Luciano Platinelas
deitado no divã de rosto para cima
se apossava dele certa letargia
e chegava da rua um tal de alarido
enorme e tristonho que vinha sorrindo
e ouvia toda noite da sua janela
o batuque do samba lá na casa dela
e entre tantos chapéus via o seu vestido
dançando no salão como um anjo caído
Eli apaixonado por sambá ouvindo
e ele apaixonado por samba ouvindo
rodava no salão com seu vestido lindo
Eli apaixonado por sambá ouvindo
e ele apaixonado por samba ouvindo
dançava no salão com seu vedtido lindo
Elí apaixonado por sambá ouvindo
e ele apaixonado por samba ouvindo
girava no salão seu vestido lindo
sorrir
pra não chorar de saudade
da felicidade
daquele seu olhar
quando eu chegava e batia palmas lá no seu portão
você atendia brava e perguntava
por onde eu andava por onde eu andava por onde eu andava
por onde eu andava
que não vem me visitar
por onde eu andava você perguntava por onde eu andava
por onde eu andava
que não vem me visitar
eu vou sorrir
sorrir pra não chorar de saudade daquele seu olhar
que me perguntava por onde eu andava por onde eu andava
por onde eu andava
que não vem me visitar
que me perguntava por onde eu andava
por onde eu andava? que não vem me visitar
Eu comprei por que saía barato
Mas depois de analisar meu extrato
Percebi que não comprar saía mais barato
Gabiróba, que era um sapinho muito alegre que estava passando em frente a uma escola quando encontrou com seu amigo gambá
Gambá o pegou pela mão e entrou correndo na escola dizendo: "venha vou te apresentar um amigo, ele é poéta". Venha logo vou te apresentar. O sapo ficou com medo de ser pisoteado quando viu aquele monte de pés correndo pra lá e para cá, mas para não contrariar seu amigo gambá ele se aventurou passar pelos alunos. Lá perto da quadra de esportes encontraram o menino poeta e gambá apresentou seu amigo sapo, veja poeta, esse é Gabiróba, meu amigo sapo e ele veio aqui só pra ouvir sua poesia.
- Oiii Gabiróba! eu sou Lagôsta, estou na oitava série e não gosto muito de jogar futebol, gosto mesmo é de queimada. por isso eu fico aqui na torcida e escrevendo no celular, e de vez em quando dou um grito, vibro, só pra fazer de conta que estou participando da aula.
- Que legal Lagôsta, mas o que você escreveu no celular hoje?
- Ah! Não é nada de mais, são só uns versos que escrevi para o meu pai.
- Nossa que legal!
mas e aiiiiii?... Saiu tudo da sua imaginação?
- ah não! a imaginação não é minha, ela não tem dono, Ela está aqui, ali, em todo lugar, viaja de rosto em rosto fazendo-os sorrir ou chorar, mas está sempre disposta a nos servir quando a buscamo no silêncio. Dá pra imaginar?
Gabiroba, procurou pelo gambá e viu que ele não estava mais por ali. Pensou que talvez a aula estivesse acabando e que ele teria ido lá para o portão da saída só para entrar de novo em sentido contrário, parece que ele gostava desse desafio de ver a vida passando por um fio, e sempre fazia isso.
- “Ex Governanta”... Gritou bem animado Lagosta.
Eu te amo tanto que caminho na rua
Sempre conversando no mundo da lua.
Sempre passando tempo expressando idéias
Sempre jogando jogos de tabuleiro com estratégia
Para prolongar nossa linda vida bela
Sempre em comunhão para ter uma lógica
Mas quando não concordava
Sempre tinha uma revolta
Para expressar ideias
Para beneficiar
Sempre um e outro ajudar
Mas hoje em dia
Você me largou
Largou a todos nós
Você nos deixou
Você me recusou
Ex Governanta!
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas
Você nos deixou
Nos revoltou, mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Por que você se afastou
Porque nós nunca lutou a sua ida!
Não volta mais a vida
A revolta não é mais ocorrida
Entre seus problemas
Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você, porque?
Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população vai se calar
Todas as minhas lágrimas derramadas
Lembro das agonias que nos protestava
Lembro dos momentos que não nos resguardava
Sinto a nossa falta
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas você nos deixou
Mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Porque você se afastou
Porque nós nunca se revoltou com a sua ida
Não volta mais a vida
A luta não é mais ocorrida
Entre seus problemas
Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você. Porque?
Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população volta a se calar.
EX GOVERNANTA.
Apitou o sinal, e Gabiroba ficou apavorado ao ver tantos pés passando apressados, para lá e para cá, por aqui, por acolá, novamente e por todos os lugares. A quadra era coberta e o barulho ficou insuportável, ele se escondeu até o alvoroço acabar, olhou para cima e viu o gambá dormindo bem sossegado no galho da goiabeira.
É mais fácil convencer um vampiro a doar sangue do que arrancar um sorriso de quem não gosta de fazer amigos
Eu vi a cultura acorrentada e a democracia saindo do teatro calada depois que a arrogância subiu no palco fantasiada
Gabiróba, que era um sapinho muito alegre, estava passando em frente a uma escola quando encontrou com seu amigo gambá que o pegou pela mão e entrou correndo naquela escola escola dizendo: "venha vou te apresentar um amigo, ele é poéta". Venha logo vou te apresentar. Oi, oi, esse e meu amigo. O sapo ficou com medo de ser pisoteado quando aquele monte de pés correndo pra lá e pra, mas para não contrariar seu gambá ele se artiscou passar pelos alunos. Lá perto da quadra encontraram o menino poeta e gambá apresentou seu amigo sapo, veja poeta, esse é Gabiróba, meu amigo sapo e ele veio aqui só pra ouvir um poesia.
- Ola muito prazer seu sapo, eu sou Lagosta, estou na oitava série e não gosto muito de jogar futebol, gosto mesmo é de queimada, então fico aqui escrevendo no celular e de vez em quando dou um grito, vibro, só pra fazer de conta que estou participando da aula.
- Que legalPoeta Lagosta, mas o que você escreveu no celular? Pode nos falar?
- Ah! Não é nada de mais, são só uns versos que escrevi para o meu pai.
- Nossa que legal! Saiu tudo da sua imaginação?
- Claro que não! Pois, não tem dono a imaginação. Ela está aqui, ali, em todo lugar, viaja de rosto em rosto fazendo-os sorrir e chorar, mas está sempre disposta a servir a qualquer um que no silêncio ela encontrar.
Gabiroba, procurou pelo gambá e viu que ele não estava mais lá. Pensou que talvez a aula tivesse para acabar e que ele teria ido lá para o portão da saída só para entrar de novo em sentido contrário, parece que ele gostava desse desafio de ver a vida passando por fio.
- “Ex Governanta”...começou subitamente Lagosta.
Eu te amo tanto ....
- “Ex Governanta”...começou subitamente Lagosta.
Eu te amo tanto que caminho na rua
Sempre conversando no mundo da lua
Sempre passando tempo expressando ideias
Sempre jogando jogos de tabuleiro com estratégia
Para prolongar nossa linda vida bela
Sempre em comunhão para ter uma lógica
Mas quando não concordava
Sempre tinha uma revolta
Para expressar ideias
Para beneficiar
Sempre um e outro ajudar
Mas hoje em dia
Você me largou
Largou a todos nós
Você nos deixou
Você me recusou
Ex Governanta!
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas
Você nos deixou
Nos revoltou, mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Por que você se afastou
Porque nós nunca lutou a sua ida!
Não volta mais a vida
A revolta não é mais ocorrida
Entre seus problemas
Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você, porque?
Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população vai se calar
Todas as minhas lágrimas derramadas
Lembro das agonias que nos protestava
Lembro dos momentos que não nos resguardava
Sinto a nossa falta
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas você nos deixou
Mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Porque você se afastou
Porque nós nunca se revoltou com a sua ida
Não volta mais a vida
A luta não é mais ocorrida
Entre seus problemas
Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você. Porque?
Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população volta a se calar.
EX GOVERNANTA.
Apitou o sinal, e Gabiroba ficou apavorado ao ver tantos pés passando apressados, pra lá, pra cá, por todo lugar. A quadra era coberta e o barulho ficou insuportável, ele se escondeu até o alvoroço acabar, olhou para cima e viu o gambá dormindo bem sossegado no galho da goiabeira.
Gabiróba depois de pular da gaveta do Gigante fugiu correndo e pedindo carona numa estrada boiadeira e...
Não demorou muito tempo e parou uma caminhoneira e disse sobe ai seu sapo mochileiro.
Na carroceria do caminhão tinham 10 vacas e um leitão que ela estava levando na fazenda do Jão Bolão
a caminhoneira gostava muito de contar prozad e perguntou a Gabiróba se ele já conhecia a " lenda da mulher da pena de galinha,"
e o sapo que estava cansado disse que não, mas que devia ser engraçado
então...tá vendo aqueles morros?
dizem que ela morava lá naquelas bandas, depois do Sítio dos Veloso. e trabalhava numa granja.
....seu marido tinha fugido
ela ficou sozinha cuidando dos filhinhos
e como o dinheiro era pouco e ela boa costureira suas roupas fazia de pena
e foi numa sexta feira santa quando uns moradores do sítio vizinho saíram para roubar umas galinhas para fazer galinhada no almoço do sábado de aleluia.
e voltaram ja perto da meia noite felizes falando da sorte que tiveram de encontar uma galinha branca de grande porte.
Todos ficaram sabendo da sorte daqueles caçadores e estranharam muito quando viram que não tinha galinhada no almoço e que ninguém falou mais nada da tal galinha grande.
E tudo ficou mais estranho quando depois daquela sexta feira santa, todas as noites de sexta uma chuva de penas de galinhas caía no sítio todinho.
E conforme as semanas foram se passando, a chuva de penas foi aumentando e encheu a represa de penaa...e como não tinha mais água para beber e nem cozinhar. todos foram embora para outro lugar. e o sítio ficou abandonado.
E hoje dizem que muitas galinhas vivem soltas por lá e uma mulher vestida de penas de galinhas cuida delas e arranca os olhos dos caçadores que vão lá para caçar.
Riama, tinha um namorado de coração endurecido que não queria aceitar o fato de ela ter se convertido e mudado o seu comportamento e suas atitudes em tudo o que ela fazia.
A medida que ela evoluiu espiritualmente ela foi deixando por vontade própria de frenquentar alguns lugares, de sair com algumas amizades que agora não estavam mais em conexão com os planos que Deus tinha para ela.
Quando ela não conhecia Cristo, ela pensava que o livre arbítrio existia para servir a vida e as coisas que ela acreditava que davam prazer. Com o tempo dedicado a fé Cristã ela percebeu que tudo o que fazemos no mundo está relacionado com a necessidade que nós temos de agradar alguém, da necessidade de aprovação, por mais que desconheçamos ou negamos essa realidade.
Ela conseguiu entender que lá no fundo da alma os nossos maiores sofrimentos vem dessa necessidade de agradar e de ser aceita. Dai ela percebeu que seu namorado estava sendo egoísta e agressivo quando se revoltou com o fato dela ter escolhido seguir a Cristo. E...diante disso ela percebeu que ele precisava de ajuda e ofereceu a ele a oportunidade de ir com ela na igreja e por diversas vezes ela o convidou e ele se recusou dizendo que não queria mudar o seu comportamento só para ficar com ela. Então ela o deixou sem arrependimentos, pois descobriu que é muito mais fácil agradar a Jesus Cristo do que agradar um namorado, uma amiga ou amigo, ou qualquer outro ser humano, e se sentiu feliz por estar vivendo a melhor fase da sua vida e usando o seu livre arbítrio para servir a Deus.
A sabedoria e a beleza
Discutiam caladas
Sobre a pequenez da grandeza
De ser mais bela ou mais sábia
