Isaque Ramon Correia Cláudio - Izak

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A ética hipócrita é aquela que aponta o erro do vizinho com um dedo sujo de ganância.

Eles usam a palavra "ética" como um escudo para evitar que a verdade sobre seu caráter venha à tona.

Uma ética que muda conforme a conveniência não é integridade, é estratégia de manipulação.

São mestres em ditar regras que eles mesmos são os primeiros a quebrar no escuro.

A falta de ética real se manifesta na facilidade com que eles ignoram o sofrimento alheio em nome de "normas" criadas por eles mesmos.

Quem usa a ética para se esconder, na verdade, teme a luz da própria consciência.

Vivem em um teatro de virtudes, mas o roteiro é escrito pela falsidade.

"A ética de fachada é o refúgio dos covardes que não têm coragem de assumir suas próprias sombras."

Dizem que "não podem" passar o contato, mas a verdade é que não querem o esforço de prosperar.

É triste ver alguém que prefere dizer "não estou a fim de ajudar ninguém" enquanto reclama que a vida não melhora.

Usam as regras da loja como escudo para esconder o medo de tentar algo novo.

A pessoa que nega um contato para uma causa nobre hoje é a mesma que amanhã vai perguntar por que as oportunidades nunca batem à sua porta.

Existem funcionários que agem como se fossem donos da empresa apenas para dizer "não", mas agem como estranhos quando o assunto é crescer.

Quem fecha a porta para um convite de negócio muitas vezes está fechando a porta para a própria liberdade financeira.

A pobreza de espírito é mais difícil de curar do que a falta de dinheiro; ela faz a pessoa negar ajuda até para si mesma.

É um paradoxo: pedem por dias melhores, mas negam o diálogo com quem traz a inovação.

A moça que diz "não quero ajudar ninguém" esquece que o mundo é uma roda e a generosidade é o combustível do sucesso.

O "não" que ela te deu hoje não atinge o seu negócio, apenas limita o futuro dela.

Quando alguém se recusa até a divulgar algo que melhora vidas, ela confessa que o seu ego é maior que sua humanidade.

A ética de quem trabalha no comércio deveria ser a da recepção, mas muitos escolhem a ética da exclusão.

A verdadeira derrota não é de quem recebe o "não", mas de quem o diz com orgulho de não querer ajudar ninguém.

Falam de assistência social não para amparar, mas para se livrar de quem incomoda a sua zona de conforto.

"Procure a prefeitura" virou o código para dizer: "Não me amole, seu problema não é meu".

Dizem que você é "carente" para justificar o fato de não te darem uma oportunidade real de ser gigante.

Quando a ajuda é para o crescimento, eles fecham a porta; quando é para a sobrevivência mínima, eles te mandam para a fila.