Isaque Ramon Correia Cláudio - Izak
Tratam quem busca um ombro ou uma parceria como se fosse um fardo, ignorando o potencial de quem pensa grande.
Olham para o empreendedor da rua e só enxergam a "carência", nunca o talento ou a visão trilionária.
Rotulam as pessoas de "pobres" para convencê-las de que o teto delas é baixo e que não merecem subir na vida.
"Não queremos encheção de saco" é o que pensam enquanto fingem que estão fazendo um favor ao cidadão.
Instituições que deveriam impulsionar o povo agem como âncoras, segurando qualquer tentativa de inovação.
Eles não querem que você aprenda a pescar; eles querem que você dependa do peixe que eles distribuem com má vontade.
Dizem que você não tem "capacidade de crescimento" apenas porque você não segue as regras limitantes deles.
Quando o assunto é elevar a vida das pessoas, a resposta é o silêncio; quando é para cobrar, eles gritam.
Quem diz "você não merece ajuda" geralmente é quem mais usufrui dos privilégios do sistema sem produzir nada.
A assistência que apenas mantém a pessoa na escassez não é amparo, é uma estratégia para evitar que ela descubra o próprio poder de enriquecer.
Aceitar que "a vida é o que é" não é realismo, é uma desistência assinada por quem tem preguiça de evoluir.
O mundo não é um filme pronto que você assiste; é um roteiro que você escreve, e só continua "ruim" se você for um autor covarde.
Ficar parado esperando o destino mudar é como esperar um trem sentado no meio do oceano: você vai afundar por pura teimosia.
Só é "vítima das circunstâncias" quem é otário o suficiente para não assumir o controle do próprio volante.
A mudança não pede licença para o seu medo; ou você muda por vontade própria, ou a vida te atropela para você aprender.
Estagnação não é destino, é uma escolha diária de quem prefere o conforto da lama ao esforço da escalada.
Oportunidades não batem na porta de quem se tranca no quarto da autopiedade dizendo que "nasceu assim".
