Lucas
Por conjectura, quando sonhamos que estamos sucumbindo, talvez não seja apenas um sonho, mas sim lembranças de como morremos em vidas passadas.
Falo de liberdade o tempo inteiro, mas quando me apaixono por alguém tudo o que eu quero é ser prisioneiro.
Perdido no acaso, louco te encontro. Nem mesmo sóbrio ainda fico, quando ouço o teu canto. Céus, quando poderei te encontrar? Se o acaso me permite, eu não hei de hesitar.
Não me arrependo de amar, por vezes não só correspondido...
Mas do que isso importa? Ao menos consigo escrever uma mísera linha poética e isso já vale de monte, pois minhas palavras sempre hão de chegar a almas que precisam ouvir o que tenho a dizer.
" Sabendo da saudade que espera visitar-me em algum horário amanhã, antes vivi incansavelmente por aquilo que considerei viver, na positividade da vida, para que ao menos, amenizasse uma possível dor; dor essa, com pouca intensidade, insuficiente para me impedir de experimentar novas coisas, novos momentos. Então entendi o que era esperança, deixei ao lado, pelo menos por um instante de tempo a saudade, sim, a saudade..."
Você tem uma identidade forjada por Deus para você, para acessar só precisa deixar de lado o que o mundo diz sobre você e então aceitar e receber a Jesus.
Nos traços da missão da sua luta,
Dirige-se ao prélio o legionário;
Definem da coragem o seu erário
Suas linhas com face resoluta.
E galopa veloz cortando o Tempo,
Do dever sua lança o império vibra:
Densas formas desenham sua fibra,
Que os mares da batalha vai rompendo.
Com o fatal findar da resistência,
Desmonta-se o lanceiro em seu declínio
Nos seus rumos desfeitos de existência.
Em esboços se prostra o paladino:
Ei-la, cavalaria de imponência,
Quebrantada em areias do Destino.
Desvendo, introvertida e tão dolente,
Com o verso, que acorda e nada oculta,
A rosa cuja espada vil se sente
No arrebol das paixões da vida adulta.
Aos grilhões do encanto me condeno
A cultuar, honrado, suas formas,
Admirando da lâmina o veneno
E queimando na dor de suas normas.
Ainda que aflições tenha por lemas,
Manifesta-se a rosa com estima,
Que dos versos se adorna nos dilemas.
Se no segredo o amor rasga e se firma,
Deixe o mundo que fervam os poemas,
De onde revela o mal a triste rima!
Visão minha cerra
Do próximo ser
A história que berra
O antigo viver.
Memórias distantes
De fados semblantes
São rastros flagrantes
Do meu padecer.
A dor que se encerra
No seio pra guerra
Visão minha cerra
Do próximo ser.
E fende a vivida
Presença a prisão
Na água aguerrida
Da minha visão.
Abranda do vulto
O mal resoluto
O nobre atributo
Do agora: tensão.
Hesita rompida
A estrada da vida
E fende a aguerrida
Presença a prisão.
Que Deus me suporte
Trilhando o porvir.
Morri sob o forte,
No forte nasci.
Incógnitas cores
Que tingem as dores
Do céu de terrores
Me têm a cair.
Nas brumas da sorte
Do vale da morte
Que Deus me suporte
Trilhando o porvir.
