José de Alencar

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A imaginação é um prisma brilhante, que reflete todas as cores que decompõem os menores átomos de luz, que faz cintilar um raio de pensamento por cada uma de suas facetas diáfanas.

O ciúme não nasce do amor, e sim do orgulho.

O sorriso, é esta exalação da alma, que nos momentos de calma e tranqüilidade vem desabrochar nos lábios, e abrir-se como uma dessas flores silvestres que ao menor sopro desfolha.

O amor, porém, é contagioso, com especialidade na solidão, onde a alma tem necessidade de uma companheira, e quando de todo não a encontra, divide-se ela própria para ser duas: uma, esperança; outra, saudade.

O amor tem a crença ingênua da eternidade; quem o sente acredita sinceramente que ele não se extinguirá nunca.

A vida não é como a página de um livro, que podemos voltar e reler aquilo que não entendemos.

O amor é mais do que uma paixão, é uma loucura; É o momento em que possui ou aquele em que se perde, é o objeto em que se ama.

"A historia de amor mais inocente, começa com um olhar, passa ao sorriso, chega ao aperto de mãos as escondidas e acaba no final com um beijo e um sim."

O falseamento de certos princípios da moral, dissimulado pela educação e conveniências sociais, vai criando esses aleijões de homens de bem.

(Senhora)

Aurélia amava mais seu amor do que seu amante; era mais poeta do que mulher; preferia o ideal ao homem.

(Senhora)

⁠Quando as nações atingem o escopo de uma perfeita e justa delegação da soberania, será então a democracia uma bela realidade.

Inserida por camarada_alan

⁠O amor é inesgotável e rejuvenesce, como a primavera; mas não ressuscita o que já morreu.

⁠O sábio ensina, por onde passa, os segredos da paz, e o herói, as façanhas da guerra.

Quando não se pode viver honrado, morre-se.

José de Alencar
Mãe (1860).
Inserida por pensador

⁠A ofensa grosseira ou caleja a alma, se é infame, ou a indigna se ainda resta algum brio.

José de Alencar
Senhora (1875).
Inserida por jorge_henrique_elias