Janiara de Lima Medeiros

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Sem você, a batalha pela qual lutamos juntos perdeu o sentido.
Você é minha motivação e energia. Escuta teu coração. Vamos fazer de uma vez acontecer.

⁠Deixa eu cuidar de você. Descanse nos meus braços. Que todas as noites comigo haja seu aconchego.

⁠Sinta a saudade apertando teu peito. Me escuta sussurrando "te amo". Confia na gente.

⁠Não deixemos a nossa história acabar. Podemos reescrever e sermos felizes. Juntos.

⁠eu queria te dizer que te amo.

Eu preciso de você, você precisa de mim. Não desiste assim. Nessa vida é pra a gente ir junto até o fim.

Entendo tudo o que passou.
A gente se entende, se perdoa.
A gente não se encontrou à toa.
Te esperando aqui estou.

Tem algo dentro de mim que pulsa e te chama. Fruto do nosso amor. É pra sempre. Entenda que não somos passageiros na vida um do outro. Temos missão, propósito. Ninguém vai entender. Só eu e você.

Você ensinou que se dá certo ou errado é responsabilidade dos dois.
Então nos punir é pecado já que sabemos a dor que vem depois.
Sorria por da gente lembrar.
Vem me buscar e vou de vez, sem questionar.

Quem aconselha ouvindo apenas um lado da história corre o risco de julgar sem compreender. Em toda relação, existem duas versões que merecem ser escutadas.

Conselhos dados sem ouvir os dois lados podem alimentar injustiças. Relações exigem escuta, equilíbrio e maturidade para compreender ambas as versões.

Amigos em comum são pontes de equilíbrio em uma relação. Nos momentos difíceis, podem oferecer escuta, apoio e sensatez — seja para ajudar a permanecer, seja para compreender o momento de deixar partir.

Ter amigos em comum em uma relação é também construir uma rede de cuidado. São eles que, muitas vezes, ajudam a enxergar com equilíbrio os caminhos da despedida ou da permanência.

Nem todo afeto chega em palavras. Às vezes, ele se revela simplesmente na vontade de estar perto.

Se o amor for verdadeiro, não se apagará com o tempo. Ele resiste às distâncias, sobrevive às dificuldades e encontra forças para lutar pela permanência.
Sentimentos reais não desaparecem — amadurecem, permanecem e, muitas vezes, esperam o tempo certo para florescer novamente.⁠

Não culpe o outro apenas pelo que não deu certo.
Antes de julgar, procure compreender o que o levou a agir — ou até a não agir — da forma que você esperava.


Reflita sobre os sentimentos envolvidos, sobre o valor que essa pessoa teve — e tem — em sua vida. Nem toda distância nasce da falta de amor; às vezes, nasce do medo, das dores, das limitações e da dificuldade humana de lidar com as próprias emoções.


A vida é única para desperdiçar vínculos verdadeiros em guerras de orgulho, mágoa, silêncio e/ou impulsividade. Há pessoas que têm um valor raro — e isso merece ser reconsiderado com maturidade, escuta e sensibilidade.

Às vezes a dor, o orgulho, o medo, o cansaço emocional ou dificuldades de comunicação ficam mais altos do que o amor por um período. Mas o amor, se verdadeiro, retoma o fôlego, anadurece e reaparece.

Relações podem terminar mesmo existindo amor, especialmente quando duas pessoas não conseguem, naquele momento, transformar sentimento em equilíbrio. Mas, em razão do amor, uma reaproximação, tende a acontecer de forma mais sólida quando nasce de reflexão genuína, diálogo maduro e disposição concreta dos dois para reconstruir — e não apenas da saudade ou do sofrimento da perda.

Só amor não basta.
É preciso ter sonhos e projetos juntos.

Desadoro o peso do que me disseram ser obrigatório e me permito ser atravessada pelos gestos, tocada e inspirada pelo afeto.

Nem tudo que dói é o fim. Às vezes, é a travessia necessária entre quem fomos e quem estamos nos tornando.

O propósito floresce em quem aprende a permanecer mesmo nos dias em que ainda não consegue enxergar sentido no caminho.

Quem desiste na caminhada não chega a viver aquilo para o qual estava se preparando.

Há dores que o perdão acalma, mas só a cura transforma.

O perdão abre caminhos.
A cura ensina a recomeçar.