Simone de Beauvoir

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⁠A vida conserva um valor enquanto atribuímos valor à vida dos outros, através do amor, da amizade, da indignação, da compaixão.

Simone de Beauvoir
A velhice. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.

⁠Um homem não deveria chegar ao fim da vida com as mãos vazias e solitário.

Simone de Beauvoir
A velhice. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.

⁠Quando compreendemos o que é a condição dos velhos, não podemos contentar-nos em reivindicar uma “política da velhice” mais generosa, uma elevação das pensões, habitações sadias, lazeres organizados. É todo o sistema que está em jogo, e a reivindicação só pode ser radical: mudar a vida.

Simone de Beauvoir
A velhice. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.

⁠O homem não vive nunca em estado natural; na sua velhice, como em qualquer idade, seu estatuto lhe é imposto pela sociedade à qual pertence.

Simone de Beauvoir
A velhice. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.

⁠o machismo faz com que o mais medíocre dos homens se sinta um semideus diante de uma mulher

O homem tem toda vantagem em fazer endossar por Deus os códigos que fabrica: e, particularmente, como exerce sobre a mulher uma autoridade soberana é útil que esta lhe seja conferida pelo ser soberano. Entre os judeus, os maometanos, os cristãos, entre outros, o homem é senhor por direito divino: o temor a Deus abafará no oprimido toda veleidade de revolta.

Simone de Beauvoir
O segundo sexo (1949).

Escrever é um ofício, dizia-me, que se aprende escrevendo.

Simone de Beauvoir
A força da idade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.

⁠O que me importava era formar espíritos e almas; serei professora, resolvi.

Simone de Beauvoir
Memórias de uma moça bem-comportada. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.
Inserida por pensador

⁠Fora de meus estudos, era a leitura a coisa mais importante de minha vida.

Simone de Beauvoir
Memórias de uma moça bem-comportada. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.
Inserida por pensador

⁠Durante o dia todo, sentia os olhares fixos em mim; gostava dos que me cercavam, mas, quando me deitava à noite, experimentava um vivo alívio à ideia de viver afinal uns instantes sem testemunhas.

Simone de Beauvoir
Memórias de uma moça bem-comportada. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.
Inserida por pensador