Marcos Kamorra (Filosofia Kamorrista)

51 - 75 do total de 86 pensamentos de Marcos Kamorra (Filosofia Kamorrista)

O ego pode ser um aliado, desde que esteja sob seu controle.

Alguns crentes de hoje aconselhariam Davi a apenas orar por Golias, não a enfrentá-lo. São os mesmos que distorcem o evangelho e acham que seguir Jesus é aceitar ser pisado por qualquer um.

Promessa não tem valor; cumprimento tem.

Cada versão passada, com seus erros, medos e aprendizados, foi essencial para moldar quem você é hoje.

Seu amor-próprio precisa pesar mais do que a sua fome por aceitação.

Kamorra não é, nunca foi e nunca será a Camorra Italiana.
A semelhança no nome não cria vínculo, não cria herança e muito menos identidade.

Na Itália, Camorra é crime organizado.
Kamorra não nasce do crime — nasce de princípios.

Kamorra vem do “camorra” do espanhol, termo ligado a conflito, enfrentamento, resistência.
Aqui, o sentido não é desordem gratuita, mas postura firme diante daquilo que precisa ser enfrentado.

No hebraico, a referência é “kamocha” — “como tu”, expressão ligada a identidade, semelhança e responsabilidade diante de Deus.
Kamorra carrega esse peso: saber quem se é, a quem se responde e quais valores se sustenta.

Um termo foi manchado pela corrupção, pelo medo e pela exploração.
O outro se firma em valores, consciência e compromisso com Deus, pátria, família e liberdade.

Confundir Kamorra com máfia é ignorância ou má-fé.
Kamorra não opera nas sombras — opera na consciência.

Não existe neutralidade: até o seu silêncio escolhe um lado.

Seu silêncio não é neutro, é uma posição política travestida de isenção.

Quem se cala em nome da neutralidade já fez sua escolha.

O silêncio também é um ato político quando serve de abrigo para a conivência.

Pensei em desistir várias vezes, mas nunca disse isso em voz alta. Foi assim que eu concluí o Curso de Formação de Cabos.

Se minhas postagens incomodam, basta ignorar — exatamente como você ignora a corrupção do governo atual.

Para o inteligente, nem precisa terminar a frase. A mente atenta decifra muito antes da explicação. Quem sabe ler, entende no primeiro sinal. Para quem entende, um detalhe já diz tudo.

Não foi sorte, nem presente. Foi conquista.

O homem de caráter enfrenta a corrupção, seja qual for o partido.
O homem sem caráter se ajoelha ao partido, seja qual for a corrupção.
A linha que os separa não é ideológica. É moral.

O amor ao homem nunca é gratuito.
Ele começa quando ele provê, sustenta ou vence.

Tratar os outros como você gostaria de ser tratado não obriga ninguém a te respeitar. Bondade sem limites costuma ser confundida com permissão para abusar.

De algum tempo para cá, minhas opiniões mudaram, mas a boca é a mesma.

Cuidado com os “neutros”. O muro é só um esconderijo pra quem não tem lado. Amigo de todo mundo não é amigo de ninguém.

Aprendi a desconfiar de quem se diz neutro e vive em cima do muro. Quem é amigo de todos, no fim, não é leal a ninguém.

Minhas preferências não são leis do mundo.#11; São apenas opiniões forjadas pelas experiências que vivi e pelos vieses que carrego.

Eu aprendi que tenho que começar a fazer o que precisa ser feito sem esperar nada em troca. Nem compreensão, nem recompensa, aplauso, tapinha nas costas, troféu ou medalha. Quem pensa como forças especiais, precisa dominar a necessidade de aprovação.

O futuro me espera. E, sinceramente, eu nunca achei que fosse aguentar chegar tão longe.

O nome Kamorra pra mim é um nome agridoce. Ao mesmo tempo que significa confusão, briga, batalha em espanhol, já em hebraico ele reflete a esperança dos israelitas atravessando o mar vermelho e cantando: Mi Kamocha baelim, Adonai?" (Êxodo 15:11).

Aquilo que a gente conquista não é tão importante quanto aquilo que a gente se torna.