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Bruno Paz

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Nunca subestime a inveja na sua vida.
Foi a inveja que tramou a morte do Filho de Deus.
Também foi a inveja que corrompeu o Jardim do Éden, e aquilo que era perfeito acabou se transformando no mundo quebrado em que vivemos hoje.

Todo pecado, no fundo, nasce de uma mentira: a de que podemos viver melhor longe de Deus.

A história mostra que todo poder humano é falho.
Nenhum político morreu pelos nossos pecados, nenhum governo salva a alma.
Quem coloca sua esperança em homens corre o risco de fechar os olhos para a verdade.
Cristão não tem político de estimação.
Cristão tem princípios.

A brevidade da vida deveria nos ensinar três coisas:
amar mais, perdoar mais e viver de forma que nossa existência tenha peso eterno.
Porque no fim, não será a quantidade de dias que dará sentido à vida…
mas o que fizemos com os poucos dias que nos foram dados.

A vida não é justa ela nunca prometeu ser.
Ela pesa mais sobre alguns, aperta mais forte outros, e às vezes parece escolher exatamente quem já está cansado.
Mas existe um tipo de homem que a vida não consegue quebrar.
É aquele que sangra… e ainda assim não para.
Que sente a dor, mas não negocia com a desistência.
Que sorri não porque está tudo bem, mas porque decidiu que a dor não vai definir o seu destino.
A vida pode até não ser justa…
mas ela responde com respeito àquele que continua.
Porque no fim, não é sobre quem sofreu menos
é sobre quem, mesmo ferido, teve coragem de continuar avançando quando tudo gritava para parar.

Seja grato a Deus… não apenas pelos dias bons, mas também pelos difíceis.
Porque é nos dias leves que você celebra,
mas é nos dias pesados que você cresce.
A gratidão não muda o que você está vivendo,
mas muda a forma como você enxerga tudo.

Ninguém pode confiar em si mesmo longe de Deus.

Ter fé é entender que não controlamos tudo, mas também não estamos sozinhos em nada.
No fim, a fé não muda apenas as circunstâncias ela transforma a forma como enxergamos e enfrentamos a vida.

A fé é a melhor escola da vida.
Ela não promete caminhos fáceis, mas ensina a caminhar mesmo quando o chão parece incerto.

Quem se acha justo demais corre o risco de se tornar cego para os próprios erros.
E no fim, não é o senso comum que revela a verdade…
é um coração quebrantado diante de Deus.

A graça não se mede pela minha capacidade de acertar, mas pelo amor de Deus em perdoar.
A misericórdia não encontra força em quem merece, mas em quem reconhece que não tem nada a oferecer.

O pecado promete autonomia, mas gera escravidão.
Promete satisfação, mas entrega inquietação.
Promete vida... mas nos afasta da própria fonte da vida: Jesus.