Dó
Jesus orou a noite toda antes de escolher seus discípulos, se orassemos a noite toda antes de escolher os homens para o ministério, eu te garanto que metade deles não teriam sido escolhidos.
A palavra nos diz que Deus escolheu para ele antes da fundação do mundo um povo. Esta escolha não era por méritos ou algo bom, ele escolheu única e exclusivamente por sua soberana escolha.
Você que tem medo da MORTE não tenha!
Pois você morre todas as vezes quando está dormindo.
Somente Deus tem o poder de te acordar...
E se você não dormir poderá morrer acordado
Portanto durma, acorde, trabalhe, tenha fé e faça da sua vida uma festa...
Henrry todos somos iguais, se você tem a capacidade de amar, também terá a capacidade de odiar. Se você tem a capacidade de odiar, também terá a capacidade de matar. A unica diferença entre cada um são seus própios objetivos.
Toda aquela arte sacra compendiada no Santuário Diocesano de Aparecida em Araguanã-MA, revela com magnitude as virtudes de Maria e que nos conduz ao encontro de Jesus Cristo o filho do Deus vivo.
A arte na igreja nos impulsiona na fé, na oração e a mesma dilata a nossa alma e nos uni a Jesus Cristo.
Que a arte seja nossa luz e a cultura nossa força para construir pontes entre as diferenças no mundo vigente.
"A inveja é um grande inimigo, que necessitas combater no teu mundo íntimo.
Ela se insinua, cruel, nas telas mentais, e desequilibra a emoção.
Torna-se fiscal impiedosa e capataz insensível.
Arma ciladas, vinga-se pelo pensamento, através da palavra e da ação, persegue implacavelmente.
Incontáveis crimes se originam na inveja, fora aqueles que não chegam a consumar-se.
A inveja é inferioridade que tem de ser corrigida e transformada em camaradagem e satisfação."
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.
Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.
Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.
No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.
Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.
A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.
O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.
Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.
É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.
Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.
Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.
Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.
Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.
Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.
No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.
Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.
A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.
O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.
Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.
É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.
Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.
Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.
Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.
"Você chegou até aqui na terapiaonline e se decidiu por desistir! Volte pra massa, viva igual a média, aí é seu porto seguro e sua capa da miserabilidade(muleta). Não se acha merecedor(a) e nem libera a permissão para crescer! É uma criança em um corpo de adulto! Continue não fazendo terapia? Espere o reino cair do céu! Se você acha que é chuva, deve está se iludindo!"
Amigo, cuidado com o sentimentalismo excessivo, pois ele bloqueia a racionalidade. Diante das oportunidades de dar vazão a todos os seus impulsos. Peço-lhe, que pare e pense, ponderando friamente sobre todas as conseqüências de seus atos advindas. Não seja a medida de ti mesmo,alegando: Sou livre, sou dono de mim, por isso faço o que quero! Pois, a liberdade quando mal usada, pode se tornar a mais terrível das prisões, pois o tornará cativo, não por existência de grades, mas sim pelas conseqüências dos erros que cometestes ao transformá-la em libertinagem. Saiba que uma consciência cativa por irremediáveis erros cometido no impulso da paixão, é mais torturante do que 1001 noites nas mãos do inquisidor carrasco Torquemada.
Chamar alguém de feio, gordo, magrelo, velho não faz mais bonito, mais magro, mais forte ou mais jovem, mas faz de você uma pessoa mal-educada e insegura. Zombar de alguém por afirma sua ancestralidade (indígena, africano, asiático, europeu e etc.) não faz de você um patriota, faz de você xenofóbico e ignorante por não reconhecer que o povo Brasileiro é miscigenado, independente do seu conhecimento pífio sobre o assunto. Entendamos que não apreciamos as mesmas características físicas e raciais, gosto não é uma unanimidade, mas o respeito às diferenças e a educação (que ainda é o melhor caminho) isso sim deveria ser unânime.
Que tenhamos um excelente dia de recuperação.
Viver um dia por vez é como contar gotas.
O mundo está convalescente.
Passei a vida toda querendo mudar o mundo.
Até aprender que é preciso apenas (o que é dificílimo!), mudar o OLHAR para o que não pode ser mudado!
Nós, do Universo da Acessibilização, não queremos qualquer pessoa conosco. Não temos o direito de querer qualquer pessoa conosco. Queremos apenas as melhores (para nós!).
Quando uma pessoa me diz: "o meu maior defeito é ser perfeccionista!", entendo como: "eu sou melhor que você!" e, logo fica claro, que as maiores "qualidades" dela são: ingenuidade, arrogância e prepotência.
