Lucas
Nos traços da missão da sua luta,
Dirige-se ao prélio o legionário;
Definem da coragem o seu erário
Suas linhas com face resoluta.
E galopa veloz cortando o Tempo,
Do dever sua lança o império vibra:
Densas formas desenham sua fibra,
Que os mares da batalha vai rompendo.
Com o fatal findar da resistência,
Desmonta-se o lanceiro em seu declínio
Nos seus rumos desfeitos de existência.
Em esboços se prostra o paladino:
Ei-la, cavalaria de imponência,
Quebrantada em areias do Destino.
Desvendo, introvertida e tão dolente,
Com o verso, que acorda e nada oculta,
A rosa cuja espada vil se sente
No arrebol das paixões da vida adulta.
Aos grilhões do encanto me condeno
A cultuar, honrado, suas formas,
Admirando da lâmina o veneno
E queimando na dor de suas normas.
Ainda que aflições tenha por lemas,
Manifesta-se a rosa com estima,
Que dos versos se adorna nos dilemas.
Se no segredo o amor rasga e se firma,
Deixe o mundo que fervam os poemas,
De onde revela o mal a triste rima!
Visão minha cerra
Do próximo ser
A história que berra
O antigo viver.
Memórias distantes
De fados semblantes
São rastros flagrantes
Do meu padecer.
A dor que se encerra
No seio pra guerra
Visão minha cerra
Do próximo ser.
E fende a vivida
Presença a prisão
Na água aguerrida
Da minha visão.
Abranda do vulto
O mal resoluto
O nobre atributo
Do agora: tensão.
Hesita rompida
A estrada da vida
E fende a aguerrida
Presença a prisão.
Que Deus me suporte
Trilhando o porvir.
Morri sob o forte,
No forte nasci.
Incógnitas cores
Que tingem as dores
Do céu de terrores
Me têm a cair.
Nas brumas da sorte
Do vale da morte
Que Deus me suporte
Trilhando o porvir.
No turbilhão inquieto da mente, O inferno se levanta e traz tempestades.
Os monstros se enfurecem e se movem com raiva, Dor, terror e loucura em uma dança feroz.
A raiva se eleva como uma chama ardente, Eu consumo meus pensamentos e sentimentos.
Guerreiros e matadores com diferentes personalidades, Eles disputam a supremacia no caos.
A dor me envolve como garras afiadas, Ela permeia cada célula do meu ser.
A paz parece uma ilusão, espalhada, Enquanto a loucura espreita sem me parar.
Em um labirinto de sombras e confusão, Perco-me entre o abismo e o diabo.
buscando a salvação, desejando a salvação, Lute contra o abraço do sofrimento.
Mas há uma chama que continua queimando Nos cantos mais profundos da minha alma.
A esperança pode amar mesmo no inferno me leve para descansar Neste caos eu busco minha verdade Enfrente as sombras e os monstros.
Eu acredito que superar é a minha chave Encontre a paz e cure meu coração sombrio.
Então eu me levanto para lutar contra esta tempestade Eu construo pontes entre minhas diferentes faces.
Busque o equilíbrio e a quietude com resiliência. Transforme o inferno em um oásis de maravilhas.
Você quer viver o sobrenatural, mas o que você tem feito de extraordinário para chamar a atenção de Jesus!
Memória: que vigor tem para à dor
Sujeitar-me. Regresso em vão no Tempo
E do que foi - fatal - viro detento,
Do remorso me tendo receptor.
Memória: lutuosa, trepidante;
Mesmo que na masmorra seja presa,
Nas mentes mais calosas, de agudeza,
Às ruínas de agrura é instigante.
De reflexões na vida o império alcança,
Correntes de incertezas já levanta
Do passado infinito a guilhotina.
Assombrada, troveja, cinza, canta
A música da Morte, o vivo encanta:
Em estupor o caos me alucina.
Investi tanto para tão pouco. Demorei tanto para entender o suficiente de que foi um desperdício de fidelidade.
Não sou o que se vê. Em um deslize,
Sou o que em teus agrados tempesteia
Um tom fúnebre e rasga tua veia
Nas linhas do Destino que eternize,
Que tenebrosamente a dor te instaura
De seus lábios não teres mais tocado;
De Sêneca ao ébrio, venerado,
Sou o Tempo, fugaz e sinistra aura.
Dir-me-ás: "Que injustiça! Por que escapas
De mim quando me falta mais a vida
E fechas, prematuras, as etapas?"
Consumados os séculos, roída
Tua carne em horror, vais ver: derrapas
Na ilusão de uma fase usufruída.
Palavras duras não podem ser ásperas, quando são simplesmente verdadeiras. Havendo asperidez, tem arrogância, ignorância, então não são palavras, são palavrões, são arranjos de tão baixa classificação, que nem palavras as podem ser, se muito, um amontoado de letras que bem representa aquele que as emitem.
Não se limite em apenas ir em uma academia, mas também leia livros de desenvolvimento pessoal e finanças, medite na palavra de Deus, construa hábitos saudáveis, pratique hobbies, passe mais tempo com a família e com quem você ama. Essas pequenas coisas lhe farão mais feliz e grato.
Encontrei paz e reflexão em meus momentos de solidão.
Aprendi a me conhecer melhor e apoiar meu tempo sozinho.
A solidão não é sinônima de tristeza, mas sim de crescimento pessoal
As tendências actuais divergem da pressão social e vivemos com muito medo de ter uma ideia e avançarmos com os melhores momentos de nossas vidas.
