Francismar Prestes Leal
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Me Cobre?
Pele, quente.
O hálito, tépido.
Com você, sem frio.
Separação?
Com olhos d'água,
Eu digo, sem mágoa:
Amor assim, não acaba.
Abandonado?
A Deus dará?
Então,
Que Deus dê.
Morte? Chega!
Bate e volta:
Bater as botas,
Abotoar o paletó
E bater com as dez.
Bater na mesma tecla?
Basta a morte da bezerra!
Socorro!
Gripe, é pouco.
Nariz mais que inchado.
Vou chamar os fuzileiros nasais.
Conselho?
Pra ser feliz?
Não torce
O nariz.
Sei Que Errei.
Fantasmas do ido,
Me deixando doido,
Um relembrar doído.
Politizando?
Perfeito?
Mas nem o
Prefeito!
Alvoroço no Almoço.
Animal! -
Grita, com a
Carne nos dentes.
Burrocrata?
Nome sujo?
- Dá a borracha!
Ficha limpa.
Currículo? Ridículo.
Eu, sujo?
E o passado,
Passado a limpo.
Idoso? Saudoso.
Amado?
E não rima
Com passado?
Bobão, Babão?
Mui infantil.
Ainda mais no
Primeiro de abril.
Não Te Entendo.
Universos,
Paralelos,
Sem elos?
Mutante.
Medo,
De mim,
Sem fim?
Toca, Toca.
Se toca.
Me toca.
Na toca.
Chega? Não Chega.
Deu! Mesmo!
Eu, escondendo
D'eu mesmo...
Olha, Pra Dentro!
Não quero ver.
E, olhos fechados,
Finalmente, enxergo...
Rua na Lua?
Mão, única?
E sem saída?
Não é a vida.
Desarmamento, Já!
Odeio armas.
Elas nos deixam
Sem almas...
A Versão?
É verdade.
Tenho alergia
À leucemia.
Luz Própria?
Uma luz
Como a tua,
Nem luz da lua.
Tira do Sério?
Você perturba.
Mais do que
Qualquer turba.
Chapéu Mexicano?
Pernas no ar.
Tudo gira ao redor.
E eu, sem ar e sem dor.
Cavalo Alado?
Carrossel.
Gira, gira,
Para o céu.