Joni Baltar
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- É tão raro.
- O que é raro?
- O Amor!
O meu silêncio está repleto de palavras que somente o teu silêncio as consegue traduzir.
Diz ao teu orgulho que o meu orgulho sente uma enorme saudade de beijar a tua boca.
Quero ouvir o que dizem os teus poros sobre mim.
O meu último suspiro:não morri de amor, vivi de amor.
Posso sentir-me sozinho, mas o meu coração nunca se sentirá dessa forma.
A tua alma disse para a minha alma: adoro quando tu tiras-me a roupa e vagarosamente
tiras-me o corpo.
Quando escrevo não sei o que estou a escrever, mas quando escrevo sobre ti, o Amor diz-me que é poesia.
O meu beijo tem tanto para te contar.
Amar: é a alma inteira dentro de um verbo.
Quero fazer poesia com o teu corpo e amor com o teu coração.
Querido sonho,
Xiiiuuu!!
Na próxima paragem:
aproxima-te do Amor.
Quando faço amor contigo: o meu corpo retira-se do mundo real e entra no mundo cósmico.
Salva-me deste poema meu amor que me afunda nas palavras onde tu não passas.
Nunca mais chega esse distante poema que me faz ficar infinitamente perto de ti.
Talvez o Amor seja um poema que nenhum poeta consegue escrever. Talvez o poeta seja o Amor que faz falta à
poesia.
Somente tu consegues ouvir o meu mar mesmo que eu, em alguns momentos, seja deserto.
A minha luz quer contar-te como foi a minha escuridão.
Por vezes, o silêncio é: um ensurdecedor sentimento.
Se em algum momento da tua vida pensares em mim, pensarás isto:esta pessoa fui a única pessoa que me amou com todas as verdades do Amor.
Já fui uma ilha.
Já fui um continente.
Agora sou o que sobrou da tempestade.
Se sonhares-me:
realizo-te.
Sou um poema na escuridão.
Ensina-me a amanhecer.
Há pessoas que são antárticas a vida toda.