Ezequias Clarindo

751 - 775 do total de 798 pensamentos de Ezequias Clarindo

⁠Você descobre que é pobre quando a loja está dando 80% de desconto e mesmo assim você ainda continua sem condições de comprar.

Inserida por clarindo

⁠E aquele seu porto seguro, enfim sumiu no horizonte e você está sozinho como sempre...

Inserida por clarindo

⁠Ele decidiu não atrapalhar mais ninguém, seguir sozinho ao seu eterno encontro...

Inserida por clarindo

⁠E a corda que ainda estava me segurando se rompeu. Agora, não me peça para sair desse buraco, não tente me resgatar, me deixe morrer sozinho...

Inserida por clarindo

⁠Você não desiste de ninguém de uma vez. São ações, indiferenças, pequenos atos que, acumulados, te fazem fechar a porta e ir embora...

Inserida por clarindo

⁠Você sente quando não faz diferença você estar ou não...
Quando "tanto faz"...
Enfim sente o alívio de não deixar a falta nem a culpa em ninguém, que, enfim, poderá ir...

Inserida por clarindo

⁠Há caminhos cheios de pedras e espinhos que você terá que trilhar sozinho. Mesmo que seja curto, mesmo que o fim esteja logo ali; é só você, como sempre devia ter sido.

Inserida por clarindo

⁠Intensidade sempre foi o meu maior defeito e, no fim das contas, foi o que acabou me matando...

Inserida por clarindo

⁠Você sente quando já passou do tempo de estar aqui, que está insistindo contra todas as circunstâncias, quando deve simplesmente pular...

Inserida por clarindo

O adeus mais dolorido é aquele que não é dito...⁠

Inserida por clarindo

É uma pena que não poderei falar tudo que pretendia⁠; talvez um dia você me fale, em que pese eu não poder ouvir...

Inserida por clarindo

⁠Não se encontra uvas em um coqueiro...

Inserida por clarindo

⁠Para que eu possa ser eu mesmo de novo, preciso quebrar esse coração...

Inserida por clarindo

_O que você tem?⁠
_Não é algo que alguém possa ajudar, tornando-se displicente mencionar...

Inserida por clarindo

⁠Um dia, eu serei apenas uma lembrança, ou nem isso... Apenas uma pessoa que teve breve passagem na sua vida, que se foi no caminho que devia ter ido há muito tempo...

Inserida por clarindo

⁠Os dias, os meses, os anos... passarão, e você vai esquecer de mim, verá alguma foto minha e talvez se lembre de nós, talvez sinta saudade ou vontade de ligar, mas para onde vou não terá como ligar, como ouvir, como me ver... demorei aqui mais do que devia, agora posso ir, à minha eterna morada...
Não peço por perdão, acredito que lá, essas coisas são insignificantes.

Inserida por clarindo

⁠E ele seguiu sem dividir sua dor com ninguém; um peso que somente ele devia carregar, sendo injusto querer que alguém o ajudasse

Inserida por clarindo

⁠Agradeço por desistir de mim; no fim, verá que foi a melhor coisa que você fez...

Inserida por clarindo

⁠E ele postou seu último status sobre tristeza, ia pegar toda essa dor e apunhalar o peito para, por fim, viver o resto dos seus dias fingindo...

Inserida por clarindo

Perdoe-me se eu parecer que não me importo, se eu parecer estar morto por dentro; É porque estou, apesar de me importar.

Inserida por clarindo

No túmulo frio do meu peito errante,
Sou zumbi que vagueia sem rumo certo.
Não sou vivo, nem morto, apenas distante,
Entre sombras escuras e lembranças de deserto.

Meus passos arrastados ecoam na solidão,
Entre ruas de concreto e almas sem cor.
Alimento-me de memórias, na escuridão,
De um passado que se desfez como pó.

Oh, como é amargo o sabor deste viver sem vida,
Onde meus olhos não veem, apenas fitam o vazio.
Meus dias são espinhos cravados na ferida,
De um coração que já não pulsa, apenas desafio.

À luz da lua, busco o alento dos sonhos perdidos,
Mas só encontro a névoa densa da desilusão.
Neste corpo frio e dormente, escondo meus gemidos,
De um tempo que se esvaiu na maré da ilusão.

Sou zumbi de mim mesmo, espectro de um naufrágio,
Afogado nas águas turvas da desesperança.
Onde tudo que resta é o eco do meu presságio,
De um destino traçado com tinta de lembrança.

Não me chame de vivo, pois sou apenas um eco,
De quem um dia respirou, mas perdeu a razão.
Zumbi de sentimentos, de amor desfeito em tropeço,
Sou o que restou de uma vida, perdida na escuridão.

Como os versos que escrevo, na penumbra do meu ser,
Sou a sombra que dança no muro do esquecimento.
Triste zumbi de mim, naufragado no meu próprio querer,
Busco em cada passo um alívio, um alento, um alimento.

Mas só encontro desespero, desamparo, solidão,
Neste mundo onde ser zumbi é a sina que me coube.
E assim sigo, sem vida, sem morte, sem redenção,
No labirinto sem fim de uma existência que me dobrou.

Ah, Menina, se soubesses do peso desta condição,
Da alma que vagueia sem destino, sem direção.
Talvez me entenderias, entre linhas de ilusão,
Como um zumbi que lê, que escreve, que clama por perdão.

Inserida por clarindo

⁠No sepulcro gelado do meu ser desfeito,
Sou apenas o eco de um amor que se perdeu.
Não sou vivo, nem morto, apenas um sujeito,
Afogado em lembranças do que já se dissolveu.

Meus passos ressoam como suspiros ao vento,
Nas ruas vazias da despedida e da saudade.
Alimento-me de silêncios, lembranças de um lamento,
Onde sonhos desvanecem na cruel realidade.

Oh, como é amargo o gosto deste fim inevitável,
Onde meus olhos buscam somente o vazio.
Meus dias se esvaem na sombra indesejável,
De um coração que sabe que está sozinho neste rio.

À luz trêmula da lua, procuro um alívio breve,
Mas só encontro o frio da solidão que me assombra.
Neste corpo cansado e triste, um naufrágio leve,
Para a certeza amarga de que morrerei sem sombra.

Sou o espectro de um amor que já não arde,
Afundado nas águas profundas da desilusão.
Onde tudo se desfaz no adeus que não tarda,
De uma história que termina sem perdão.

Não me chame de vivo, pois já não sinto a vida,
Sou apenas um eco de um tempo que já foi.
Fragmentos de um amor que se despedida,
Sou o que resta de um sonho que já não ecoa mais em mim.

Como palavras escritas em um papel sem cor,
Sou a dor que caminha na estrada da solidão.
Um destino traçado pela dor do dissabor,
Busco em cada adeus um novo caminho, uma nova razão.

Mas só encontro o vazio, a certeza de um adeus,
Neste mundo onde ser é um fardo, uma sina.
E assim sigo, sem vida, sem morte, sem um novo adeus,
No labirinto do destino que insiste na dor que destina

Inserida por clarindo

⁠No fim, ele percebeu que não a perdeu, pois a gente só pode aquilo que tem.

Inserida por clarindo

⁠Pessoas são temporárias e quando você aprende isso, entende que existem dias e situações que só cabe você.

Inserida por clarindo

⁠E aquele fio que o segurava simplesmente se rompeu e ele sentiu o fundo do poço chegando e, surpreendentemente, não temeu seu fim iminente.

Inserida por clarindo