Helgir Girodo
Nota-se que na alma obediente a Cristo existe o prazer de servi-Lo com o seu corpo corruptível e a felicidade do espírito ouvir as Suas ordens.
Seguirão anos de decadência eclesiástica os líderes da igreja que se ocupam dos púlpitos, esperando que seus membros façam os trabalhos evangelísticos e de visitação.
A única solução para um evangelista medíocre, incompetente e assaz fracassado nos relacionamentos da igreja abandonar a sua função se deve ao fato dele mesmo não reconhecer o seu despreparo e não aprimorar a sua formação evangelística.
Vivem atualmente os membros da igreja uma total infidelidade às Escrituras devido ao apego da matéria, que os aprisiona às fascinações do mundo, tornando-se impotentes na fé por falta de obras.
O homem de Deus, que luta pela sua coragem, inovação e ousadia no conhecimento da Palavra de Deus, é um forte candidato a tornar a sua congregação forte, eficaz e destemida com poucos ou muitos propósitos.
A maioria da liderança das igrejas não oferece publicamente um plano de crescimento ousado para os membros, visto que os seus próprios líderes não passam tempo, analisando o motivo de seus fracassos, ausência, desânimos e enfermos espirituais,
Líderes pacatos que perguntam sobre o desempenho ousado de outros irmãos dão sinais de fraqueza, inveja e medo, porque não conseguem convidá-los para pregarem em suas próprias congregações por temerem seus fracassos.
Um dos maiores enganos do espírito humano é a sua alma confiar na reencarnação, quando o próprio corpo trabalha em prol da sua própria evolução sem o mínimo de obediência ou credibilidade à Palavra de Deus.
Pobres homens mortais do século XXI que ainda vivem os atrasos das religiões dos séculos passados, retirando deles a faculdade para viver o futuro da sua eternidade, sem o mínimo de fé e obediência a Deus.
A presente geração segue cegamente os conceitos criados por outras gerações atrasadas, fundindo-se mental e espiritualmente em um só estilo de vida baseado em falsas realizações, filosofias e conceitos peremptórios da própria mortalidade.
A felicidade passageira da alma pode ser vista pelo uso que o homem faz da própria matéria, cuja transitoriedade ele ignora diante da sua insignificância.
A verdade é a única condição em que a fé tem força sobre o mais forte dos homens e a mais dura lei para a imperfeição das responsabilidades humanas.
Assim como os judeus, nos tempos de Jesus, se apegaram à lei do sábado, hoje os ateístas e religiosos são escravos de suas próprias filosofias, condicionando seus espíritos à prisão dos desejos da alma.
O veneno que o corpo engole para dentro do seu coração é o próprio pecado, cuja retenção produz mais cedo ou mais tarde a mortalidade do corpo e a imortalidade da alma no sofrimento eterno.
O dinheiro mal administrado é uma patente espiritual do comando do Príncipe das Trevas, onde o lucro do cristão se perde com facilidade em negócios irrelevantes, infrutíferos e infestados de sócios invisíveis..
Conselhos da liderança que invocam o chicote do inferno, para menosprezarem evangelistas incompetentes, precisam passar pelo crivo do Espírito Santo.
No Sistema Financeiro do Império das Trevas o dinheiro é aplicado apenas com o único propósito de obter maiores riquezas, gerando para seus acionistas grandes ações demoníacas, cujas idolatria e perdição, não abrem mãos aos mais pobres e necessitados da terra.
A bênção da riqueza financeira, oriunda de Deus, é espiritualmente uma potência para promover a paz, os trabalhos sociais em favor dos pobres e a realização dos propósitos espirituais da igreja.
A bênção patriarcal de Abraão atingiu até a terceira geração, onde filhos e netos se enriqueceram com a prosperidade financeira, cujas fontes e suas respectivas aplicações foram dadas pelo próprio Deus.
Todos nós somos mordomos das riquezas espirituais de Deus, as finanças, cujos recursos somos administradores dos nossos rendimentos, os quais prestamos contas a Ele.
