Nilton Mendonça
Atentemos aos ciclos dos corpos.
Essencialmente somos um acúmulo
de bactérias.
Ser ou não ser, sádio ou doente é
esquecer-se o definhamento patológico vigente, e inerente.
Já nascemos em queda livre, em sentido ao óbito.
Boas energias queridos!
Espero que todos estejam obstantemente bem, com ideais e propósitos de empatia!
A causa é sempre evolutiva acaminho do bem comum.
Ótimo dia.
Namastê
Estamos! Vivemos; em banquete com os signos.
Ora jogamos, ora somos manipulados por estes articuladores que ora diz-se empatado pela trama vida, onde jamais haverá ganho ou ganhador.
Por sermos apenas o algoritmo, a peça do jogo dos vencidos pela congruência do que eles insistem na manipulação que foi um mero destino.
São tantos implorando e pedindo pra Deus coisas e proteção.
Isto pode ser idiotice seguida de um desvio psicológico chamado tolice.
Fazer uma divindade ouvir oque em sua essência é inerente por conhecimentos de cada um dos seres, inclusive aos irracionais, subtende-se ser um devaneio.
Conversas entre escoteiros, sobre inconsistências do homem adulto.
... bom dia amigo escoteiro!
Entendo que a automotivação se faz necessária pro bem-estar psíquico, e o sistema de compensações pessoais.
Porém, precisamos lembrar da falta de atitudes pro ativas com o coletivo.
Ainda precisamos reeducar este ser adulto, e egoísta que insiste em realimentar a criança latente e inconsequente.
Lembrá-los que cresceram, e que a criança travessa em seu âmago comete constantemente incoerências limitantes
tornando-os em adulto fútil e tolo.
Precisamos ser lembrados assiduamente.
Aos que falam muito, por vezes expressam poucas revoluções, mas ainda sim dizem algo.
Porque perguntar, também é dizer.
Porque gente estúpida feito alguns cancioneiros, cantarolam ideias e ideais em certo momento ao ficarem idosos dizem não ter entendido, ou dito algo transformador pra vida.
Dizem alguns que faríamos melhor se apenas ouvissemos, a nós e os outros, onde não precisaríamos dizer nada, pra entender
esse tudo. Porém somo buscadores.
Somos anfíbio aquáticos, só perceber.
Já viu sapo ver brasa e não engolir?
É isso que a raça humana não entendeu ainda.
Que no início depois de sermos o fruto, tornado árvore, florescermos e frutificarmos, temos o vigor e a vontade revolucionária.
Mas vem o sol e o vento, a chuva e a tempestade, caimos na terra, frágeis e sem reservas de vontade.
O esplendor da morte nos alivia com a tiragem do fardo. E aí o milagre!
Nos transformamos em nova mente.
Voltamos a nossa essência o inerente pó. Percebo tudo isto em minha mãe, pai, em todos os nossos ancestrais.
Nunca é o fim. Sempre foi novo recomeço. Entenda, que sempre foram novos ciclos.
Vivemos um eterno purgar e padecer.
Como? Imersos na Hipocrisia.
Festejamos, comemoramos e lamentamos.
Dizemos ter Saúde, estar bem, ser feliz, ter empatia.
Tudo automatizado no pressuposto.
Somos vís e somos pensados a dizermos...
" estou bem" segue o script teatral nos palcos da vida.
Talvez seja só isto, a retroalimentação pra continuarmos encenando nessa novela percebida, a qual dizemos essa é a "Vida".
Comum, é o mesmo que igual?
Estamos pediatrizando a geriatria.
Vemos algo, e, pronto, modulamos de imediato a conceitos que acredito ser de um contingente extenso, arbitrária e controversa. Não entendeu oque este buscador está querendo dizer não é?
Pois bem. Fruta do conde não é melancia. Ainda que as duas tenham carne e caroços.
As pessoas estão incorporando seres e coisas as suas vidas, numa utópia ilusória com atuação onde e como se fosse normal, cozinhar em água morna. Quando o cozimento atinge seu apse em fervuras elevadas.
Apesar que entender e sentir algo como verdade, torna-o genuíno.
Diz-se, que, disse Schopenhauer,
"O homem é livre pra fazer o que quer, mas não para querer o que quer."
Ao passo que eu, replico e concluo.
Liberdade e livre-arbítrio são uma farsa!
Apenas viva!
... um dia após o outro.
É, só isso.
Por que nem sabemos oque é
de fato felicidade.
Imagino, acredito ser Paz
e contentamento.
Fui ao interior das matas, visitei as relvas e montanhas, contemplei os mares, olhei o firmamento trêmulo pelo calor.
Mas, não visitei meu ãmago.
... e tempos depois, entendi que viver é não entender, o porque de não compreender oque chamam de viver.
Você só sabe que Deus existe pelo tamanho de sua vontade ou fé!
Podem definhar em sofrimento, desesperar-se, chorar, pedir e implorar, que não lhe dará ouvidos oque se intui por Deus.
Mas a vibração humana é tão forte e incompreensível pelo seu poder, que, se tiver ao menos um fervoroso acreditando, eis aí oque se confirma como milagre e Deus.
É um tédio o excesso de posses.
... é enlouquecedor, a escassez parcial ou total de valores de sobrevivência.
Se pagou, ou, está pagando algo que te custa Bem estar
e Paz!
Abandona urgentemente tal cárcere, antes que te prendam
na sepultura.
Está errado o ditado, e quem disse que
"Um país, se faz, com homens e livros".
O mundo se faz com homens de mente e coração embasado na moral e ética.
Basta perceber as grandes instituições de ensino mundo a fora, a enorme gama de egoístas vaidosos e ambiciosos por elas doutorados.
Somos tão viciados nas desculpas, que, mesmo sem
tê-las, as produzimos.
Uma espécie de prisão pra fugirmos de nossos atos danosos.
Olhe pro seu jardim repleto de flores.
Roseiras embelezam com seus botões em cachos, mas também produzem espinhos.
Quem?
Quem? mais que nós mesmos, se reconhece um alto sabotador.
Muitas vezes se faz nescessário o tropeço pra acordarmos de certas utopias.
Quanto ao que torce pela decaída do outro, é bom repararmos aos que nos rodeiam abraçando e, chamando de amigo.
Já viu mais oponente que estes quando sabem que nos damos bem em algo? Lembra quem abriu a porta do castelo troiano?
Vestimos máscaras!
Máscara ao meu perceber são fugas e ao mesmo tempo o rebusque pra perceber quem somos nós.
O nó do tempo, da vida a nos confundir a retardar o grande e inevitável encontro, conosco.
Esse perceber de todas as máscaras, a dissolução das faces de nós mesmos.
Por sermos todos multfacetados.
Somos iludidos sonhadores.
Entende?
A percepção de querer ou aceitar algo. Vivemos utopicamente, porque somos um paradoxo, um ato teatral, um modo paradoxal, uma existência inexistente, uma coisa inenarrável, mas, perceptível entende? Não? Tão pouco este meramente capitulado do modos encenar viver.
Estratégia de vida.
Fazer o bem e não querer nada de ninguém.
Até porque ninguém não tem nada também.
