Jane Silva
Depois de um tempo a gente pode esquecer.
Ontem alguém me parou na rua, abriu seus braços e com um sorriso no rosto “gritou”:
_ Jane! Quanto tempo! Como vai?
Como queria reencontrar você! Que alegria!
Com um sorriso amarelo e abraço frouxo respondi:
_ Eu estou bem e você o que me conta?
Naquele momento, eu não consegui lembrar quem era aquela pessoa que apesar do tempo parecia ainda gostar tanto de mim.
Estar presente é diferente de ser presente, este último requer ação. A presença existe quando há autenticidade.
A inocência e a pureza das crianças deveriam servir de inspiração para o mundo e jamais deveriam lhes ser arrancadas. A infância é muito importante e devemos valorizar, respeitar e entender essa fase da vida. É nela que muitas personalidades são formadas e algumas experiências acabam definindo o futuro da pessoa. Cuidado com o que você faz com suas crianças.
Eu sou apaixonada pelo inverno, pelas aproximações e deleite que ele me proporciona, mas isso não significa dizer que gosto de pessoas pegajosas.
Por mais estranho que pareça e ainda que o mundo faça críticas a minha postura, eu me mostro como sou. Eu não me curvo perante a moldura, sempre procuro me desprender das correntes mentais. Liberto cada parte do meu ser, esqueço julgamentos alheios, olho para dentro de mim. Eu sou a minha melhor defesa. Escolho para fazer parte da minha vida quem me aceita como eu sou.
Algumas pessoas estão gritando para serem notadas, mas é inútil porque poucos se interessam por imposições.
As opiniões alheias e dissimulações não mudam quem realmente somos. Cada um é o que é e não o que alguém diz ou insinua ser. Dentro de nós há um eu que sabe tudo sobre nós.
Admirava-o até conhecer o tamanho daquele ego. É por essa razão que estou certa de que não se ama o que não se conhece.
Se você é uma pessoa do bem, não precisa publicar isso, as pessoas perceberão naturalmente. Inflar o ego é uma péssima ideia.
