Olavo Bilac

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"Só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e de entender estrelas”.

( in: "Via Láctea", XIII)

Olavo Bilac
Inserida por portalraizes
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Amai para entendê-las. Pois só quem ama tem ouvidos, capaz de ouvir e de entender ESTRELAS.

Olavo Bilac
Inserida por berepasin
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Certa vez, um grande amigo do poeta Olavo Bilac queria muito vender uma propriedade, de fato, um sítio que lhe dava muito trabalho e despesa. Reclamava que era um homem sem sorte, pois as suas propriedades davam-lhe muitas dores de cabeça e não valia a pena conservá-las. Pediu então ao amigo poeta para redigir o anúncio de venda do seu sítio, pois acreditava que, se ele descrevesse a sua propriedade com palavras bonitas, seria muito fácil vendê-la.
E assim Olavo Bilac, que conhecia muito bem o sítio do amigo, redigiu o seguinte texto:
"Vende-se encantadora propriedade onde cantam os pássaros, ao amanhecer, no extenso arvoredo. É cortada por cristalinas e refrescantes águas de um ribeiro. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranquila das tardes, na varanda."
Meses depois, o poeta encontrou o seu amigo e perguntou-lhe se tinha vendido a propriedade.
"Nem pensei mais nisso", respondeu ele. "Quando li o anúncio que você escreveu, percebi a maravilha que eu possuía."
Algumas vezes, só conseguimos enxergar o que possuímos quando pegamos emprestados os olhos alheios.

Olavo Bilac
Inserida por JAMIGO
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Última flor do lácio, inculta e bela, / És a um tempo esplendor e sepultura”.

Olavo Bilac
Inserida por Filigranas

Envelheçamos como as árvores fortes envelhecem.

Olavo Bilac
Inserida por Filigranas

“A mocidade é como a primavera, / A alma, cheia de flores, resplandece, / Crê no bem, ama a vida, sonha, espera, / E a desventura facilmente esquece”.

Olavo Bilac

“[A mocidade] É a idade da força e da beleza:/ Olha o futuro e inda não tem passado; / E encarando de frente a natureza, / Não tem receio do trabalho ousado.”

Olavo Bilac

“[A mocidade] Ama a vigília, aborrecendo o sono; / Tem projetos de glória, ama a quimera; / E ainda não dá frutos como o outono, / Porque dá flores como a primavera”.

Olavo Bilac