Felipe Alvarenga
O homem escolhido, ungido por Deus (1 Samuel 16:7 – O Senhor olha para o coração), implorou, no salmo lido, para que o Invisível olhasse a fim de que não fosse envergonhado na sua fé. Bradou para que o Invisível olhasse e o refugiasse em lugares seguros. Orou para que o Invisível olhasse e alimentasse a sua esperança no esmero divino. Pediu para que o Invisível olhasse e o protegesse do ódio de seus inimigos; enfim, sussurrou para que o Invisível olhasse; pois, sabia que o Seu olhar o susteria contra tudo e todos os obstáculos da sua caminhada. Em tempo, Davi nunca viu o Senhor. Neste salmo, Davi não pediu para que Ele falasse; não solicitou que o Eterno desse um sinal, muito menos que confirmasse o sinal; não pediu que enviasse um profeta e uma profecia; não precisou tocar a harpa nem nenhum instrumento de adoração; não recitou nenhuma promessa bíblica; apenas creu. Bastava um olhar!
Basta que o Invisível olhe...
Para que o incrédulo veja!
Para que haja salvação na sua família!
E as portas se abrirão!
E a cura acontecerá!
Consequentemente, a promessa (Isaías 49:15) se cumprirá!
1) Quando tudo diz que não, Ele nos encorajará a prosseguir;
2) Quando parece que o mar não vai se abrir, Adonai Tzevaot simplesmente o abre;
3) Quando parece que as muralhas não vão ruir, o Eterno as aniquila;
4) Quando parece que o gigante é invencível, Ele o vença; para que a promessa (Isaías 49:15) se cumpra.
