Gabriel da Luz

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Não me conhecem mais, mas insistem em falar como se o passado ainda fosse presente.

Não devolvo o mal, devolvo ausência.

Quem faz marmotagens costuma fugir do próprio silêncio.

Há níveis de consciência: alguns apenas existem, outros repetem o que aprendem, poucos questionam e raríssimos despertam.

Não existem forças sombrias mais perigosas do que uma mente orgulhosa da própria ignorância.

Não me feriu quem foi embora, mas quem fingiu ficar.

O silêncio é o estado natural de quem compreendeu.

A consciência cresce quando paramos de defender personagens.

Eu gostaria de ver aqueles que analisam meus passos investindo essa energia na cura das próprias feridas kármicas, libertando-se de uma vez.

Queria que as sombras que se aproximam da minha luz descobrissem a própria claridade que carregam dentro, e seguissem em harmonia com o todo.

Perdoar é um ato sagrado de amor-próprio: devolver a mim mesmo a paz que eu mereço carregar.

Eu vejo a tristeza que carregam, e em vez de virar as costas, permito que minha luz dance ao lado, convidando-os gentilmente a lembrar da própria claridade.

Eu não confronto a dor deles; eu a envolvo em silêncio luminoso, confiando que o amor maior sabe o momento exato de transformar sofrimento em sabedoria.

Ser luz não é vencer a escuridão —
É coexistir com ela até que ela mesma perceba que também é feita de luz.

Eu permaneço aqui, brilhando sem pressa, para que um dia, ao olhar para mim, eles vejam não um espelho de julgamento, mas um convite ao próprio despertar.

Que cada batida do meu coração seja um "obrigado" ao Criador, por me permitir existir, sentir e retornar sempre ao amor que sou.

Quem está ocupado em evoluir não tem tempo para tentar prejudicar os outros.

Engraçado pensar que eu usaria meu tempo para prejudicar alguém, quando ele é tão valioso.

Quando a consciência cresce, o desejo de prejudicar alguém simplesmente desaparece.

Para muitos, a religião é uma ponte: uma ilusão sagrada que conduz o self em direção à própria origem.