Professor Elmo Alves Tôrres

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O bucolismo ensina a viver desacelerando e ritmando a vida.

Essência e aparência travam um duelo antediluviano.

Admirar e contemplar a competência não credenciam ninguém à eficácia.

A gentileza exala uma substância tão sutil que não encontra, por atalho algum, a ingratidão.

A vida é repleta de ‘bumerangues’;
é sempre prudente manter uma blindagem natural.

Limite seus desejos; assim, suas frustrações diminuem.

Quando a sensibilidade e a ação convergem,
a solidariedade emerge.

Antes de xingar, reclamar ou exigir, pergunte ao menos como o outro está.

Todo ciclo tem seu fim;
insistir em perpetuá-lo é ferir a própria naturalidade das coisas.

Entre todos os luxos que a vida nos oferece, ser feliz é o maior e o mais desejado.

A empatia e a alegria têm portabilidade; leve-as consigo e deixe-as por onde passar.

As verdades dizem-se sem adornos e sustentam-se por si; as mentiras dependem de disfarce.

Que as fantasias sigam sendo sonhos, porque o mundo real é só uma fantasia disfarçada.

Nossa fé, nosso espírito guerreiro e nosso entusiasmo, assim como o sol, nascem todos os dias.

O esquecimento verbaliza aquilo que a mente e o coração desejam expelir.

Onde há fé, há caminho

Que o nosso dia seja de gratidão ao Pai Celestial;
que, a cada amanhecer, a nossa fé se renove;
que a Tua luz guie os nossos passos;
que o Teu amor se revele em tudo;
e que os nossos caminhos sejam conduzidos à prosperidade.

O ser humano é tão contraditório que consegue odiar sem sequer conhecer.

Quando a narrativa da vida é contada sem ressalvas e sem mitigar os erros, isso é maturidade.

A leitura expande a mente, oxigena a alma e afasta a ignorância.

Não basta ser ousado, tampouco petulante, pois a liberdade é tão complexa que não teme o ridículo.

Quanto mais compreendemos as coisas, maior se torna a decepção.

A tristeza, em toda a sua dimensão, extenua;
a felicidade regozija-se.

Ousadia e conformidade são profundamente distintas; agir e aceitar são princípios básicos.

Problemas alheios são fáceis; os nossos exigem silêncio e resistência às críticas.

O silêncio que desdenha é o mesmo que, em variadas ocasiões, é pacificador.