Helgir Girodo
Durante uma reunião de incrédulos, para tomar posse de uma herança, é raro notar alguém mostrando agradecimento a Deus ou mesmo temor ao Senhor.
As artes, tradições e cultura de uma cidade histórica nunca revelam os pecados de idolatria e desobediência de seus habitantes, que atualmente vivem as consequências deploráveis da falta de espiritualidade, respeito e reverência a Deus.
O justo que confia em Deus tem toda a proteção e segurança angelical e o pecador profano que o tocar está comprometido com a doença, o fracasso e a morte, caso não tenha se arrependido a tempo.
A única prova que o pecador recebe de um cristão fiel é o livramento das suas maldições, caso este creia nas promessas de Deus.
Não há sucesso contínuo para a vida de um pecador; caso hajam muitas, todos os seus recursos e suas heranças são para dar àqueles que são filhos de Deus.
Mentores que sinalizam ocupações sucessoras para administrar a igreja dão sinais verdes para crescimento físico e espiritual às igrejas.
Um evangelista não precisa prestar relatórios de visitas, roteiros de evangelizações e nomes de almas que ele alcançar, pois a sua função não é paga por produção de visitas, e sim, sustentado pelas orações e ofertas da igreja.
Todo evangelista tem a função de buscar almas perdias, aconselhas as desviadas e promover o crescimento da igreja, envolvendo irmãos em seus trabalhos.
Liderança que não confia em seus membros e mente para outros em reuniões, está fadada ao fracasso e à disciplina dos irmãos mais velhos.
Líderes de igrejas que saem às ruas para ser promotores da anarquia e da massa ofensiva contra governos e autoridades, agitando protestos contra partidos políticos, são dignos das nossas orações para mudarem suas condutas repreensíveis perante Deus.
Pastores que não deixam outros membros entrarem na frente dos trabalhos da igreja são ditadores espirituais, os quais não se interessam pelo crescimento do próprio corpo.
No reino de Deus deve haver sucessão de líderes, e não a morte deles, deixando de treinar os mais novos para ocuparem a sua liderança.
O seu ministério pode ser um grande sucesso, desde que compartilhe sempre com outros irmãos, os esforços, as vitórias e as experiências dos seus trabalhos.
A liderança que põe acima dos seus interesses administrativos e pessoais os dons espirituais dos irmãos e o poder da Palavra de Deus, permite que qualquer membro possa assistir, participar e ser envolvido em seus trabalhos em prol do crescimento da igreja.
Quem se submeter à soberania de Deus não permite exclusivismo na liderança, mas convida outros para assumirem responsabilidades como os demais.
Quem prega a Palavra de Deus de forma consistente, clara, objetiva, eloquente e com impacto da verdade, atrai muitos ouvintes e ainda os induz à mudanças eficazes em família.
