Ketely Temper Almela
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O(a) cânone é existencial na espécie humana.
Há academicismo e cânone entre os seres humanos.
A iconografia é existencialista na espécie humana.
Felina ou Humana?!
Aos rastros das nossas espécies diferentes tornamo-nos compatíveis em nossos peculiares traços não identificáveis aos olhos dos seres vivos.
Há uma felina numa humana; há uma humana numa felina.
Talvez não seja necessário situar na cabeça do ser humano para entender o que percorre em seu cerebelo.
Oxigenando p(artes) de meu eu.
Oxigenando literatura em escrituras mais profundas do que uma borboleta fora do casulo. O conhecimento é uma metamorfose ao homem, ser.
Felina humanoide: senha irreconhecível produzida pelas quatro patas de uma gata atípica.
O amor é um medley de sentimentos e emoções.
O amor é um mashup de emoções e sentimentos.
Elíptico é uma espécie de desinência na produção textual.
A vida é um elíptico com momentos de desinência.
A vida é um reflexo do ontem no espelho do hoje.
A vida é um espelho de reflexos do ontem, hoje e amanhã.
O ser humano é protótipo, porém nem sempre uma espécie esculpida ao protótipo.
As nuvens parecem pedaços de algodão soltos no ar.
Com trinta e dois músculos na orelha e duzentos e trinta ossos, opostos dos humanos que tem cerca de duzentos e seis ossos, mesmo assim, os felídeos há um cérebro semelhante a espécie humana.
Sem onomatopeia; sem miau, miau.
Não há cores sem matiz, matizes.
O ancenúbio transformava o amor em uma nuance de tons abstratos e concretos.
O coração era abstrato, a pulsação era concreta; os sentimentos e as emocionalidades fugiam de ser figuradas ou teóricas.
A vida talvez seja uma metáfora aos sentimentos e emoções.
Não há hoje que refaça o ontem, mas há hoje que refaça o amanhã.
O alfabeto sempre bate na porta de um escritor para permitir a passagem de suas letras.