Ricardo V. Barradas
Realizamos vários projetos pioneiros de arte pública na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro em parceria com a extinta Rio Arte e vários artistas brasileiros, a exemplo o renomado artista e designer gráfico brasileiro, Aloísio Magalhães, muitos em parceria com o Vicariato Oeste, com o eterno e saudoso amigo, o sacerdote católico Manoel Max Lin Rodrigues, mais conhecido como padre Max,sobre a batuta do saudoso amigo o renomado poeta Gerardo Mello Mourão, ficcionista, político, ensaísta e biógrafo brasileiro, considerado uma das figura-chave tanto da epopéia nacional quanto de toda literatura lusófona. Gerardo, era pai do saudoso artista contemporâneo, o escultor, desenhista e artista performático contemporâneo, Tunga.
Eu desempenhei um papel central na preservação e promoção do legado de Oswaldo Goeldi (1895–1961), um dos maiores expoentes da xilogravura no Brasil. Minha atuação no Projeto Oswaldo Goeldi, especialmente em São Paulo, foi na curadoria e consultorias pois atuando como curador e consultor dos projetos dedicados ao artista na capital paulista, inclusive em parceria com a BM&F (atual B3). Fiz a gestão de acervos como curador do projeto, trabalhando ao lado de Lani Goeldi (sobrinha neta do artista que é a atual gestora da curadoria executiva) para organizar exposições e catálogos que promovam a obra de Goeldi, amplamente.
O Brasil que não conhece o Brasil mas durante muitos anos, nos lugares mais pobres, sem a mínima estrutura de sobrevivência e com grande dificuldade de oportunidades para as crianças e os adolescentes, a única maneira de galgar uma posição no mercado de consumo, na esfera social e mesmo existência fora da finita realidade original, era pela transmutação de gênero e comercialização do corpo. Em alguns pontos principalmente na região norte, está pratica é negociada diretamente com a família, sem pudor. Pois é bem melhor ver um filho se perder no mundo que ele, ficar em casa, e o ver morrer de fome.
Cabe ao governo federal, pelas pastas da educação e da cultura, renovar e melhor atualizar a criação de novas bibliotecas nos pontos mais pobres e mais distantes dos grandes centros urbanos da grande nação continental Brasil. Ate por que a inclusão tecnológica digital pela informática é muito cara, além de não ter um sinal estável de provedores e evitar com isto, a primeiro plano a ida quase obrigatória, de busca ao saber nas superpopulosas metrópoles. Um dos pontos, mais importantes é a logística da transferência de livros, que hoje nas grandes capitais estão indo para o lixo, enquanto em diversos locais da nação tem a escassez material da diversidade de títulos.
Uma das medidas que poderiam ser adotadas na qualificação educacional e profissional, que diminuiria, muito o impacto nefasto de melhor circulação e oportunidade para os que transitam por processos de redesignação, os "transgeneros", muitas vezes altamente qualificados profissionalmente no retorno ao mercado de trabalho, seria uma obrigatoriedade de constar nos diplomas e certificados, só o numero do cpf e não mais seu nome social, seja ele, masculino ou feminino. Por que a identificação do gênero, é determinado como o individuo se apresenta na sociedade mas sem saber da original genitália dentro de um caráter apenas biológico, não é possível a clara compreensão, e além disto vem crescendo uma diversidade de redesignação de gêneros nunca antes classificadas.
Só construímos pontes verdadeiramente na sociedade contemporânea, se tivermos empatia, acolhimento e afeto pelos diferentes, sem qualquer tipo de julgamento.
A verdadeira liberdade social universal é a digna e natural receptividade, de como qualquer individuo se apresenta, em todos os lugares.
Na eterna busca do saber, dentro das esferas e do universos acadêmicos universais, sabemos que todos os conceitos são instáveis, atemporais e relativos, ate que sejam superados. No entanto para a sociedade organizada, alguns destes novos conceitos, ainda não chegaram pois o que existem, são aqueles que estão totalmente institucionalizados e estabelecidos, que muitas vezes distanciam da verdade e realidade.
Dentro da ânsia de registros, de meus pensamentos que voam, muitas vezes cometo erros ortográficos, de pontuação e de concordância na acelerada digitação. Rogo a todos, que realizem as devidas correções, em favor das idéias, que furtivamente disponibilizo e que se identificam e acham boas. Desde já fica aqui meu eterno agradecimento pela compreensão,
Na Bíblia, temos varias versões sobre um mesmo tema, escritas e aceitas diferentemente pelos que a seguem. E em algumas vertentes, existem ainda mais, novas versões discordando e acrescentando outros livros dos textos originais. Logo, a Bíblia Sagrada não é um legado diretamente de Deus, e sim no máximo e na melhor forma, uma inspiração divina aos homens. O grande legado divino para a humanidade, deve ser sempre a fé das diferentes culturas, o acolhimento universal sem julgamentos, o amor pleno ao próximo incondicional e a ampla caridade.
Muitas das vezes, de tanto tentarmos uma complexa solução para antigos problemas, a mente cansada automaticamente bloqueia novas idéias. Por mais que insistirmos, com os velhos conceitos parece nos que fica cada vez mais complicado e distante de compreensão. Chegamos a blasfemar, impunimente. Deus não existe. Por que isto acontece, só comigo. Sendo assim, apaga tudo, tire um momento em oração para seu ser divino interior, e rogue a vida que lhe apresente novas visões e novas idéias. E boa sorte, que do nada por inspiração da vida, chegará a mais simples e perfeita solução.
