Dó
sonho ou meta ?
Uma meta é um sonho com prazo.
Dar um prazo ao seu sonho tira você do vago “algum dia”.
Com uma meta, o sonho adquire vida própria e cria um limite de tempo dentro do qual poderá ser realizado.
O simples ato de criar uma meta começa a liberar o poder e o impulso que o ajudarão a alcançá-la. Mas para chegar a isso é necessário planejar todas as etapas que terá de vencer para chegar lá.
Não tenha medo do poder que existe em planejar. Uma das maiores razões que geralmente impede as pessoas de planejarem é o medo do compromisso e de seu primo em primeiro grau: o medo do fracasso. Não há problema quando se trata de pensar no que precisamos fazer para realizar alguma coisa, mas se traçamos planos bem definidos e o colocamos no papel, podemos fracassar.
Por isso, faça um planejamento realista e deixe-o ser a força motivadora que o levará até o fim. E lembre-se: a diferença entre um sonho e uma meta está no ato de planejar. Se você não o planejar, sua meta permanecerá apenas um sonho de “algum dia”.
ENVELHECER COM ELEGÂNCIA
Envelhecer não é um destino cego. Podemos escolher como envelhecemos. Nossa sociedade cultiva o mito da eterna juventude de um lado e incrementa a obsolescência programada de outro, acaba marginalizando os idosos como feios, seres improdutivos e os joga em asilos ou em fundos de quintais descartando-os como um produto perecível qualquer. Temos muito o que aprender a partir das luzes do entardecer da vida, na sabedoria que brota da experiência que entende a vida não como um problema a ser resolvido pelo computador, mas como um mistério a ser descoberto e partilhado na gratuidade do amor a cada dia! Este é o segredo do envelhecer de uma forma graciosa, elegante e digna acrescentando mais qualidade e vida aos anos.
Eu bem sei que o AMOR é todo cheio de __Glória !...___ "ingual" a um pé-de-planta ___ que todo ANO ...___Flora!...
Quando os filhos crescem.
Há um momento na vida dos pais em que eles se sentem órfãos. Os filhos, dizem eles, crescem de um momento para outro. É paradoxal. Quando nascem pequenos e frágeis, os primeiros meses parecem intermináveis. Pai e mãe se revezam à cata de respostas aos seus estímulos nos rostinhos miúdos.
Desejam que eles sorriam, que agitem os bracinhos, que sentem, fiquem em pé, andem, tudo é uma ansiosa expectativa. Então, um dia, de repente, ei-los adolescentes. Não mais os passeios com os pais nos finais de semana, nem férias compartilhadas em família. Agora tudo é feito com os amigos.
Olham para o rosto do menino e surpreendem os primeiros fios de barba, como a mãe passarinho descobre a penugem nas asas dos filhotes. A menina se transforma em mulher. É o momento dos voos para além do ninho doméstico. É o momento em que os pais se perguntam: onde estão aqueles bebês com cheirinho de leite e fralda molhada? Onde estão os brinquedos do faz-de-conta, os chás de nada, os heróis invencíveis que tudo conseguiam em suas batalhas imaginárias contra o mal?
As viagens para a praia e o campo já não são tão sonoras. A cantoria infantil e os eternos pedidos de sorvetes, doces, pipoca foram substituídos pelo mutismo ou a conversa animada com os amigos com que compartilham sua alegria. Os pais se sentem órfãos de filhos. Seus pequenos cresceram sem que eles possam precisar quando. Ontem eram crianças trazendo a bola para ser consertada. Hoje são os que lhes ensinam como operar o computador e melhor explorar os programas que se encontram à disposição. A impressão é que dormiram crianças e despertaram adolescentes, como num passe de mágica. Ontem estavam no banco de trás do automóvel, hoje estão ao volante, dando aulas de correta condução no trânsito. É o momento da saudade dos dias que se foram, tão rápidos. É o momento em que sentimos que poderíamos ter deixado de lado afazeres sempre contínuos e brincado mais com eles, rolando na grama, jogando futebol.
Deveríamos tê-los ouvido mais, deliciando-nos com o relato de suas conquistas e aventuras, suas primeiras decepções, seus medos. Tê-los levado mais ao cinema, desfrutando das suas vibrações ante o heroísmo dos galãs da tela. Tempos que não retornam a não ser na figura dos netos que nos compete esperar.
Pais, estejamos mais com nossos filhos. A existência é breve e as oportunidades preciosas. Tudo o mais que tenhamos e que nos preencha o tempo não compensará as horas dedicadas aos espíritos que se amoldaram nos corpos dos nossos pequenos para estar conosco. Não economizemos abraços, carícias, atenções porque nosso procedimento para com eles lhes determinará a felicidade do crescimento proveitoso ou a tristeza dos dias inúteis do futuro.
A criança criada com carinho aprende a ser afetuosa. A mensagem da atenção ao próximo é passada pelos pais aos filhos. No dia-a-dia com os pais eles aprendem que o ser humano e seus sentimentos são mais importantes do que o simples sucesso profissional e todos os seus acessórios. Em essência, as crianças aprendem o que vivem.
Sintomas,percepção e imaginação - tudo isto perto do que está para vir é pequeno demais. Estamos atravessando o "Choque do Futuro" e diria o "Choque do Agora, do Já". O que escreveu Alvin Toffler, há mais de 40 anos, está no turbilhão de agora, de hoje!
"Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior
maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível!"
É para as pessoas de caráter mais forte que Deus dá os maiores desafios. Aceite isso como um elogio.
Vamos descobrir o que esse cara não sabe do que precisa mais precisa, ter certeza do que ele sabe do que precisa e ai dizer que somos os únicos que pode ajudar.
Mil anos se passaram desde o colapso da civilização industrializada. Uma selva tóxica agora se espalha, ameaçando a sobrevivência dos últimos seres da raça humana.
(Narrador)
É verdade, o ar é puro aqui. Mas eu conheço essas plantas da selva. Estes são alguns dos mais letais.
(Yupa)
O anjo continua dizendo: “Acalme-se! Se você aceitar, tudo isso vai acontecer, vai dar certo”. Mas é bonito ver que Deus aceita a nossa liberdade. Somos livres para fazer e aceitar ou não a vontade d'Ele na nossa vida.
Não esqueça de tomar o remédio! Senão, você não terá o álibi de dizer que estava dopado, quando disse o que disse, sem querer dizê-lo; nem fez o que fez, sem querer fazê-lo.
" Assumir a homossexualidade é uma atitude que requer não só coragem,mas também consciência sobre as mudanças que essa atitude provoca na vida daquele que resolve tomar essa decisão,para que se possa enfrentar com determinação, segurança e equilíbrio o preconceito e a homofobia, ainda presentes na nossa sociedade. Num grupo de pessoas homofóbicas, como o nosso, são grandes os desafios a serem enfrentados pelos pais de filhos homossexuais, pelos pais gays, pelos casais gays e pelos filhos de gays,porém todos os obstáculos poderão ser superados quando o respeito e o amor se constituem nos elementos chaves no relacionamento familiar."
