Mel Bie

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Reflexões. Uma literatura real (I-VIII)
V.
E as diversas facetas brigam entre si buscando o melhor para seu personagem, nesta literatura real. Apesar de não terem escolhido nascer nele.


Mal sabem que nada são, e suas histórias um dia se apagarão.


Quem é o protagonista, então?

Páscoa secular?
Gostam de transformar tudo o que é sagrado em comércio...

A dor mais intensa é aquela causada por quem você mais amava.

Cada ímpio por si, e Deus pelos que são Dele.

É possível entender o sentido da palavra "paciência", quando é percebido o procedimento divino com a humanidade.

Fórmula da retição de erros


= Sujeitos + ambiente + circunstâncias = resultado
Quanto mais semelhantes os elementos, maior similaridade na consequência.

Somente a resposta para o sentido da vida faz querer permanecer nela.

Se alienar não é se proteger.
Não saber o mal, não faz com que ele não exista.
Saber o mal é a única forma de se proteger dele.

Muitos querem o que tenho, mas não estão dispostos a pagar o preço que paguei para ter.

A verdade é autossustentável, não precisa se defender. Seu silêncio é a resposta; o tempo não a esmoece, antes, a estabelece.

Quanto mais sublime for sua experiência mais ela deve ser preservada.
Cada vez que contada a quem não merece seu brilho, mais ela o perde.


Guarde a melhor parte para o correto destinatário.

Contradições (im/ex)plícitas


Conheço pessoas que precisam de validação pública para se sentirem existentes.
Não sabem que: aqueles buscam aprovação de homens desagradam ao Criador?
(...)
Conheço pessoas que buscam alcançar validação máxima para se sentirem eficazes.
Não sabem que: aqueles que atingem aprovação da maioria acabam com o mesmo fim que elas?
(...)

E os peçonhentos falam muito do que não sabem.
Justamente, por não saberem.
Criam, na lacuna de seu alvo, aquilo que gostariam que ele fosse,
o pior que têm dentro si, para aliviar sua própria ignorância.

A massa não respeita aquilo que consegue facilmente.
Sem o desgaste para alcançar o que almejam, desmerecem o valor daquilo que é gracioso.
A massa desrespeita aquilo que não é de mérito próprio.
Sem a imposição de força para alcançar seu intento, diminuem a beleza de uma ação de graças.
(...)
Quando o perdão é dado rápida e prontamente, ocorre permissão para uma nova falha.
A mente humana mediana não consegue compreender o valor do ágape;
antes o assimila como uma licença para errar continuamente.
(...)
Limites são divinos e devem ser estabelecidos.
Sem eles é concedido o desrespeito.
E, sem respeito, resta a vã repetição desvaliada.