Nilton Mendonça
Precisa-se de generosidade, parar de fazer contas de subtração, o ter não é importante, o ser é ambivalente,
Aos intolerantes o meu sinto muito pela negativa de uns nos outros dai a ira, intolerância e a pratica do ódio, Cautela,
Vivo alertando as pessoas.
Parem de mostrar só a mascara de felicidade.
O palhaço rir o tempo todo, porém o coração também chora,
Se eu citar Camões e tocar com suas palavras alguns corações, ainda sim estes corações mediocrizados me perguntarão; quem seria o detentor de palavras tão sábias,
Vivemos dias de euforia,
Um padecer em insistir em sobreviver,
Contas sendo e a refazer,
Recontar o algo perdido, aquele tempo irrecuperável,
E por fim utópica imaginação de crer que o mesmo fazer,
Será em tempo que se acha mudado,
Ter-se-á um resultado, imaginado que novo,
Porém é o mesmo que se repetirá,
Ai decepcionará,
É hora de se reinventar...
Chegou dezembro,
Desta vez não passa,
Montar arvore iluminar com luzes que piscam,
Se estiver na mesma caminhada, acabarás na mesma escuridão,
Que os homens de retidão de coração e cede de justiça aflorem para os tempos turbulentos feitos os hoje!
Ha um tempo em que estamos acometidos de um excesso de saudades,
Então é chegada a hora de retornar,
Ir,
rumo aos reencontros...
Que seus pensamentos sejam obras.
E que sejam para edificar, solidificar, o AMOR na forma de retidão rumo ao topo ao cume pra está junto no Universo, nossa instância primeira.
E que todos os passos, cada caminhar esteja na retidão pois é o criador se experienciando em nós, vivenciando na matéria a dor de simplesmente"Ser"
Prós que preferem seguir e imitar sempre aquele velho cantor que tinha como performance o ritmo musical da Pisadinha, não comemorem o Natal e o Novo ano... Vai ser igual... Será sempre igual aos militantes desta marcha,
Não quero aqui começar um debate:
Mas indago aos senhores.
Porque esta geração só imita e limita-se a copiar os maus?
Porque não replicam um:
Nelson Mandela,
Madre Tereza de Calcutá,
Martin L. King,
Tiradentes,
Dalai Lama,
Helena Blavatsky,
Jesus,
Sidarta Gautama(Buda),
Khalil Gibran...
Porque estamos nos espelhando só no que de pior está permeando a face da terra?
Estamos e gostamos do velho sofrer, e adeptos do masoquismo?
Que purgar e este em que colocamos no lugar do Criador o ego movido a ostentação e vaidade?
...É realmente os deuses estão loucos...
Se é que alguém me entende!?
Se medirmos conceitualmente nossos valores pela atenção dispensada aos outros, vivemos um dogmatismo amoroso e casual,
Porém se somos autênticos respeitando o livre pensar sem exigir ou cobrar qualquer atenção, ai vivemos o desprendimento que é o Amor!
É realmente triste ver e ouvir gente se dizer réu confessos serem escravos de alguns frustrantes vícios,
Queremos mudar o mundo,
Queremos um ano melhor,
Queremos Amor, Saúde e Paz,
Queremos e damos Bom dia, Parabéns, desejamos felicidades,
Mas não queremos entender que o empecilho, a dificuldade são degraus pra uma evolução,
Conhece-te, todos ai começa a mudança para um todo!
Se não houver, primeiro uma mudança de consciência pessoal, não vai adiantar acender vela, ferir joelho orando, entoar mantra, pedir e desejando feliz ano novo,
Qual o preço de uma amizade?
Será que realmente temos amigos?
E como podemos chamar os seres os quais convivemos uma grande parte de nossa trajetória mundana?
Algumas seitas e religiões não tem com o outrem, o idealismo amizade, e preferem adjetiva-los de ``irmão´´,
Mas escuto estrada à fora muito falar e até cantar em nome do ``Amigo´´,
Uns tratam-se como Brother, Irmão, Parceiro, Mano etc...
Particularmente prefiro aceita-los como amigos, é mais fácil e comum, afinal são nossas diligencias que nos impedem de olhar para dentro de nós mesmos e entender a imperfeição como o todo e quanto ainda temos que evoluir, para aprimorarmos e aceitarmos o próximo como eles são e jamais como o queríamos que fossem onde acredito eu, que esta vontade já não seria do amigo mais de quem o interpreta, no caso o eu pessoal,
Obrigado a todos os meus amigos!