Nunca devemos abdicar de nossos sonhos, por mais que no momento, bem impossível nos pareça. As verdadeiras vitorias são constitutivas da fé e da persistência. Pois na verdade, é a vida que silenciosamente transpõe as barreiras, do que é finitamente e geometricamente esperado. Tudo é possível.
Na verdade pela mutável lei da vida, somos bem mais que remotas possibilidades. Somos incompreensivelmente e surpreendentemente, vitorias.
Amo extensivamente o mundo todo, sempre fomento um meio sorriso de afeto e um olhar de acolhimento descomplicado de esperança. Sou assim por que conheço bem o vale das sombras, o frenesi abstrato das noites e a difícil tarefa do dia, de seguir em frente, sozinho. Na madrugada, pelo profundo silencio, me acomodo calado dentro da nossa realidade. Eu e ela, somos um só. A solidão é existencial, no caminho do individual e do sublime mas confesso impunimente, sem revolta com as principais feridas da alma cicatrizadas, que ainda não me acostumei, naturalmente com isto.
Hoje, no contemporâneo dentro do grande baile de mascaras, das grandes cidades é muito difícil saber, sobre onde ficam os locais e quais são as mais apropriadas circularização. Da mesma forma, saber quais são os melhores e indolores, sentimentos sustentáveis.
Atualmente, nos princípios da arte contemporânea, o erudito e o popular se entrelaçam. Da mesma forma que a arte digital e o artesanato se comunicam. Não existem mais paradigmas tradicionais entre os opostos, existem sim experimentações de novas linguagens, para o alcance maior do lúdico entre os formais apreciadores e os emergentes divergentes.
Costumo tratar muito bem a tudo e a todos pelos caminhos da minha vida mas não confundam, que eu seja insensível, apático ou pouco inteligente.Assim o faço por que é da minha essência e sempre quero o melhor para minha vida, e o grande caminho dos caminhos nos revela, uma única verdade, em sempre ser bom, ofertar o bem e semear
a harmonia, primeiro.
Quando te ouvem mas não se colocam em seu lugar. Quando não te entendem e mesmo assim começam a te julgar, pelas medidas deles. Seria bem melhor, falar para as paredes, pois pelo menos, não teria que escutar conselhos, que não os levaram, a lugar nenhum.
Fico muito feliz, que cada vez mais vejo os povos originários fomentando novas batalhas, enfim tenham chegado em conjunto, vindos inteiros para as lutas sociais pelo direito pleno de suas culturas, suas artes, identidades e ancestralidades. Agradeço particularmente as vozes de todas mulheres guerreiras, que sempre buscaram o melhor para todas as crianças da tribo. Agradeço a energia feminina da terra. Sinto me gratificado, por pequenos passos que dei e incentivei a alguns índios e índias neste sentido por estas lutas de ressignificação artística, social e cultural ao longo dos tempos para que o mundo todo passasse a ser uma aldeia só e resgate moral de seus direitos das escolhas na liberdade.
São Jorge da Capadócia, o santo mártir guerreiro originariamente da Igreja Católica Ortodoxa, padroeiro de vários países, de varias instituições civis e militares, de varias grandes cidades do mundo, merecia que na cidade do Rio de Janeiro, onde tem milhares de devotos e fieis seguidores, os filhos e filhas de Jorge na Igreja Católica Apostólica Romana e na Umbanda, ter um esplendorosa Igreja Matriz. Todo aquele que encabeçar este feito, ganha rá a simpatia e a gratidão do povo carioca para sempre. Salve São Jorge.
Você não consegue mudar os resultados. Você consegue mudar seus hábitos, estabelecer por escrito novas maneiras de fazerem os serviços, dispensa quem não age com a alma do grupo e seus novos hábitos apresentam
novos e melhores resultados.
Moralizando um pouquinho o mercado de arte. A impressão em off set de um artista falecido famoso, não é arte e sem a devida autorização legal dos herdeiros é uma contrafação oportunista dentro das belas artes brasileira. Todo comprador consciente não deve comprar, nem mesmo para decoração. O mercado de arte brasileiro não compactua com estes ilegais produtores, que se utilizam das plataformas digitais para tirarem vantagens espúrias contra originais da arte brasileira. Querem comprar obras de arte, com valores reduzidos, busquem obras originais de novos artistas vivos com preços extremamente convidativos, apóiem a arte nacional invistam em novos artistas.
São Jorge da Capadócia ou Jorge de Lida foi, conforme a tradição religiosa universal, um soldado romano no exército do imperador Diocleciano, venerado como um dos maiores mártires cristãos. São Jorge é um dos santos mais venerados no Catolicismo Romano, na Igreja Ortodoxa, na Umbanda assim como na Comunhão Anglicana Protestante. Sendo assim, não merece santuários espalhados pela cidade do Rio de Janeiro, onde tem uma imensa legião de fieis devotos, os filhos e as filhas de São Jorge mas sim de uma grande Igreja no centro da cidade, que seria um local de constante peregrinação, devoção, oração, testemunhos, milagres e fé. Só não vê quem não quer.
Qualquer lugar que não preserva e honra sua historia e seus grandes personagens do passado, nunca poderá ter futuro e perde todo o aprendizado social, politico e religioso contra os graves erros. Vive toscamente a deriva da própria sorte, por que nada aprendeu com o tempo e distancia se cada vez mais, de ser chamada de soberana, viva e civilizada.
Por sanidade e conveniência no meio da sociedade contemporânea, hoje, somos todos autistas pelo menos em uma parte de nosso pensamento e comportamento.
