Raphael Mouro

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⁠Para a plena implementação da razão, saiba dosar a emoção.

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⁠O melhor personal é seu foco.

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⁠Não busque aplausos,
Nem holofotes vãos.
Seu maior papel é ser,
Um bom ser humano,
E na simplicidade brilhar.
Espalhando luz onde a vida mandar.

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⁠Ofício da Alma

Com o esquadro, alinho meus passos,
Para que a retidão me conduza além.
Cada gesto medido, sem embaraços,
Na busca constante de ser mais alguém.

O compasso traça o meu limite,
Me ensina a razão e o equilíbrio fiel.
Não vou tão longe que perca o convite
De olhar para dentro e tocar o céu.

Na régua de vinte e quatro partes,
Divido meu tempo com sabedoria:
Trabalho, descanso e obras de arte
Que moldam meu ser com harmonia.

O maço firme, em punho fechado,
É força que rompe o que é imperfeito.
Mas só com o cinzel, no detalhe traçado,
O bruto revela o traço direito.

A alavanca ergue o que parecia pesar,
Com apoio, esforço e intenção.
Mostra que sempre é possível mudar
Quando há propósito no coração.

A linha de prumo me faz lembrar
Que a verdade sustenta o que é erguido.
Não posso na sombra me ocultar
Se quero um destino bem construído.

Por fim, sigo como eterno aprendiz,
Com ferramentas na alma e nas mãos.
Lapido o ser, em busca da raiz
Que une razão, amor e irmãos.

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⁠Se a morte fosse escolha consciente dos homens, talvez a eternamente adiássemos — não por amor à vida, mas porque habita em nós uma dúvida irreconciliável: será que algum dia, após a morte, de fato, escolheríamos a vida?

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⁠O grande segredo do gestor de equipes de alto desempenho é transformar o gerúndio em particípio.

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⁠Não sei ler, nem escrever, apenas soletrar, mas, eis que meus versos, humildes e discretos, a todos os obreiros e servos, conseguem tocar.

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⁠Básicologia é a arte de se bastar,
De amar a si mesmo sem precisar provar,
De viver o simples, o real, o agora,
De encontrar na leveza a alegria que aflora.

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⁠Não escrevo pensando em você,
Mas se em algum verso se reconhecer, passou a ser.

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⁠Inveja obsessora

A inveja obsessora veste a máscara da humildade, mas seu prazer oculto é ser idolatrada.

Ela finge simplicidade, enquanto se alimenta da comparação e do olhar alheio.

Sua busca não é pela verdade, mas pela ilusão de ser a melhor em silêncio ensaiado.

No fim, é escrava do aplauso que finge desprezar.

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⁠Minha filha
Na primeira vez que te vi,
Chorei,
Hoje,
Continuo…

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⁠Sopro Sagrado

No silêncio entre o ser e o não ser,
um nome eterno começa a viver.
No inspirar do ar que entra em mim,
Ao expirar de um sopro que chega ao fim.

Yod — combustível da Luz em mim,
He — no sopro que chega ao fim.
Waw — no ar que entra em mim,
He — último adeus ao chega ao fim.

É impronunciável, diz a tradição,
pois não estamos prontos nessa dimensão.
Mas em cada alento, em cada pulmão,
ressoa o Eterno em pura vibração.

Sem fala, sem som, sem direção,
Deus se revela em inspiração.
Pois cada respiro é oração velada,
Somos centelha da Fonte sagrada.

Vivemos o Nome, sem precisar dizê-lo,
pois Ele vive em nosso próprio anelo.
E a cada suspiro, sem nem perceber,
pronunciamos Deus… enquanto viver.

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⁠Não se deslumbre com o sorriso de alguém que um dia a ti desdenhou.

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⁠O diferencial nasce da aceitação das suas fraquezas.

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⁠A moda de utopizar a hierarquia destrói a governança.

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⁠No fim do dia,
o porquê de querer prevalece o importar, afinal, a insistência é uma abstinência.

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⁠Não adianta escrever coisas lindas sobre a vida,
se você não se encontra em nenhuma linha lida.

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⁠Pela porta que você abre para o conhecido, também adentram faces ocultas do interesse desconhecido.

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⁠Na caminhada rumo ao resultado, que liderados se sintam chefes, o que dirá os chefes que nem o são. O Líder que sabe servir nunca passa fome na colheita.

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⁠Quando mãos de Gratidão encontram a Oportunidade, é certo que, ao seu destino, chegará a Caridade.

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⁠O Bem Que Se Faz

O bem que se faz não se perde no vento,
volta em amor, no seu próprio tempo.
Viaja invisível, sem se anunciar,
acolhe quem sofre, só pra transformar.

Ajudar não é só oferecer,
é dar esperança a quem quer viver.
É ser farol na escuridão,
e renovar um triste coração.

Quem ama se torna ponte e chão,
faz do abraço uma direção.
O abismo some, vira começo,
pra quem só via dor e tropeço.

O pão que sobra na mesa esquecida,
é falta que dói na mesa da vida.
Mas quem reparte, jamais empobrece,
o amor que doa, mil vezes enriquece.

Quem acende luz no caminho alheio,
ilumina a si, sem nenhum receio.
Porque o bem que espalha, cedo ou tardar,
sempre retorna pra lhe abraçar.

Caridade não é moeda nem esmola,
é abraço que cura, é afeto que consola.
É olhar que vê, é mão que levanta,
é palavra que acalma, é gesto que encanta.

Semente de amor não teme o terreno,
germina em flor no campo mais pequeno.
No solo da vida, na dor ou na gratidão,
quem planta bondade colhe compaixão.

A verdadeira riqueza não cabe no bolso,
mas brilha no riso, no abraço, no rosto.
É fazer sorrir quem já quis desistir,
e provar que amar é também existir.

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⁠O entre linhas que te incomoda é a consciência que te provoca.

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⁠Ajudar é mais que doar. É emprestar um pedaço da própria esperança a quem, por instantes, esqueceu que ainda pode sonhar.

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⁠Ser ponte é missão de quem ama.
Quando estendemos a mão,
o abismo da dor deixa de ser fim e se transforma em caminho de recomeço.

Inserida por raphael_mouro

⁠O pão que sobra na mesa do egoísmo,
falta no prato vazio da dignidade.
Mas aquele que reparte, não empobrece:
enche-se do alimento invisível da própria alma.