Edna Frigato
Na dúvida sobre qual caminho seguir, siga o sinalizado pelas batidas do coração, ele sempre leva ao lugar certo.
Mulher quando dá pra ser boa, arrasa, se supera, vai além, mas quando é necessário ser má, elas são melhores ainda.
Prendada é a mulher que sabe costurar dores, que sabe remendar sonhos. Prendada é a mulher que sabe sergir beleza sobre os rasgos do amor-próprio. Prendada é a mulher que não se rende à tristeza e aprende a bordar sorrisos sobre o tecido delicado da vida.
Quando a mudança é uma incógnita, a gente sabe que a chance de ir parar em lugar melhor do que o que a gente está é a mesma de ir parar em um lugar pior e é isso que nos deixa inquietos e temerosos, por isso, preferimos recuar procrastinar. No fundo a gente sabe que não é a mudança que nos assusta, é o desconhecido.
Resolver problemas é coisa de gente corajosa, o covarde não resolve problemas, se vitimiza e joga a culpa em cima dos outros.
Quem pensa que saudade é ausência está enganado, saudade é presença mais intensa que alguém pode sentir.
A vida é como café, o dia que estiver amarga, acrescenta um pouco mais de doçura, que não tem erro.
A vida tem uma forma incomum e sábia de ensinar.Tudo é lição e, às vezes, é com as pessoas erradas que as lições mais certas nos são ensinadas.
Com o tempo a gente para de procurar a felicidade, não porque desistiu dela, mas porque passa a entender que a real felicidade é ter paz. E quando a gente entende isso, é a paz que a gente começa a buscar.
Nós vivemos em um mundo que não foi dado às mulheres a opção de ser forte ou não. Pra sobreviver em um mundo patriarcal, machista e preconceituoso a mulher teve que aprender a ser forte. É por isso, que no mundo só existem dois tipos de mulheres: as que já descobriram a força que têm e as que ainda não sabem disso.
Depois de uma longa conversa com Deus, a boca dela silenciou mas, os olhos estendidos aos céus em prece, continuaram a rezar.
Às vezes, é necessário que a vida nos vire do avesso, para que a gente enxergue que a felicidade está dentro de nós e não fora.
Até onde posso, vou deixando o melhor de mim. Se alguém não viu, foi porque não me sentiu com o coração." Apesar de já conhecer essa frase da Clarice Lispector há muito tempo, hoje ela vibrou de um jeito diferente dentro de mim. Por quê nos preocupamos tanto com as pessoas que não nos sentem, não nos veem, não nos entendem? É tempo e energia demais desperdiçados. É com quem nos sentem que devemos nos preocupar, os outros são só os outros e nada mais.
Engraçado como a gente demora pra perceber que os milagres estão por todo parte e que ter um dia novinho a cada novo amanhecer é o maior de todos eles.
Somente com o tempo a gente descobre que a luz no fim do túnel está em nós mesmo, está no lume que trazemos nos olhos e como dois faróis benditos nos iluminam na escuridão.
Durante um bom tempo da minha vida eu tive dificuldades pra entender o que era evoluir. Cheguei a pensar que à medida que crescíamos evoluíamos, mas não. Crescer é diferente de evoluir. Evoluímos quando percebemos que somos seres infinitos habitando um corpo passageiro. Evoluímos quando nos tornarmos melhores para as pessoas que nos rodeiam e principalmente, para nós mesmos. Evoluímos quando no dia a dia exercitamos o amor, a bondade e o perdão. Evoluímos quando aprendemos a dar adeus às coisas que a vida nos tira com aceitação, com mansidão e gratidão. E quando aprendemos isso, a vida se torna mais prazerosa e as perdas nos doem menos.
Às vezes, a gente enxerga tanta coisa bonita na pessoa e não se dá conta de que toda essa beleza está na lente do nosso olhar e não no outro.
Pessoas tóxicas, parece que já nascem doutoradas na arte de manipular as pessoas, de forma que se sintam culpadas por desconfortos que não causaram e problemas que não criaram.
Amor não é um conto de fadas. Amor é clichês, inseguranças, ciúmes. Amor também é descontrole e verdades incontestáveis.
