OZ
E você, meu amigo galvanizado, você quer um coração. Você não sabe o quão sortudo és por não ter um. Corações nunca serão práticos enquanto não forem feitos para não se partirem...
- Ainda assim - disse o Espantalho -, quero um cérebro em vez de um coração; porque um tolo não saberia o que fazer com um coração se tivesse um.
- Fico com o coração - respondeu o Homem de Lata. - Porque cérebro não faz ninguém feliz, e a felicidade é a melhor coisa do mundo.
Espantalho: - Eu não tenho um cérebro... só tenho palha.
Dorothy: -Como você pode falar se você não tem um cérebro?
Espantalho: -Eu não sei... Mas algumas pessoas sem cérebro falam de monte, não é?
Dorothy: -É, eu acho que você está certo.
Você quer um coração? Você não sabe o quão sortudo és por não ter um. Corações nunca serão práticos enquanto não forem feitos para não se partirem […]
Toda a boa literatura nos transforma em homens e mulheres de outras culturas, de outros países, de diferentes religiões, diferentes tempos e nos faz sentir em casa em lugares muito distantes. É esse o milagre e a magia da literatura.
Meu leitor ideal é um leitor vagaroso, que lê em pequenos e lentos goles. O mundo não pode ser descoberto numa leitura rápida.
Prefiro ser louca, sufocar de paixão, desvairada, desmedida, que entediada com a vida...
Amo tudo o que me faz voar
Precisamos de um senso de justiça, mas precisamos também de senso comum, de imaginação, de uma capacidade profunda de imaginar o outro, às vezes de nos colocarmos na pele do outro. Precisamos da capacidade racional de nos comprometer e, às vezes, de fazer sacrifícios e concessões.
Agora acredito que todas as jornadas são ridículas: a única da qual você não volta sempre de mãos vazias é a jornada interior.
Nunca lutaria por supostos interesses nacionalistas. Mas lutaria e luto como um diabo pela vida e pela liberdade. Por nada mais.
Você pode pensar em mim como um humano cheio
de defeitos, mas eu não desistirei do meu ”eu”
completo. Dizer que eu sou ninguém, minha
existência não vem dos outros. Eu existo por mim
mesmo, o que os outros pensarão ou vão pensar de
mim, eu não sei, entretanto eu, eu não fugirei.
Se há uma mensagem metapolítica em meus romances, é sempre uma mensagem, de uma maneira ou de outra, de um compromisso, compromisso doloroso, e da necessidade de escolher a vida em lugar da morte, a imperfeição da vida em lugar das perfeições da morte gloriosa.
Se a casa dos meus olhos não te poderem abrigar
Abre a porta da minha alma
E de tanto que sonho, para te beijar, farei do céu a morada do verbo amar
Tenho um grande defeito para muitos, uma qualidade para tantos, sou caleidoscópica, por vezes vou ao limite…tenho um olhar apurado,por vezes fico calada, mas observo, tem alturas, que vejo outro ângulo, outras facetas,umas boas, outras más, umas mais apuradas que outras…
