Edna Frigato
A saudade mais dolorida que existe é a que sentimos das pessoas que foram para o lado de lá e nos deixaram do lado de cá.
Que despertemos para um ano novo que, de fato, seja novo e pleno de paz, amor, saúde e prosperidade!
Pessoas que já sofreram muito na vida são perigosas. Sabe por quê? Elas não têm medo da vida, aprenderam a duras penas que podem sobreviver a qualquer coisa.
Cada ano que se inicia mais que um livro em branco com 365 páginas, é uma nova oportunidade que o Universo nos dá de reescrever a nossa história. Capriche na escrita porque uma oportunidade perdida é um erro que a vida jamais perdoa.
Somente para que eu não me esqueça:
Quem eu sou em 2023 está muito orgulhosa e grata a quem eu fui em 2022.
A felicidade é como um raio, um clarão que risca o céu, dura apenas alguns segundos, mas tem luz suficientes para não deixar a vida escurecer.
Que a gente aprenda a falar sobre o que nos dói, o que nos sufoca, o que nos fragiliza, o que nos desrespeita, o que nos limita até que não precisemos mais falar para sermos ouvidas.
Nem sempre é necessário mostrar a nós mesmas o tamanho da nossa força, às vezes, é necessário mostrar as nossas fraquezas.
A linguagem que o poeta usa para se comunicar com o leitor é a do coração, por isso, tanto a pessoa iletrada quanto a culta são capazes de ler, sentir e se emocionar.
O pudico acha que não vale a pena ser imoral não porque a moralidade o torna grande, mas porque a imoralidade o diminui perante os olhos dos outros.
A partir do momento que a gente entende que toda pessoa que entra em nossa vida tem um propósito, fica mais fácil aceitar que umas chegam com a missão de nos amar e outras de ensinar a nos amar.
A magia escondida nas pequenas coisas é a minha descoberta diária. E são dessas miudezas que vivo, é delas que tiro a felicidade e a poesia que me alimenta a alma.
É nesse fio de magia que nos liga a vida que está a beleza de existir, o encanto que nos equilibra entre o etéreo e o profano.
Os sentidos são a maior riqueza que, de fato, temos. Toda a nobreza de existir vem deles, todo o resto é plebeu.
Nem sempre dá para resolver, às vezes, não dá nem para entender, mas sempre é possível abrir os braços, acolher e cuidar.
