Ricardo V. Barradas
A justificativa cientifica mental, paranormal e ufológica sempre será equívocos desnecessários perante todos os fenômenos religiosos e espiritualistas.
A maioria dos empregadores brasileiros, sobre tudo entre os jovens e em lugares de baixa renda, exploram e desrespeitam a mão de obra dos trabalhadores, visando altos lucros financeiros e impondo jornadas imorais bem perto da nefasta escravidão.
Sempre é muito importante dar valor a energia do dinheiro, pois ela flui abundantemente quando ela é respeitada. No entanto, quando se tem muito e pratica se a mesquinhez contumaz por centavos é sinal de uma grave anomalia, um desajuste moral e social.
Na nova economia do mundo contemporâneo, quem muito estuda e se prepara, desaprende e se distancia cada vez mais dos sucessos financeiros.
Todos os dias em nossa breve existência nesta dimensão, mesmo contemplativo, pensativo e triste, temos sempre a grata oportunidade de arrancar um sorriso alheio e com sorte proporcionar a alguém, pelo menos um minuto de alegria e felicidade.
O ser belo, o ser bom, do bem e gentil se reconhecem por todos os lugares de humanidade, entorno de nosso vivo planeta.
Mesmo na floresta de pedra urbana das grandes cidades, os passarinhos me despertam todas as manhãs me convidando para a vida, para o amor e a felicidade.
O Deus, o amor, a caridade e o perdão estão presentes em todas as culturas civilizatórias da humanidade, das mais diferentes formas mas com um único sentido.
A única Lei da Fortuna atemporal do universo diz, que cada qual que for generoso com todos em sua jornada na sua cadeia produtiva criativa, automaticamente os multiversos responderam generosamente por causa e efeito, a você de forma valorosa, gratuita e abundante.
Só com a educação desde o período infantil que poderemos mudar o mundo no futuro e fortalecermos a justiça para todos na responsável liberdade.
Os homens de honra vivem seguros pela suas próprias escolhas, agradecem a Deus por tudo em sua vida e nunca fogem de sua verdade.
Inexiste um grande desenvolvimento intelectual, um preparado conhecimento profissional sem um mínimo conhecimento em artes e cultura.
Semeio amigos verdadeiros pela vida todos os dias e os inimigos, perdôo e rogo a Deus que sejam muito felizes mas bem distantes de mim.
A boa arte e o bom trabalho é sempre bem reconhecido e atravessa fronteiras de onde é gerado. O artista é regional mas sua arte universal.
Se um mentiroso cai, todas as mentiras orquestradas por ele caem também mas se um verdadeiro cai, todas as suas verdades ditas por ele adormecem mas permanecem, para um próximo momento de verdade.
Os três números mais sagrados da vida em todas as culturas são o três , o seis e o nove, estão presentes em todas cadeias mentais, espirituais, criativas e produtivas da humanidade. A expressão mais transformadora de nossos destinos, inicia com a afirmativa de três palavras, que será seguida do que cada um deseja ser. Logo, diz se assim Eu Sou e o que você deseja ser. A exemplo, Eu Sou prosperidade. Eu sou rico. Eu sou saúde. E para concluir esta proclamação repita, O universo conspira a meu favor.
O operário brasileiro tem por habito, ir ao banheiro durante as horas de sua jornada de trabalho. Por que eles acreditam que é o único lugar do mundo, que eles fazem suas necessidades fisiológicas, ganhando por tempo.
A permanência da existência por vida e por voz nesta dimensão é efêmera. Logo é imperativo que antigas palavras e questões existenciais, amorosas, familiares e amistosas estejam sempre bem resolvidas. Uma das maiores frustrações, é ter que posteriormente falar no vazio e viver na cruel incerteza da duvida do perdão.
O militarismo que não reconhece e exalta o civismo e o patriotismo de sua cultura, perde a vocação nacionalista em qualquer estado e governo livre. O militarismo sem o civismo cultural necessário, não passa de uma força armada mercenária organizada, imoral regida pelos interesses dos falsos poderosos e do dinheiro.
As artes plásticas brasileiras, permanece hoje vivendo resgates de artistas e obras, que passaram pouco percebido durante um passado recente numa época borbulhante de grande produção de obras de qualidade e inventividade bem originais. A falta de novos valores com obra de qualidade no mercado primário é cada vez mais eminente.
As jóias de crioula, adornos confeccionados em ouro e prata, presentes na comunidade afro descendente escrava e liberta brasileira dos séculos XVIII e XIX, se subdividem em três ramos. O primeiro das jóias, confeccionadas pelos senhores escravocratas que adornavam as escravas que serviam como empregadas domesticas a residência colonial, como símbolo de opulência e poder. O segundo, das jóias de axé, confeccionadas por razoes devocionais as matriarcas das casas de santo, da cultura das religiosidades afro brasileiras. O terceiro, as jóias confeccionadas pelos escravos de ganho, auxiliares dos oficiais de ourives, para adorno das ex - escravas alforriadas como símbolo de afirmação de liberdade na sociedade, por prestigio e poder. Usadas abundantemente durante as festas dentro da comunidade da época.
Entre os círculos de confecção das famosas jóias de crioulas, muito romantizados existem alguns hiatos pouco abordados pelos historiadores. O primeiro é quanto ao material, pois a prata por não ter extração no Brasil Colonial era mais nobre que o ouro. Outro seria sobre a confecção delas pelos escravos de ganho pois não eram feitas pelos oficiais ourives portugueses, pois os mesmo produziam os utensílios religiosos católicos e estavam impedidos a confeccionar adornos para animais. Por mais dramático que pareça, era está a posição oficial religiosa católica da época, seres sem alma, inventariados e comercializados como tal. A humanização aparece por alguns autores com o estudo posterior deste período nefasto escravocrata brasileiro.
