Nilton Mendonça
Viver é tão ilusório que ao experienciar o óbvio cremos que é mudança ou o novo
ou o despertar.
Porém vivenciamos sempre o mais do mesmo.
Acordar pra algo é ir rumo ao contrário da maioria!
Não digas tenho "Orgulho" disto, daquilo, de você.
Toda está expressão causa mais elevação do "eGo" e com isto o ser humano torna-se mais egocêntrico e vulgar por não haver consciência do seu estado de reconstrutor do mundo.
Se por acaso eu e você estiver precisando de algo é porque nãohá temos.
Portanto cuidado, quando algo ou alguém te ofertar ou insinuar coisas.
Perceba tudo e todos mas seja grato em afirmar obrigado tudo já me tem!
Oque realmente não vemos é o modelo de vida em que estamos mergulhados.
As pessoas e as coisas são diferentes.
As pessoas passam, já as coisas são iguais a vida eternas, sobrevivem...
Viver é igual cair de um despenhadeiro onde por mais que você conteste chegarás ao solo.
Tal qual ir ficando idoso será em vão requerer retorno a juventude.
A perspicácia de um "bom dia" pressupõede um fator que na maioria dos nanos segundos
se dá na ausência da dor.
Quando eu for ou estiver pertode morrer, que eu morra em Paz. Tranquilo e sereno, sem sofrer esprimido pela dor.
Já sofri muito em vida e a dor nos instantes finais, seria talvez a pior morte, um assistir desassistido,
o findar vivendo.
Não se deve fugir das prisões debilitantes do corpo, mas acautelar-se onde as paixões, ilusões das posses como dinheiro, lugares, ofertas mirabulosas, grades mentais de aspecto fáceis.
Quando se tem em mente o tudo, passamos de fato a entender que somos parte do todo e como sendo não temos nada, porque o nada, é o tudo.
E que tudo está na mente de deus, Compreendeu?
... e o Pai instruiu ao filho trabalhe e tudo lhe acrescentará,
E o filho obedeceu mas sentiu solidão.
E o filho deixou de ouvir o Pai e foi em busca descanso. Aí arrumou uma companhia, e de novo o Pai disse, apenas trabalhe muito e não terá tempo de se perder em outros desassossegos.
De novo o filho não ouviu o Pai, foi em busca de coisas,
E só aumentava suas lamúrias.
Não quis trabalhar o suficiente,
arrumou mulher,
que veio filhos,
que vieram mais dividas,
que o sucumbiu por sempre querer o fugaz, dando relevância ao ilusório, e...
algumas pessoas são desnorteadas, sobrevivem feito cacheiro viajante que corre na plataforma pra pegar o trem onde o mesmo está com todas as portas de seus vagões abertas e o trem da sinal que vai partir mas ele só vê a porta lá da metade do quinto vagão aberta e não percebe que poderia entrar no vagão a frente e caminhar internamente pro vagão desejado uma vez que há acesso entre eles.
Não há nada em que os Filósofos do oriente tenham feito ou dito que tenha se esvaido feito vento.
TUDO, é tão conectado que basta que sejamos perspicaz pra que entendamos.
Mas é claro que a tal preguiça mental há que se refugiar dela!
É um erro renomear um Humano de tolo ou burro.
Quem o faz classifica a si e a toda uma raça.
Será mais prudente dizer que este ou aquele, está em aprendizado ou evolução.
Precisamos está em trabalho de parto constantemente para percebermos este diário reencontro consigo mesmo, pra nos entender quando precisarmos conectar o outro.
Nós meros seres humanos,
pequenos por construção,
somos capazes de nos armarmos uns contra os outros...
... e, somos quase que incapazes de nos amarmos uns aos outros.
Só é livre aquele que não deixa-se escravizar pelas coisas.
Porque ao se sentir empoderado por qualquer uma delas, o poder será das coisas e não de nós humanos...
Jamais derrube ou corte uma árvore sem antes saber o porquê e pra que, ela está lá.
Certificar-se da História da daquela árvore e suas eficácias.
Tudo e todos teem um sentido, uma História!
O meu Amor a todos os Mestres.
Alguns chamam de professor,
outros fessor,
outro bocado prô,
e outro tantão teacher...
Minha Gratidão a todos estes formadores de filosofos ou aprendizesdo saber.
Mestres - Namastê!
Será que sofremos por alguns
com o passar dos anos um adestramento?
Deixaram de lado a pedagogia peculiar aos Humanos o velho e bom trato pra lidar com o outrem.
Onde alguns líderes e pensadores não valorizaram aquele algo retornável.
