Joni Baltar
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Consegui conquistar o Universo. Falta somente conquistar o Céu.
A Arte é: a imortalidade na sua plenitude.
A gratidão é um acto que provoca felicidade de forma grátis.
Sentir a música é: dançar com os íntimos sentidos.
A distância entre o pensamento e o eco mental é apenas um precipício silencioso.
Solidão a cores é: estar invisivelmente na companhia de alguém.
Em cada poema existe um epidérmico silêncio mortal.
A espécie humana distancia-se do Amor porque este sentimento comprova que a humilhante miséria humana inicia-se no coração.
A Natureza tem um poder espiritual ímpar; quando em contacto com a mesma, consegue-se contemplar a própria alma.
O maior erro do Ser humano é querer alcançar avidamente a felicidade, sem perceber que, antes de tudo, é indispensável e urgente conquistar a paz mental.
Quem brilha na escuridão ilumina um céu de caminhos.
É enorme a distância entre a mente e o corpo, mesmo assim, é tão produtiva esta interna conexão.
Inesperadamente chegou o sonho: coloriu de amor toda a minha realidade.
Felicidade é: um único momento fragmentado por outros muitos momentos.
O meu silêncio exprime-se transcendentalmente em todos os idiomas.
A Arte é: silêncio colorido que ensurdece a descolorida compreensão.
A vetustez denuncia a matéria humana que resguarda a tua alma.
Cada vez mais o Homem recusa a sua conexão com a Natureza; indubitavelmente está a distanciar-se de si próprio.
Às vezes a proximidade é mais longa que a própria distância.
A música revela a intimidade do silêncio: devora as emoções e os pensamentos infinitos das almas.
Utilizar a voz do coração: ouvem-se em harmonia todos os hinos do mundo.
O olhar é um baú onde são guardados os eternos silêncios das palavras que expressam os ruídos da mente.
Outono é quando a Natureza poetifica as suas próprias cores e devagar desnuda as sombras dos arvoredos.
Não existe nenhum fármaco para a felicidade; esta somente pode ser ingerida através da própria alma, e em todos os simples momentos que confessares à Vida que a amas incondicionalmente. Desta forma, descobres inocentemente o paladar da inteira felicidade dentro de ti.
Quem consegue amadurecer proporcionalmente como o outono, jamais terá a alma envelhecida.