Pri Fernandes

Encontrados 4 pensamentos de Pri Fernandes

Que vontade na alma é essa?
Como você conseguiu me deixar assim?
Como conseguiu decifrar tudo assim dentro de mim?
Eu te sinto, eu sinto você aqui dentro!
E o que isso quer dizer? Que loucura é essa que nunca vi igual?
Estou com medo, muito medo de não viver isso em ti.
De deixar na imaginação e entregue as minhas mãos o sentir você em mim.
O que você fez? O porquê outros que tanto insistem, não conseguem ao menos me chamar a atenção; quanto mais incendiar do jeito que me incendeia o coração,
Que me escaneia me deixando sem chão.
Agora também descobriu o meu segredo; que escrevo coisas da alma, coisas que enlouquecem e acalmam a alma.
Com tantos problemas pra pensar aqui neste lugar, quis jogar fora este lixo que me entristece e dei lugar pra imaginar algo que me enlouquece e logo você aparece.
O novo desconhecido, que já é tão percebido pela minha alma, o desconhecido que me conhece, que me envolve, que me devora, que me molha, que vai embora, que me inquieta, que me flerta e me injeta ciúmes;
como assim ciúmes? De quem não conheço?
De quem não te aquece e só te enlouquece de tanto querer. Querer esquecer de resistir, de tentar se segurar, de esconder o que quer provar, de afirmar que vai se guardar e não vai se entregar, por não ter a certeza de que isso vai durar?
Meu jardim secreto você invadiu, descobriu os meus desejos e minha alma despiu.

Sem olhar, sem tocar, no meu sonho ainda vai estar.
Com medo, com desejo, correndo pra não me amar.
Me preparando, me ensinando para outro logo amar.

Esta dor que escorre pelos meus olhos é o reflexo de que errei mais uma vez. Dei o melhor que eu tinha para quem não me queria.

Inserida por Pri_Fer

E por que eu não posso partir? Por que minha alma cansada insiste em ficar? Em sofrer? Em chorar? Quando os dias se repetem na ausência do abraço e do beijo que nunca foi dado. O por que me perdi no que inventei? No que criei sem permissão, sem ao menos ter razão? É tão forte como o vento, tão confuso como os dias de outono e tão amargo como o café que eu tomo.

Inserida por Pri_Fer