Helgir Girodo
Os temas atuais sobre religiosidade ferem a honra e a santidade de Deus, visto que a Sua Palavra é a excelência para a verdade.
Muitos religiosos cobram o respeito pelo próximo, sabendo que a obediência à Palavra de Deus não entra nos seus vocabulários.
Os piores vocabulários para os religiosos conquistarem seu relacionamento fraternal com outras entidades têm sido as palavras, respeito e irmandade, onde o elo da obediência a Deus é ignorado por todas.
Assisti a um debate religioso com cinco representantes em uma emissora de televisão e nenhum deles deu um sorriso de felicidade por estar diante de um grande público ou representar o próprio Jesus.
Ponham inúmeros líderes religiosos em um círculo: a ideia mais quadrada do grupo é aquele em que um dos seus fala, passando por cima da autoridade de Jesus Cristo.
Como é triste, de fato, ouvir um encontro religioso, onde suas almas ficam presas pelo medo de falar a verdade ou de ser confrontadas sem o conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.
Não seria eu covarde para com os homens pecadores, que sofrendo pela escravidão de Satanás, quando deixo de falar do grande Libertador de suas almas?
Cada vez mais nascem, dentro da organização da igreja moderna, líderes soberbos e de falsa humildade.
Pastores ousados, promissores e talentosos são aqueles que estimulam o rebanho no envolvimento dos dons, abrindo espaço para novos membros exercerem seus ministérios.
As Escrituras pregam o valor da mulher virtuosa, mas são os homens que matam suas virtudes, não deixando que suas mulheres exerçam seus ministérios dentro do campo missionário.
Reconhecer dons, habilidades e talentos nas mulheres é uma disposição valiosa e significante para poucos líderes na igreja do Senhor.
Pastorear o rebanho de Deus não é abrir espaço para membros se assentarem nos bancos da igreja como ouvintes, e sim, permitir que seus dons sejam usados como recursos de crescimento da igreja.
Descobrir os verdadeiros problemas na igreja é ter os olhos na doença, a solução nas dificuldades e o amor na edificação do corpo de Cristo.
A geração atual de líderes de igrejas está toda afastada dos reais padrões de comportamentos sociais eclesiásticos sãos e corretos, deixando o restante do rebanho como discípulos infrutíferos.
Empregar tempo, treinamento e recursos nos talentos e habilidades dos discípulos é investir gradualmente no crescimento da igreja.
Guias sábios dentro da liderança da igreja são aqueles que empregam conselhos úteis, detectam habilidades e potenciais e reúnem esforços na solução do crescimento espiritual e físico das suas ovelhas.
Se existem tantos livros excelentes sobre como promover o crescimento produtivo da igreja, porque a liderança não investe recursos e treinamento de novos membros?
Como se chamam as gavetas da liderança da igreja, onde vivem escondidos os talentos dos homens, das mulheres e dos jovens que poderiam estar ocupando, auxiliando e fazendo seus ministérios crescerem nos dons do Espírito Santo?
Uma igreja que tem metas evangelísticas anuais consegue viver feliz, abençoada e disposta para abrir mãos de todos os recursos físicos ou espirituais para ver a família de Deus crescer.
Existem mais de três parábolas nas Escrituras, onde Jesus confirma que a liderança da igreja consegue promover o crescimento da igreja, através de estratégias, conhecimento e recursos.
Toda estratégia de crescimento de igrejas apresenta avaliação, preparação e projeção de progresso físico e espiritual dos seus membros.
Por que a liderança cobra o crescimento e o envolvimento dos membros da sua congregação diretamente do púlpito, mas não consegue permitir que os mesmos se tornem possíveis coparticipantes de seus ministérios?
De onde vem e para onde vai o dinheiro da igreja, que deveria ser investido também no crescimento de novos obreiros na liderança e no crescimento da própria congregação?
