma única vez de dizer “Sim” lá no altar. E essa seria a história de dois bobos idiotas que se casaram. Pelo menos nos meus sonhos.
Se você acha que suas palavras me machucam, espere pra ver o estrago que faz meu silêncio. =] Indiferença é remédio. O gosto é amargo, mas funciona.
ATITUDE E ALTITUDE!
“Os sonhos determinam o que você quer. A ação determina o que você conquista”.
Você costuma pensar nas coisas que você tem feito na vida e pela vida? Costuma parar para saber se o caminho que você está trilhando é o que gostaria de seguir? Costuma se perguntar se a sua atitude de hoje está te levando para mais próximo do ponto de chegada? Percebemos, ao longo de nossa vida, o quanto é surpreendente e fácil ser pego pela ilusão das nossas atividades, da nossa pressa, da correria do cotidiano, das tarefas inadiáveis, intolerância, arrogância, prepotência, exigência, impaciência, trabalho árduo de cada dia para subir a escada do TER mais sucesso, dinheiro, patrimônio, riqueza, e por aí vai.
“O que existe atrás de nós e o que existe à nossa frente são problemas menores, se comparado com o que existe dentro de nós.” (Oliver W. Holmes)
Não vejo nada de errado nisso desde que, é claro, que você aja com consciência, competência, benevolência, sabedoria, etc. O que assusta é a gente descobrir que passamos boa parte de nossas vidas nos preocupando com o TER, sem dar a devida importância ao SER.
Uma pessoa no velório do amigo muito rico pergunta ao colega ao seu lado: “quanto ele deixou?” Ao que o outro respondeu: “ele deixou tudo”.
A conclusão que chego é que as pessoas passam boa parte da vida em busca do TER, algo do tipo:
• Se eu tivesse mais tempo…;
• Se eu tivesse mais dinheiro…;
• Se eu tivesse um carro…;
• Se eu tivesse uma casa nova…;
• Se eu tivesse um verdadeiro amigo…;
• Se eu tivesse uma formação melhor…;
• Se eu tivesse um chefe mais companheiro…;
• Se eu tivesse uma nova oportunidade…;
• Se eu tivesse como tirar férias… etc.
“O que se leva desta vida é a vida que se leva”
É impressionante como esquecemos da importância do SER para TER o que queremos. Imagine se ao invés de ficar lamentando a falta do TER a pessoa adotasse uma postura proativa em prol do SER. Daí, tomando por base os exemplos acima evidenciados, ela poderia mudar a estrutura de seu pensamento, passando a refletir de acordo com as novas formulações a seguir:
• Se eu for mais organizado com relação ao tempo que disponho…
• Se eu for mais estudioso poderei no futuro conseguir uma colocação melhor;
• Se eu for morar mais próximo do meu trabalho talvez não precise de carro;
• Se eu for mais cuidadoso com meus gastos pessoais talvez consiga trocar a minha casa atual por uma nova;
• Se eu for mais atencioso com as minhas amizades…
• Se eu for mais dedicado e disciplinado nos estudos…
• Se eu for mais compreensivo, tolerante e proativo talvez possa melhorar o relacionamento com o meu chefe;
• Se eu for mais persistente, atencioso e participativo talvez surja uma nova oportunidade;
• Se eu for menos centralizador e confiar mais nas pessoas talvez seja possível tirar uns dias de férias com a família.
“Faça como o carpinteiro: meça duas vezes e corte uma.”
Temos testemunhado muitos exemplos de pessoas que passaram boa parte da vida buscando o TER sem se darem conta de que, muitas vezes, o SER é o caminho mais curto e seguro para se TER o que deseja. Sair por aí como um trator de esteira abrindo caminho na marra, sem planejamento, cuidados adequados, respeito ao próximo causando mágoas e ressentimentos pode ser igual ao carpinteiro que sobrecarregado com seus apetrechos de trabalho sua a camisa para alcançar o último degrau de uma enorme escada só para constatar que a apoiou na parede errada.
Será que não seríamos pessoas melhores e mais felizes se nos preocupássemos mais com o SER do que com o TER?
Pense nisso.
“Quando eu te encontrar, ah quando eu te encontrar, talvez não saiba o que vou fazer,
mais sei o que vou pedir. Vou pedir para o tempo parar”
