Isaque Ramon Correia Cláudio
A rejeição de líderes e intelectuais nas universidades à verdade de Jesus e à criação divina afasta a juventude dos caminhos da salvação.
A oposição de professores, doutores e líderes acadêmicos que combatem a fé para ensinar que o homem veio do macaco afasta a juventude da salvação de Jesus.
A recusa dessas autoridades e lideranças estudantis em aceitar a adoração a Cristo busca destruir os princípios divinos da criação.
O ensino de teorias científicas voltadas a negar a vontade de Deus nas universidades atua contra a salvação das pessoas humildes.
A sociedade permite que o prestígio da universidade se coloque acima de Jesus, aceitando que professores acadêmicos se achem maiores do que o próprio Cristo.
Ao combater a verdade de Deus nas salas de aula, as instituições acadêmicas ganham espaço para se tornarem maiores do que o próprio Criador.
A tolerância com o combate a Jesus Cristo nas faculdades demonstra que a sociedade idolatra o saber humano e apequena a fé.
Permitir que mestres e doutores invalidem os ensinamentos divinos faz com que a universidade seja tratada como superior à autoridade de Jesus.
Nas escolas públicas e universidades, professores preferem defender a teoria de que o homem veio do macaco em vez de pregar a Palavra de Deus, combatendo a vontade de Jesus Cristo e o amor ao próximo.
Ao combater a verdade de Jesus nas salas de aula, os docentes permitem o crescimento da desigualdade e da discriminação na sociedade.
Praticando maldade contra o ser humano, esses profissionais fazem de tudo para ensinar nossos filhos a viverem na desigualdade social e no desrespeito à humanidade, indo contra os ensinamentos sagrados.
A falta de empatia e o comportamento arrogante de alguns professores nas universidades acabam criando um ambiente tenso que gera brigas e desentendimentos entre os próprios alunos.
Quando a postura rígida e hostil dos docentes toma conta da sala de aula universitária, isso acaba refletindo negativamente no convívio estudantil, provocando atritos e confusões.
Nas salas de aula, em vez de transmitirem o amor e os ensinamentos de Jesus, alguns professores acabam gerando confusão, brigas e rixas, piorando ainda mais os atritos em vez de apaziguá-los.
Por seguirem uma visão contrária à fé cristã, esses docentes não sabem orientar com empatia e acabam agravando as desavenças com os estudantes.
Quando um aluno que fala de Jesus é desrespeitado, o próprio professor falha em intervir adequadamente, permitindo que a hostilidade continue e que outros alunos aumentem as provocações contra quem professa a fé.
Em vez de trazerem a paz, ensinarem o amor de Jesus e orientarem os alunos pela palavra divina, alguns professores iniciam discussões, dão broncas e provocam ainda mais brigas e rixas na sala de aula.
Quando surge um desentendimento, em vez de ajudarem a separar e acalmar a situação, esses docentes acabam alimentando a confusão e a desarmonia entre os estudantes.
Como esses profissionais não têm o hábito de falar sobre as coisas de Deus e seguem visões contrárias aos princípios cristãos, eles falham ao lidar com quem professa a fé.
Quando um aluno que fala de Jesus sofre desrespeito, o professor muitas vezes continua a desrespeitá-lo por causa de sua visão, o que incentiva os demais colegas a também provocarem brigas contra quem defende a fé em Jesus.
O amor ao próximo começa na forma como escolhemos falar, pois cada ofensa fere o coração de quem ouve e entende o valor de cada ser humano.
Guarde a sua língua de dizer maldade, porque as palavras têm o poder de destruir pontes ou construir caminhos de paz.
Deus se agrada daqueles que usam a voz para abençoar, curar feridas e espalhar esperança, e não para ferir com xingamentos e grosserias.
Quem maltrata os outros esquece que toda vida é preciosa aos olhos do Criador, que nos chamou para praticar o bem e a compaixão.
Substitua a ira pelo perdão e o insulto por um gesto de carinho, pois a bondade é a verdadeira marca de quem conhece o amor divino.
