Miqueias Klippel
O silêncio é uma arma poderosa. Aprenda a dominá-lo para não ser refém dos seus próprios impulsos nem das armadilhas alheias.
Creia em Jesus como Senhor e Salvador da sua vida. Arrependa-se dos seus pecados e volte-se para Ele. Os dias são maus; escolha a luz e viva segundo a verdade.
O mundo se torna cada vez mais insuportável, cheio de pessoas fúteis que abandonam a razão para abraçar ideologias medíocres e garantir um lugar no rebanho.
Muitos não aprendem o básico de economia por dois motivos: dá trabalho e convém mais depender do Estado do que pensar.
É uma piada de extremo mau gosto que, em um país onde carecemos de coisas tão básicas como saúde, segurança e dignidade, políticos gastem milhões em campanhas justamente para encobrir todas essas carências.
Nenhuma nação que ignora os princípios e valores dos pioneiros que a construíram encontrará outra coisa além da própria ruína. É justo reformar o que exige reparo, mas conservar o que o tempo consagrou é dever de toda geração.
A classe política brasileira arruinou o que poderia ter sido uma das maiores nações da história. Desde o golpe que instaurou a República e exilou a monarquia, só conhecemos corrupção, ladrões no poder e um povo pagando a conta de tiranos parasitas.
O comunismo e suas variações só têm defensores fora dele. O pior é que quem possui liberdade e prosperidade são os mesmos que romantizam um sistema que lhes confiscaria até o direito de reclamar. Desastroso paradoxo.
Viver no Brasil é cansativo. A pior notícia é sempre a próxima; ter esperança de que as coisas mudem parece quase uma fragilidade, de quem ainda tenta resistir.
O governo opera como uma máfia, roubando descaradamente por meio dos impostos e sustentando sua estrutura de corrupção em todos os níveis às custas de quem efetivamente produz algo.
A religiosidade voltada ao serviço de interesses humanos converte-se em enfermidade intratável da alma. Em contrapartida, a devoção sincera e santa ao Deus criador é uma luz capaz de dissipar qualquer escuridão que habite a alma.
Olhos De Poesia
Há quem veja o mundo com os olhos da poesia
e aprenda a medir o tempo pela luz do amanhecer
e pelo jeito que o sol se curva ao partir,
deixando nas janelas o rastro de ouro que ficou.
O vento empurra nuvens como barcos de algodão,
a vida acontece nos intervalos que ignoramos,
o café esfriando, a xícara vazia,
o silêncio entre duas palavras ditas.
As coisas ordinárias são as mais extraordinárias,
só porque poucos se dão ao trabalho de notar.
Um minuto pode virar saudade doce,
uma tristeza pode marcar a alma como cicatriz palpável.
A maioria caminha por esse mundo como errante,
sem experimentar a poesia que a própria vida é,
sem perceber que tudo exige aprender a dualidade,
entender o fim, a morte, o ponto final,
e saber também que tudo pode reiniciar,
que mesmo no meio do caos mais denso
ainda há possibilidade de um final bom,
de um raio de sol atravessando a tempestade.
Quem enxerga assim vive de verdade.
O pior tipo de pessoa é aquela que vê o mal e escolhe defendê-lo. Quem estende as mãos para as trevas passa a fazer parte delas, e já não há salvação.
Vivemos num mundo cada vez mais insano, onde os sensatos são rotulados de vilões pelo simples fato de desejarem o fim da loucura.
A sua pior versão não foi capaz de impedir o amor de Jesus por você.
Um engano comum e triste é pensar que Jesus não nos amaria por causa de nossa versão ruim, por causa de erros cometidos ou pecados que fizeram ou fazem parte de nossa vida.
Na verdade, é o oposto: é na versão ruim do ser humano que o amor de Jesus se manifesta de forma mais intensa, através de Sua graça, não oferecendo apenas acolhimento, mas perdão e transformação. Jesus nunca rejeitaria um coração quebrantado que deseja ser redimido.
Um capítulo ruim de nossa jornada não define o nosso final quando depositamos nossa fé e esperança no próprio autor da vida.
Quem é incapaz de governar seus desejos e resistir às tentações já é escravo, não de homens, mas de paixões que devoram corpo e espírito. A verdadeira liberdade começa no governo interior.
Em um mundo de valores invertidos, a liberdade precisa ser conquistada. Não à toa, muitos escolhem voluntariamente uma prisão confortável, desde que o risco fique por conta dos outros.
No topo da política, rivalidades são fachada: fantoches dividem o povo em nome de interesses comuns a uma única classe dominante.
Em um mundo onde tantos se perdem por riquezas que perecem, feliz é quem se encontra rico da graça e dos favores eternos de Deus.
