celso_nadilo
O vento sopra pensamentos...
luz, soa o momento que ainda olhamos os céus....
As partículas de insinuações.
Sendo as palavras apenas sussurros
Que dão deslumbre da derradeira sombra acolhedora.
Sera que mundo ainda respira a virtude...
Por Celso Roberto Nadilo
O sere
Atroz ser
Por excelência
Ate essência...
Reluz assim por existir.
Arco da decadência.
Inflama o seu ego...
Bem assim como o fel...
Paira pela solitude.
Vagas pela virtude julgada...
Assim mesmo atento voar pela madrugada.
Na esperança o caos reina ate que ansiedade seja um percentual absurdo da mente vazia...
A esperança é o fado da tristeza.
No final apenas olhares sejam o abismo...
Tantos problemas se tornam instante insanos pois nada tem importância...
A falta de perspectiva o horizonte é tão profundo.
Marcas das almas dilacerada por tantas pessoas e situações negativas que tudo está bem ate que tudo seja apenas um ponto na escuridão.
Sejamos felizes ate que morte nos separe...
Compreender a escravidão dos espíritos...
Sinuosas virtudes
Dimensões
Por Celso Roberto Nadilo
Translúcido caminho sempre jogando em quaisquer beirada...
Fosse a foices dos esquecimento.
Ainda assim seria interessante olhar..
Tantos são poucos e um não é o bastante....
Apenas mais profundo do que acha ou pensa...
Pois impensável é responsável.....
Quem convive no meios mas daqueles que são condenados a viver na fogueira da ignorância.
Vale a pena que ser quem divulgar ou ser que por feitos e realizações...
Às vezes não somos vistos como apenas mais um na multidão, pois não tenho rosto lindo nem sou apenas relevo o conhecimento e busco aprender.
Conhecido apenas pelo meu ser, sigo meu ser num caminho solitário. Não busco a Glória daqueles que são obras do ocaso, tendo o simbolismo sua dádiva.
Arremeto cada sonho num mundo atroz.
Paradoxo temporal.
Pode compreender o espaço e a gravidade ate tudo esteja num lupe temporal.
A distorção seria uma frase de fragmentos das corda do universo...
O vórtice de plasma seria a frequência do conhecimento.
O espelho dos fragmentos seria ponta da conexão das dimensões.
O que seria poderia ser ate o alinhamento das estrelas.
Verdade morre quando a mentira esta viva em suas fraquezas e experiências...
Morremos diante a vida passa diante nossos olhos...
Querendo ou não mais no profundo ainda existimos ate todos esqueçam que fomos.
Mesmo que sejamos gloriosos...
Na púrpura da realidade
Se da escolha ou é escolhido
Se escolhe o que você é?
É uma forma que se cria?
Um desejo que se forma?
Ou que é pela sua compreensão e desejo...
Opção sexual?
Tabus da sociedade?
É aceito ou se torna mais um dentro de um dogma religioso...
Tudo ponto de vista pragmático sera?
Pois tantos preconceitos...
Julgamentos e perseguição...
Sois é nada mais que é...
Tudo que é compreendido é a ignorância.
Pois o que somos dentro deste mundo alucinante...
O preconceito é virtude da floresta negra...
Somos filhos de um mundo sem luz.
Calida memória fruto de um mundo desconhecido.
Nos ares do mundo...
A poluição é a herança humana?
So usar os recursos do planeta é justo?
A vida tem preço e custos?
Vivemos do sofrimento dos animais?
Também somos animais, mais somos racionais e desta racionalidade o quanto podemos ser humano entre os animais?
Da humanidade a decadência como podemos ser distintos e dignos de ser parte deste mundo?
Por tanto o abismo nos faz florescer diante a decadência...
Talvez se ouvesse mais entidades do que conflitos a humanidade seria melhor...!
Mais a mais perguntas do que respostas no mundo que vivemos.
A ignorância e a intolerância religiosa e racial são o conluio deste mundo mundano....
Casas de espíritos
Por Celso Roberto Nadilo
Terror é o temor
Diante a ganância...
Sois vento sob a poeira..
No olhar púrpura...
Sois o fundo do mar...
águas profundas da alma...
borbulhas suas frases
em doces águas de um riacho...
todavia, se foi um pingo em oceano...
Cala-te caminhas em silêncio até foste parte do rio,
Cálida em formosa sintonia de laços foste a alegria que morreu...
Tão pouco das réstias o sino tocou...
As enchentes de março foram feitas de vaidade sobretudo o alendo do clamor....
Lágrimas do tempo são rosas jogadas ao vento...
Mero ador que desdém nas sombras a dor do amor...
Sejam sempre navegantes ilusões que ressurge nos braços dos amantes...
Bem-vindo as fogueiras da madrugada cujo o momento irônico seja lindo e maravilhoso.
Os laços da perdição.
Porquê sois o abismo.
Do verbo, sois o sopro.
No amanhecer,
sois antro perdido
de minha essência
Pura inocência para apenas olhares...
Sendo o sussurros o fruto proibido.
Digas que não conhece pois ignora
Os lábios que devora a alma. (....)
Me esqueço em tanto dias passados foram se
O silêncio abraçou ate que o amanhã foste a noite...
Trêmula minha voz, no entanto sinto que ainda estou vivo....
Diante nobres dilemas o destino que deixou uma lágrima no teu rosto.
