Valdir Enéas Mororó Junior
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Adeus, meu ex-amor. O que era laço virou nó, e hoje eu finalmente me desato.
Dizer adeus dói, mas aceitar que não somos mais os mesmos dói ainda mais. Siga em paz, meu eterno ex-amor.
Certas histórias precisam terminar para que a nossa própria vida possa continuar. Adeus ao que fomos.
Meu coração ainda sabe o seu nome, mas minha mente já entendeu que você é passado. Adeus.
Minha mente já entendeu que você se foi; agora preciso convencer meu coração a fazer o mesmo.
Te esquecer virou minha maior prioridade e, ironicamente, minha tarefa mais difícil.
Eu preciso te esquecer, não porque deixei de te amar, mas porque amar você me faz esquecer de mim."
A solidão é apenas um intervalo para você se reencontrar com a sua melhor companhia: você mesmo.
Mesmo nas noites mais silenciosas, lembre-se: o mundo continua girando e novas conexões esperam pelo seu amanhecer.
Estar sozinho é um estado; sentir-se só é uma escolha que a gente desfaz cultivando o amor-próprio.
A solidão só domina quando esquecemos que o nosso brilho interno é capaz de iluminar qualquer vazio.
Não entregue o comando da sua vida ao vazio; preencha os espaços com aquilo que te faz sentir vivo.
Não deixe a solidão dominar; transforme o silêncio em espaço para o seu próprio crescimento.
Sou meu próprio lar, e aqui a solidão não cria raízes.
A minha paz vale mais do que qualquer medo de estar só.
Silêncio é solitude, não abandono.
Esquecer você não é apagar o passado, é dar uma chance ao meu futuro.
Dói admitir, mas o 'nós' virou 'eu', e agora o 'eu' precisa te deixar para trás.
Estou aprendendo que deixar ir é o maior ato de amor-próprio que posso ter agora.
Preciso esvaziar o espaço que você ocupa para que eu possa finalmente voltar a caber em mim.
Eu preciso te esquecer, antes que a saudade termine de me apagar.
Tudo o que você sempre quis está do outro lado do seu maior temor.
Não espere parar de sentir medo para avançar; leve o medo pela mão e vá com ele mesmo.
Liberte-se das correntes de ontem para caminhar com leveza amanhã.
Muitas vezes, o que chamamos de limite é apenas o medo fantasiado de prudência.