Marcos Kamorra (Filosofia Kamorrista)

26 - 50 do total de 86 pensamentos de Marcos Kamorra (Filosofia Kamorrista)

Se me encontrarem sendo severo com alguém, entendam: meu lado bom foi oferecido primeiro.

Não me julgue pelo que seus olhos fracos alcançam. Aparência é ilusão, e eu só mostro o que decido. Você vê a superfície; eu carrego profundidade. Sou feito de cicatrizes que não pedem aplauso, de batalhas travadas no silêncio e de uma fé que me mantém em pé quando tudo tenta me quebrar. Não sou perfeito — sou humano. E quem mede valor pelo espelho nunca vai entender que a verdadeira força mora na alma, não no rosto.

Sou arrogante? Sim. Prepotente? Não. Subestimo? Não. Respondo a altura? Sim.

As pessoas não te tratam do jeito que você as trata, elas te tratam conforme as cicatrizes, vivências e aprendizados que a vida lhes impôs antes mesmo de te conhecerem.

Todo ser humano merece respeito por princípio — até o momento em que decide perdê-lo.

União não é caminhar sem conflito; é permanecer lado a lado mesmo quando a guerra bate à porta, escolhendo lutar juntos e não um contra o outro.

Disciplina não começa com motivação, começa com decisões antecipadas.

Nenhuma empresa cresce sem a conveniência do Estado. Se o crime organizado prospera com estrutura empresarial, é porque o Estado abriu caminho.

O crime não vence o Estado pela força; vence pela corrupção que apodrece o poder por dentro.

Quem realmente te quer por perto não dá desculpa: se for preciso, cria tempo e vai te buscar em casa. Aprendi isso com Trump.

A rebeldia dos rappers/mc's de esquerda segue firme, desde que não atrapalhe a narrativa oficial dos comunistas.

Quem diz não ter lado político, normalmente inclina pra esquerda.

Sim, eu me considero importante pra mim. Mais do que você jamais supôs.

Mataram o cavalheirismo acusando-o de machismo. Agora reclamam que os homens não abrem a porta, não pagam a conta e homens que não se comprometem. Igualdade tem custo. Aproveitem o 50/50 e a ausência de proteção. Foi escolha, não surpresa.

O homem que depende da validação externa já perdeu a guerra interna.

Eu não repito discurso, eu penso. E pensar, hoje, já é um ato de rebeldia.

Kamorra não é sobrenome apenas. É história. É escolha. É guerra.

Quando eu digo quem eu sou, eu costumo contar coisas que eu escolhi pra ser. As escolhas indicam valores.

As escolhas indicam valores.

Quanto mais você se compara aos outros, mais se aprisiona — e mais frustrado fica com quem você é.

Ele só entra na favela porque está sob a proteção do crime organizado.
No meio do povo, não anda — afinal, não foi eleito por ele.

Sou de direita, mas não compactuo com mentiras para atacar a esquerda. A própria verdade sobre eles já é suficiente para expô-los.

A inclusão do meu apelido como sobrenome foi fruto de oração e discernimento, não de impulso ou desordem.

O passado não define você, mas a forma como você lida com ele, sim.

A pergunta-chave: Na minha busca pelo sucesso, estou prejudicando
alguém? Se a resposta for não, siga em frente com confiança.