Ricardo V. Barradas
Toda e qualquer administração maçônica que gasta muito mais em festas, ágapes e comemorações do que em ações anônimas beneficentes educacionais, assistenciais e sociais, são no mínimo equivocadas. Tenham certeza que os dirigentes, que assim agem são neófitos enfeitados que não passaram do primeiro grau da vaidade humana.
Os gazes fétidos das princesinhas lindas e sonsas, sempre recaem na conta dos inocentes trabalhadores.
Com falência familiar tradicional, cada vez mais os filhos, não são nossos filhos mas crianças do mundo que crescem entre seus próprios erros, acertos, entendimentos e caminhos.
As religiões são caminhos humanos em direção a vida por suas culturas ancestrais mas o Senhor do Tempo é um só. Inominável e sem a possibilidade de representação coerente alguma pois está presente no menor grão da poeira cósmica e com o todo no maior planeta do universo.
Os melhores negócios são sempre os feitos com os herdeiros, pois não conhecem os valores originais.
Sempre no mercado de arte me deparo com uma grande duvida de vários colegas, sobre o Eucatex. Pelo que sei, no Brasil foi produzido em 1951 mas havia uma Serraria Americana que produzia algo parecido desde 1923. Acredita se que este método de fabricação de pó de madeira prensada tenha se originado na América, pelos idos de 1901 - 1903, logo inicio de século XX. O Eucatex é uma marca de um produto de fabricação, que utiliza pó do eucalipto, muito usado na acústica, divisórias, como suporte e em alguns moveis .
Aos injustos e covardes lhe caíram a dor e o remorso ainda nesta vida e se tentarem corrigir o mau que fizeram, talvez diminua o período nas trevas quando passarem para outra dimensão.
A falta de valor das pequenas conquistas verdadeiras, fomentam os abismos da insatisfação e os desesperos frente as camuflagens das aparências e todo mega mundo midiático de sucesso imaginário.
A vitória é um momento efêmero de uma longa viagem, de muitas tentativas anteriores e momentos de superação posteriores.
Feliz de todo aquele que vive na cidade e não pensa e nem interpreta a vida, as noticias e os movimentos, como a maioria.
Sou tão pouco de mim todos os dias, pelo cósmico segredo de não querer ser e nada com certeza, pela afirmativa dizer. Rogo a vida, minha leal e fiel confidente, não tão distante do presente, que um dia há de amanhecer, simplesmente, sob os mil raios de luzes das manhãs e tenha enfim chegado a grande síntese, de perceber que tanto fiz mas nunca serei e eu não sou nada.
Usar um nome ou sobrenome, de tradição no mercado de arte que não lhe pertence é a forma mais estupida, covarde e dissimulada para tentar alcançar méritos imaginários por incompetência e falta de personalidade.
Nem toda arte criação que está na dimensão de fora é reflexo exato criativo da dimensão do imaginário linguagem do artista que está dentro. Muita coisa se perde, durante o processo, desde a imaginação e a criação. Só com a experimentação e com o exercício cotidiano que a verdadeira arte e o artista pleno podem alcançar está coesa e única metalinguagem.
Quando se vive na luz, não existe a solidão. Existe sim a boa conversa intima, a reflexão e a melhor companhia de si mesmo.
Não existe na historia da arte universal, a menor relação entre o preço comercializado originalmente e o valor criativo de uma impar obra de arte que se destacará como uma obra prima para toda eternidade.
Para transitarmos de forma profissional e madura no universo das artes, devemos romper com todo especulativo processo mercantilista do mercado, onde de forma mentirosa diz que o que é verdadeiramente bom sempre tem um grande valor.
A paz não se compra, se conquista pelo amor a vida, pelo respeito a menor das criaturas visíveis e invisíveis e pela paz.
Toda coleção de arte deve estar sempre viva em constantes movimentos, com novas compras, novas vendas, exposições, participações, publicações, restaurações e significações. A coleção de arte, parada está morta, é um doentio complexo cumulativo sem sentido, um distúrbio de personalidade de posse do que não tem dono, pois pertence a todas culturas da humanidade.
São sempre muito ricos os humildes, os bondosos e generosos. Alguns ganham muito dinheiro mas com espirito mesquinho, movimentos soberbos e infelizes pois continuaram sempre pobres. Eles pensam que com dinheiro saíram da pobreza mas a pobreza não saiu, deles.
